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10 de ago. de 2014

BOTAFOGO x ATLÉTICO-PR


Fogão encara o Atlético
em Curitiba
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Muitas indagações

Perdemos o jogo por 2x0.

E eu assisti a esta partida com muita calma, analisando cada lance, cada jogada e, claro, o conjunto todo no seu desenvolvimento em campo e aí, me ocorreu justamente o pior: que porcaria de treinador é esse que, mesmo com o time perdendo, não consegue fazê-lo fechar no ataque com um mínimo de atletas necessários para levar perigo ao gol adversário? Meu Deus! Aquela jogada na qual Zeballos perdeu o gol, ela mesma foi o exemplo maior de que, com um ataque bem situado na área deles, até a vitória teria sido possível mas aí amigos, como fazer gol chegando com 2 atacantes contra 4 ou 5 defensores, e isto o jogo inteiro?

Fora esta reclamação em forma de dúvida, acho o nosso elenco razoavelmente bom. Tão bom, por exemplo, quanto este do adversário de hoje, que é um time que eventualmente acessa o G4. Só que, por não ser conhecedor de posturas táticas, não posso afirmar se essa coisa de defender bem, fechar bem o meio mas não ter um ataque de time grande, é mesmo erro de quem está comandando no banco. Talvez a minha dúvida possa ser respondida por esta constatação: o “homem” não parou em nenhum time grande em que passou e sucesso mesmo, só nestes medianos fora do eixo Rio-S. Paulo-RS-Minas.

Mas do jogo, o que sei mesmo é que, ainda assim, perdemos essencialmente pela forma estranha do Dória (o segundo gol foi uma consequência do momento da partida). O garoto melhorou e muito com a bola no chão mas diabos, está falhando em todas pelo alto. Foi dele a culpa no empate do Cruzeiro, no primeiro gol de hoje, no gol da derrota para o ex lanterna e por aí vai. O que pode estar havendo com ele? Vamos ao debate.


- Nosso time, realmente, não é pior do que o da maioria. Hoje nós perdemos um jogo para uma equipe para lá de arrumada.

- Gostei da estréia do peruano. Para um atleta em inatividade por tanto tempo, mostrou boa visão de jogo mas, infelizmente, a falta de ritmo o prejudicou muito e o seu futebol acabou não aparecendo.

- Decepção mesmo é o garoto Daniel: teve ‘trezentas’ chances e acabou por se destacar somente naquele jogo contra o Criciúma e mesmo assim, com a partida já resolvida. Machucou-se, sumiu de novo e quando será que vai conseguir jogar bem outra vez?

E como “prêmio” para a tentativa de recuperação na tabela, no jogo da volta para casa, pegamos o Flu, time igualmente do G4. Alguém estava pensando que iria ser fácil?

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5 de ago. de 2014

TEMPO EXTRA

Estamos no último minuto de um dos jogos mais dramáticos 
da nossa "existência alvinegra".


Brasília - 5/8/2014 - 17:32h.

O tal do grupo bom senso já deu a sua primeira "canetada", não se sabe bem se a exemplo da trôpega Lei Pelé, no sentido de defender os seus interesses e, em linha frontal e direta, terminou por prejudicar o Botafogo no tocante à renegociação das dívidas fiscais. O projeto é aquele conhecido como Proforte.


Estamos agora no último minuto deste jogo aterrorizante, aguardando ainda a chegada da quinta-feira (o dia do apito final). Neste dia (7/8), o TRT do Rio irá julgar recurso do Botafogo requerendo a reentrada do clube no Ato Trabalhista. Quem acompanha esses trâmites de perto afirma que, sem acordo na quinta é insolvência total. Vários atletas completam 3 meses de salário atrasado até sexta-feira, o que lhes permite rescisão unilateral de contrato. E por aí vai.

O Engenhão, notícia comentada pelo Gigante e pelo Henrique no post passado, será devolvido em novembro, em época do returno do brasileirão bem parecida com essa (rodada em que estaremos recebendo o Furacão) e por isso, há notícias de que o clube já se move para propiciar ao equipamento as condições necessárias para receber jogos de futebol mas aí eu pergunto: COM QUE DINHEIRO?

Poucas vezes, nestes meus 'mais de 40' anos de Botafogo, vi a coisa tão feia.

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2 de ago. de 2014

BOTAFOGO RECEBE O CRUZEIRO



Jogo termina empatado - 1x1

E quase demos uma aula de
como segurar o Cruzeiro

A cena inicial, não podemos esconder, foi preocupante: um time entrando em campo, mesmo após um abraço geral, em ritmo de desânimo quase total, pouquíssima gente no estádio e uma persperctiva sombria em relação ao resultado da partida, “aos gols que poderíamos levar” hoje, já que do outro lado, tínhamos ninguém menos do que o melhor time do campeonato, com sobras.

Viemos com a novidade no ataque, Rogério, e vejam que a primeira grande chance de gol foi nossa, com Lucas mandando um balaço que o goleiro deles colocou para escanteio. Isto foi logo aos 9 minutos e o que tínhamos era, de um lado, um timaço (o deles), organizado, com toque de bola efetivo e muito eficiente e do outro, o nosso grupo, bons jogadores sem muita liga, espírito de luta a fim de suplantar nossas deficiências e muita marcação. A nossa marcação hoje foi tão fechada, tão forte que, no fim da partida, Dória caiu no gramado sem mais poder se segurar em pé.

E assim, fomos segurando a onda até que surgiu a bola boa: num cruzamento da direita, Edilson, que atuava como meia, escorou e o goleiro deles, que acabara de ser elogiado pela TV como selecionável, escorregou e papou o frango. Não era problema nosso e o importante, a essa altura, era o placar. O 1x0 saiu para o nosso Glorioso e assim, a expectativa era de ver o que faríamos para segurar um adversário na forma técnica e tática em que eles estão. A esta altura, o nervosismo se fazia presente o tempo inteiro naquele Maracanã até animado, apesar do público de pouco mais de 13 mil pessoas.

Alguns dos nossos jogadores, definitivamente, não estavam bem mas ainda assim, dois deles, Carlos Alberto e Emerson, procuravam, com a sua técnica, dar valor à posse de bola, atitude necessária para a situação em que estávamos, com um gol de frente e tendo que segurar o timaço deles. E como marcávamos. Dória, finalmente, voltou à forma que lhe deu fama e no conjunto, mal eles começavam um toque de bola e tá tínhamos um atleta nosso para cada adversário, dando bote sem se preocupar com o drible o que, não raro, nos fazia retomar a bola.

Confesso que, de tudo o que esperei deste jogo, ir para o intervalo vencendo não figurava como opção (ou pelo menos não era uma das minhas 10 primeiras opções nas previsões que fiz). Mas não tomamos gol e, na volta do vestiário, o ímpeto era o mesmo da parte inicial (nos primeiros 10/15 minutos). Bollati, machucado, saiu para a entrada do Rodrigo Souto mas a esta altura, sofríamos pressão e uma pressão absurda, com o jogo correndo apenas no nosso campo, praticamente na nossa área. Claro que a saída do argentino só fez as coisas piorarem e assim, eles não demoraram a empatar. Mas o nosso time não se entregou. Aos 19 minutos, ganhamos uma falta na frente da área e no mesmo momento, Rogério, muito cansado, saiu para a entrada do Julio Cesar. A princípio, ninguém entendeu mas depois, ficou claro que o Julio iria jogar mais à frente para liberar o Carlos Alberto mais para a área. Edilson não conseguiu nada na cobrança da falta e com o jogo agora mais dividido, ora com o time deles no ataque, ora com o nosso, Zeballos entrou, aos 25 minutos, no lugar do extenuado Calos Alberto.

Nosso time então completou as 3 substituições mas a má fase se fazia presente. Emerson Sheik, cansado a não poder mais, era menos um em jogadas nas quais tentava um drible ou um passe e, não raro, cedia contraataques perigosíssimos. Só que ele é o Sheik, o homem da esperança de gol e assim, sempre havia a expectativa de que, num contraataque bem encaixado, pudesse resolver a partida. Os contraataques até vieram mas nada conseguimos, o que de todo, vendo este empate pelo ângulo que aqui já falei, o de enfrentarmos o melhor time do campeonato com sobras, não foi o pior negócio para o Botafogo hoje.


- Rogério muito mal, provavelmente fora da forma ideal para o nível da disputa, nada produziu.

- O mesmo jogo fechado, eficiente e de raça que fizemos em boa parte daquele de domingo contra o Flamengo, fizemos hoje, só que quase sem falhar na marcação.

- E que felicidade vermos o Dória “de volta”. O garoto parou de falhar e no fim do jogo, chegou a cair no gramado de tão cansado. Segurou mesmo a onda e foi um dos responsáveis por não termos perdido hoje.

- Digna de nota também a atuação do Jefferson. O nosso o goleirão, que ninguém quer como titular da seleção brasileira, nos salvou hoje do pior. Ele, junto com Dória, foram gigantes num momento tão delicado do time.

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31 de jul. de 2014

MOMENTO DE APOIAR (o time)

Lancenet

Aí está a nossa resposta:
joguem por nós e não
por esta diretoria amadora
 
 
Se fizessem, para esta manifestação, uma espécie de abaixo assinado ou ato escrito de protesto, eu assinaria as 6 milhões de vezes necessárias para completar o quadro de torcedores do clube.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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