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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

29 de out. de 2016

BOTAFOGO RECEBE O CORITIBA

ABAIXO O CFC!
É RUIM PARA O MEIO AMBIENTE



BOTAFOGO 0x0 CORITIBA

Olá amigos alvinegros!

Num jogo como este, que foi por mais de 10 dias aguardado como sendo o jogo da grande goleada da Arena Botafogo, 4 fatores podem explicar o resultado.

- A má fase do Camilo aliada à ausência do Airton, poupado para o jogão seguinte.

- Um goleiro em tarde inspirada, que não deixou passar nem pensamento.

- Nossos atacantes num dia ruim, ou por não conseguirem as boas jogadas das outras partidas ou pela citada ausência de criação na meiuca.

E, por fim, um dado que acho pertinente neste Botafogo do segundo semestre: sendo um time sem muitos talentos, de muita marcação, fica mais fácil vencer os grandes naquele caldeirão do que os pequenos, que vêem com a mesma proposta nossa, a de marcar todas as jogadas.

Um dia um resultado assim iria acontecer.

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25 de out. de 2016

CARLOS ALBERTO TORRES

Vai o homem,
fica a lenda

MARCOS PARET




CARLOS ALBERTO TORRES
1944 - 2016

Dizia-se dele no Botafogo, que apesar de toda a soberba do clube/time, apesar de toda a leniência do "ganhamos a hora que quisermos", a perda do título de 1971, quando estávamos 6 ou 7 pontos à frente nas rodadas finais, se deu antes pela sua contusão do que propriamente pelo gol ilegal no fim da partida decisiva.

Sua presença, sua técnica mas principalmente, a incontestável liderança na Copa de 70 foram alguns dos fatos mais marcantes em sua carreira. Se despediu do futebol nos Estados Unidos como astro, endeusado por quem, à época, ainda tentava mostrar aos mais jovens daquele país o que era o futebol jogado com os pés.

Que descanse em paz!

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23 de out. de 2016

FIM DA RODADA

MARCOS PARET


Ao final desta rodada, a única alteração vista na tabela na parte de cima foi na briga pelo título, à qual havíamos desequilibrado com a nossa vitória sobre o Atlético mas que, com a vitória deste e os insucessos do segundo colocado, o fizeram voltar outra vez para a briga pelo vice campeonato. Isto, contrariando alguns botafoguenses fanáticos na internet que já cismaram que este vice campeão pode até ser um outro time pelo qual não deram nada o torneio inteiro mas que, numa arrancada magistral, anda atropelando quem lhe apareça pela frente, se é que vocês me entender (rrsrsrs).

Permanecemos em quinto lugar e com a mesma distância de pontos para o quarto, mas na próxima rodada o quarto colocado pega o líder e o terceiro o vice líder, ou seja, vai haver perda de pontos à nossa frente. Torçamos para que seja daqueles a quem estamos perseguindo.

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19 de out. de 2016

VOAR VOAR, SUBIR SUBIR!

QUE BOTAFOGO É ESSE?

Em busca de mais conforto na tabela, time enfrenta 
o Santa Cruz em Recife
e mais uma vez, vence com gol no fim

1x0




O gol do jogo - Rodrigo Pimpão

Jair é fogo (Fooooooogooooooooo). Anunciou uma tal gripe forte do Neilton, o que realmente aconteceu e com isto, aproveitou para deixar em dúvida a escalação do garoto. Foi com ele a campo e quase fomos brindados com um belo gol do “gripado”, na primeira etapa.

Mas a verdade é que nem tudo eram flores neste jogo de hoje, mormente na primeira etapa. Sem o Airton e com a criatividade do Camilo muito bem marcada, sentimos a falta de um pensador ali na meiuca. O Airton assumiu mesmo a função do 10 e nesta fase, o Camilo, que usa este número, não tem conseguido produzir como fazia nas suas primeiras partidas, o que faz o time pausar mais o jogo. Mas vejam como o toque de bola hoje é bem mais responsável, como os passes errados do primeiro turno diminuíram muito e, principalmente, como o conjunto se supera a cada substituição ou a cada ausência. Sassá e Leandrinho ainda entraram (Yaca substituiu o Vitor, contundido) e o grupo não perdeu em homogeneidade e, vivas, ainda chegou à vitória, a mais uma vitória no fim do jogo.

Analisando o comportamento desta equipe, diferentemente das temporadas (das que me lembro) de 2005, quando arrancamos ante o Paraná (que se classificou depois para a Libertadores) e Atlético-PR em sequência, com um 4x1 aqui e um 5x0 lá, de 2008, quando engrenamos 8 a 9 vitórias seguidas e de algumas outras depois, desta vez, deixamos para embalar no fim e vejam, alguns mais afoitos já falam até em título, o que é algo quase lunático.

Mas neste ano, de verdadeiro, temos que:

- Descobrimos um zagueiro que ontem, até a própria mídia já questionava sobre o porquê de ele não ser o titular da cambaleante seleção da Argentina. E vamos combinar: sem ele poderíamos ter perdido este jogo.

- Temos no banco hoje um treinador que já havia tentado dar o ar da sua graça no ano passado e que agora, parece que subiu justamente no seu momento de mostrar todo o talento que tem para comandar (e que parece que vai ser igual ao do pai para jogar).

- E do banco, inacreditavelmente, temos agora, nem mais nem menos, UM BANCO.

Sim meus amigos: temos banco. O que seria ter banco senão pegar o estranho Yaca Nuñez, colocá-lo em uma fogueira depois da outra (e ontem, até para ajudar o lateral esquerdo) e o cara, sem um erro sequer, jogar como se ali fosse a sua Bombonera e isto, no nosso caldeirão e na casa do adversário? E no ataque então? Se o Sassá ainda carece de mais força física, o Pimpão, que até há algumas semanas era jogador de segunda divisão (e eu gritei por isto em tudo o quanto era lugar em que emitia a minha opinião), hoje, decide jogos como se fosse um atacante de experiência europeia.

Então meus caros amigos alvinegros, vem daí a minha indagação lá em cima – Que Botafogo é esse? Me expliquem pois, acompanhando este time desde que saí das fraldas, até hoje nunca tinha visto nada igual aqui. Já vi até um cara chamado Paulo Amaral, policial que passou a atuar como treinador, fazer o time correr por um turno só como se fossem 11 Usain Bolts e com isto, detonar até a máquina tricolor do Rivelino (em 1976). Ele conseguiu simplesmente fazer o genial mas preguiçoso Mário Sérgio correr feito um menino mas aquilo ali era meio xiita, meio suicida: o time ganhava um turno mas no seguinte, estava morto e assim chegava à decisão.

Agora é diferente. Agora existe a correria por 90 minutos mas as peças são poupadas, agora o banco entra e dá conta do recado e ontem, percebi que o Leandrinho poderá ser outra surpresa lá no final, muito desagradável sim mas SÓ PARA OS NOSSOS ADVERSÁRIOS – se este garoto voltar à forma, as surpresas podem não parar até dezembro. Enfim meus amigos, este time não me surpreendeu por chegar à zona da Libertadores mas sim, por jogar da forma como joga em todas as partidas. E se nestes jogos fora perdemos um pouco daquela fome de bola da nossa Arena e com isto, somos atacados e corremos até certos riscos, os atletas não deixam a casa cair, se entregam e mesmo perdendo por vezes o foco no jogo, levam a vontade de vencer até o fim.

É o que eu tenho visto do nosso time nos últimos meses. Aguardo a opinião de vocês.


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Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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