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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

5 de dez. de 2013

G4 EM ABERTO
MOMENTO DE HOMENAGEM

Caros,


Postagem rápida, simples e direta.



Ontem a Ponte Preta empatou com o Lánus em 1 a 1 no Pacaembu, deixando tudo em aberto, e o G4 pode virar inclusive G3.



Nossa situação não é nada animadora, mas é o momento de nós, torcedores, mostrarmos nosso valor.



Estamos acima de dirigentes, comissão técnica, técnico, jogadores. Como torcida somos o maior e principal patrimônio do clube. Cada um de nós passará, assim como todos  estes que trabalham na instituição, mas a torcida, como reflexo do próprio clube, permanecerá.



E quem também permanece são os ídolos, os verdadeiros, de muitas e várias conquistas. Aqueles que se identificam e se dedicam ao clube, como verdadeiros torcedores.



Domingo é dia de homenagear Nilton Santos. Será a primeira partida em casa, onde poderemos fazer isto.



Domingo também é dia de torcer, acreditando que 2014 pode ser melhor.



Domingo é dia de luta, de empurrar quem vale a pena pra frente, e empurrar quem só quer boa vida para fora.



Domingo é dia de luto. Domingo é dia de luta. Domingo é dia de festa. Domingo é dia de faxina.



Abraços.  



PS: Transcrevo abaixo comentário da Gisele Martins lá no Torcida Virtual que já havia replicado em comentário.


Gisele Martins
Não quero nem saber!!!Domingo eu vou ao Macara!!!Não por esse elenco de merda!Não por essa diretoria ridícula!Mas pelo o q o Botafogo representa na minha vida.Pela sua história,por sua glória.Vamos galera,essa e a nossa ultima chance de presta nossa homenagem ao cara q fez td pelo nosso time.As torcidas organizadas do BFR estão se juntando para fazer uma festa linda para o nosso Niltão,e para isso precisa do Maraca lotado.Esqueça esse elenco,esqueça esse campeonato.Vamos por Nilton Santos.Vamos mostrar a esses Flapress fdp q o Botafogo tem torcida galera!!#PorAmorAoBotafogo #PorTiNiltonSantos


1 de dez. de 2013

POR APENAS UM GOL


TIME ENFRENTA O CORITIBA
Em busca da vaga na Libertadores
mas, jogando muito mal, perde de novo.



Aguardando GrêmioxGoiás para postar o comentário


Terminou o jogo no sul: Grêmio 1x0 Goiás.
Até o empate serviria em Curitiba, Fogão!


O jogo de hoje mal começou e já vi similaridade com o que fizemos contra o Palmeiras no ano passado. Explico: os verdes, a exemplo deste outro esmeraldino, também estavam a caminho do rebaixamento e lá, precisando vencê-los para encostar nos 4 da frente, cedemos o empate no finzinho quando parte da torcida deles já chorava, desesperada com a aproximação da degola.

E hoje meus amigos, não deu outra. Se lá em São Paulo, não conseguimos segurar uma vitória fundamental e tomamos um empate no finzinho, de um time desesperado, hoje, este ‘náutico do sul’ deitou e rolou, claro, a partir de um momento do jogo em que percebeu que o nosso time não era de nada e, com calma, foi fazendo o que queria em campo. E vejam, só começou a fazer o que quis depois que percebeu que não incomodaríamos a sua defesa.

Desta forma, consideremos este time atual do Botafogo, mesmo sem sabermos se vai parar nos corriqueiros sétimo ou oitavo lugar dos anos anteriores, no mesmo patamar destes que tivemos em 2008, 2010, 2011 e 2012.

Via-se, pelos ‘primeiros acordes do jogo’ que o adversário era uma molezinha mas tínhamos contra nós a péssima forma do Seedorf, agora também do Rafael e os execráveis chutões do Dória para a frente. Pois vejam que enquanto tivemos uma nesga de organização, até que alguns chutões eram recebidos pelos homens de frente mas para que? Para nada meus amigos. Não havia triangulações em jogadas agudas para a área, não havia continuidade, as jogadas pelas pontas não eram criadas, NÃO SE FAZIA P. NENHUMA no sentido de levar medo a um adversário em situação tão crítica na tabela.

Tentávamos chutes apenas com Gabriel, um dels indo até pela lateral do campo, só para se ter uma idéia da nossa fraqueza lá na frente. E com essa leniência toda, foi até de se estranhar mas os caras, sem jogar nada, fizeram o seu gol numa falha inacreditável do Jefferson. Foi numa jogada boba, foi uma cabeçada em cima do nosso goleirão que ‘frangou’ feiamente mas não importa. Não merecíamos mesmo estar vencendo. E seguia o calvário alvinegro. Lodeiro retornou do intervalo no lugar do Hyuri mas, coitado, nada produziu também. Nem uma jogadinha sequer para tentar uma tabela com Seedorf (nulo) ou com Rafael (insisto, extenuado e sem gás).

Nos 2x0 eu desisti. Passei a acompanhar o que restava da partida pelas informações da transmissão do jogo do Vasco . Nem mesmo o gol do Bruno Mendes foi capaz de me fazer virar novamente para a frente da TV. Afinal, cheguei a correr de novo para a transmissão naquela cobrança de falta do Seedorf mas, na preparação da jogada, já falei para a minha filha que ele estava com os músculos esfacelados e a sua falta de confiança foi visível na hora do chute.

Vamos então pensar em 2014. Pode parecer incrível mas, livres do Seedorf e do Oswaldo, podemos sim torcer para que o último ano da gestão do Maurício não seja igual aos anteriores. Neste 2013, um ingrediente cruel ainda se juntou à nossa derrocada: além de não termos conseguido fazer o nosso dever, a nossa lição, ainda atrapalhamos e muito, por tabela, a vida de Vasco e Fluminense. O primeiro, mormente, tendo que sair para pegar o Furacão na última rodada, pode ser rebaixado justamente por causa desta nossa derrota de hoje. E, crueldade máxima, com a matemática mostrando que pelo menos um clube carioca vai cair, este destino parece estar traçado para aquele que outrora cabulou a série B (em 2000).

Então meus amigos, diante de tanta trapalhada e de tantos desmandos administrativos (de dentro) e técnicos (ali do lado do campo), torçamos por um bom 2014 para todos.

E só estou esperando terminar GoiásxGrêmio para publicar o texto. Por enquanto, meio do primeiro tempo e o Goiás vai perdendo, o pior resultado para nós. Muito bem feito, pois nem de falta de sorte podemos agora reclamar: o que tivemos de resultado nos ajudando durante o campeonato não esteve em nenhum gibi.


- Fomos o time com o pior futebol entre 19 dos 20 clubes no returno. Só o Náutico escaparia e mesmo assim, em jogo aqui no Rio. E digo pior não em aproveitamento de pontos (nisto parece que fomos o 11º). Fomos o pior time em condições de um embate direto mesmo. Perdemos para tudo o quanto foi baranga nesta reta final.

- Terminou Grêmio 1x0 Goiás e, vejam, Santos 2x1 Atlético-PR, de virada. Reparem como alguns se viram, outros dão mole mas o Botafogo não se organiza, não aproveita as chances que caem. Hoje, um empate que eu achava ruim já nos deixaria no G4, a 2 pontos do Furacão.



Frases emblemáticas:

"Não tem problema."

"Se a torcida tivesse apoiado teríamos conquistado mais pontos."

"Deveriam parar de reclamar e comparecer no estádio, como a torcida do Flamengo."


Tudo isto, e muito mais, pode ser usado para explicar o que vimos hoje, mais uma vez. Um time sem vontade, sem tesão, sem amor. Baseados em um Laissez-faire inaceitável para quem deseja chegar a algum lugar de destaque.

Como pode uma equipe que luta por vaga na Libertadores, precisando da vitória, contra um time desesperado para sair do rebaixamento, deixar o adversário gostar do jogo?

Esta é uma questão inexplicável. Não vi nenhuma vez neste ano o Botafogo utilizar a pressão psicológica contra o adversário. Pelo contrário, sempre deixou seus adversários à vontade.

No jogo de hoje só ocorreu uma coisa diferente: Jefferson tomou um frango. É verdade que em jogada ridícula da defesa, que o deixou cara-a-cara com o atacante adversário, que para completar a humilhação, era o inacreditável Deivid. E mesmo assim, colocando na ponta do lápis, Jefferson pode ter sido nosso melhor jogador em campo.

Tomamos o 2 a 0, e o time parecia mais acomodado que Atlético-MG focado no mundial, ou o campeão Cruzeiro. Como explicar isso? Só destrinchando o comando, partindo do Oswaldo e subindo por toda cúpula do futebol.

No final ainda conseguimos, em um avanço tresloucado do Dória, que fez um cruzamento correto e preciso (um dos poucos no jogo, pois quase todos eram nas mãos de Vanderlei), que encontrou Bruno Mendes para escorar. 

Outro ponto a destacar: pode não ser craque, mas porque ficou tanto tempo encostado nosso jovem atacante? Estava mal fisicamente ou tecnicamente? Mas não foi o próprio Oswaldo que em entrevista disse que gosta de escalar jogador fora de forma para que ele entre no ritmo? Ou isso só vale para os "queridinhos", algo que Bruno Mendes nunca foi?


No final da noite o Grêmio venceu o Goiás e garantiu a vaga na Libertadores. E o Atlético-PR perdeu para o Santos, o que nos permite sonhar até com o terceiro lugar no campeonato, evitando a perda da vaga no caso de um eventual título da Ponte na Sulamericana.


O que acho disso? Nada. Agora não dependemos só de nós, e isso por culpa só nossa. Devo ir ao Maracanã? Sim. Meu filho já pediu, e talvez seja para gastar um bom dinheiro. O objetivo é ficar ali na Oeste, coladinho ao banco do Oswaldo. Não vai adiantar nada, mas ele vai ouvir. Será uma ótima "comemoração" da última partida do Botafogo sob o comando dele. Tem que ser a última, independente do que a sorte nos dê no final da rodada. 

Abraços.

27 de nov. de 2013

MORRE UMA LENDA

NILTON SANTOS

1925-2013

Faleceu no Rio de Janeiro, na tarde desta terça-feira, o maior lateral de todos os tempos da história do futebol.

SIGA EM PAZ, NOBRE LENDA

Seus pares o esperam no olimpo do futebol

24 de nov. de 2013

BOTAFOGO VAI A SÃO PAULO


FOGÃO ENCARA O SÃO PAULO
O G4 era a meta, mas ficamos no empate.
1x1


Oswaldo de Oliveira rendeu-se ao óbvio e mandou o time a campo Renato na meia, no lugar do Mattos. Claro que era a opção correta até à página 2 do manual de táticas de futebol, haja vista ter que haver a observação do tipo de jogo que iria trazer a campo o nosso adversário, ou seja, jogo jogado era para Renato, mas se viessem para cima e precisássemos de marcação, Mattos teria que sair do banco. Além disso, a intensa chuva em São Paulo nos deixava apreensivos quanto ao aproveitamento do Renato, temor este que se confirmou. Ele hoje não jogou absolutamente nada.

Ainda sobre o G4, entramos em campo já sabendo dos outros resultados que nos interessavam. Por goleada, o Furacão detonou o Náutico e o no jogo do Grêmio contra a Ponte em Campinas, empate suado. Fomos para o jogo com o seguinte cenário então: empatando permaneceríamos em quinto lugar, a um ponto do Goiás e 3 do Grêmio, ou seja, a derrota seria perigosíssima e até o empate não nos deixaria em posição muito confortável na tabela.

Pois foi sob este prisma que o nosso time entrou hoje no gramado do Morumbi, e, ainda, tendo que enfrentar o time deles completo. Como em quase todos os jogos fora neste returno, demos logo o primeiro mole, tomando um gol aos 3 minutos e a única coisa que podemos reclamar é que o atleta que anotou o gol estava impedido. Nada disto porém justificava a frouxidão na marcação. Não se pode nem dizer que estivemos apáticos em campo, não foi isso, mas não conseguíamos dar seguimento às jogadas, muitos passes errados eram dados de lado a lado do campo e Seedorf e Renato pareciam sentir o campo pesado.

A partir deste gol então, se teve algo que temi, já que o toque de bola do time adversário se intensificou baseado no belo futebol do Ganso, foi mesmo que o nosso sistema defensivo entregasse a rapadura. E isto não ocorreu, por vários momentos do jogo, por muito pouco. Aceitávamos as triangulações deles sem sequer esboçar um mínimo de pressão para que também errassem os seus passes. Numa das jogadas de marcação frouxa, já no segundo tempo, dois atletas nossos correram da defesa em direção a uma bola mas o levíssimo Ganso, vindo em sentido contrário, ganhou a dividida. GANHOU DOS DOIS.

E assim foi o nosso time, aceitando o toque de bola deles e não conseguindo fazer quase nada a partir da meia que pudesse se transformar em lance de gol. Para piorar, o juiz não deu pênalti claro em Seedorf aos 16 minutos e como não jogávamos para aproveitar bolas de ataque e por ali permanecer, tome sufôco em direção à nossa área. Para nossa sorte, também eles não estão em boa fase técnica e assim, sempre equilibrávamos as ações.

Bom, não aproveitávamos as bolas lá na frente para sufocar o adversário mas também nós soubemos pegar a nossa falta lateral e transformá-la em gol. Foi aos 27 minutos, quando Seedorf cobrou no segundo pau, Rafael Marques devolveu de cabeça na área e Elias escorou para o gol. Ufa, ufa!

Neste vai/não vai, eles tentavam chegar mas a fase não lhes é favorável ao passo que o nosso time, tocava, errava, acertava mas não levava perigo ao gol deles de jeito nenhum. Até houve uma falta cobrada pelo Edilson aos 43 minutos que quase resultou em gol, mas volume de jogo nós não tínhamos mesmo. E como a marcação no meio de campo estava frouxa. Meu Deus!

Mas apensar de tudo isso, voltamos para a segunda etapa sem alterações no time. Renato estava tão mal que aos 6 minutos, se desligou da marcação pelo meio e acabamos tomando uma bola na trave. Nem poderíamos adivinhar, mas neste exato momento, começou um sufôco que só foi parar lá na “curva da terra do nunca”. Vejam bem como ficamos nós à frente da TV. Aos 10 minutos, a coisa ficou particularmente feia, a ponto de eu achar que a casa cairia ali mesmo. Paulo Henrique Ganso simplesmente ignorou que existia sistema defensivo no nosso time e fez o que quis na nossa área, colocando a bola na trave esquerda. A esta altura, bola na nossa trave era picolé no parque. Finalmente, Oswaldo tirou o inútil Renato e colocou Mattos em campo aos 13 minutos e isto, pelo menos, fechou um pouco a marcação na meia.

O tal sufôco que começou aos 6 com aquela bola perdida pelo Renato, durou, sem medo de errar, até aos 25 minutos, quando Oswaldo já preparava Lodeiro para entrar em campo. E parou o referido sufôco pelo medo que os caras tinham do uruguaio? Claro que não. O sufôco parou simplesmente porque um ataque chuta, chuta, a bola não entra na primeira, na segunda e o tempo vai passando, a coisa acaba acontecendo como na Fórmula 1, quando um piloto tenta passar o carro da frente por mais de 20 voltas e tem que desistir, para não ter problemas de aquecimento com o calor vindo do motor do outro carro. Os caras aliviaram então a pressão. Bruno entrou aos 21 no lugar do Elias e isto já deu uma nova cara ao nosso jogo lá na frente, apesar de hoje o garoto não ter tido o desempenho do último sábado. Lodeiro, substituição já citada, entrou no Lugar do Hyuri aos 26 e assim que se achou em campo, a nossa movimentação melhorou muito.

Demoramos ainda para ir para cima deles. Nossa bola só foi chegar lá na área do Ceni, com jeito de jogada de time que quer vencer o jogo, depois dos 35 minutos desta segunda etapa. Mas, infelizmente, Seedorf, em duas ocasiões, apesar de ter preparado belas jogadas, perdeu o gol por duas vezes. Tiramos então os caras da nossa área mas lá na frente, com Seedorf provavelmente, sentindo o campo pesado, não chegávamos com qualidade ao gol. Ficamos mesmo no 1x1 e com a esperança de, finalmente, voltar ao G4 no próximo domingo, já que Goiás ou Grêmio, um dos dois, vai sair de lá (claro, com uma obrigatória vitória nossa sobre o Coritiba).

Foi um empate chato de aceitar mas, pelas circunstâncias deste jogo (campo pesado e os caras com todos os titulares) e pela derrota do Goiás ontem, terminamos a partida com ferimentos leves. Vida que segue. E um recadinho ‘singelo’ para o Felipão: “Ô BIGODE: VAI DEIXAR O GANSO DE FORA DESTA COPA MEU CHAPA?”

- Só para exemplificar, este São Paulo aí era até este jogo o terceiro colocado em aproveitamento no segundo turno do brasileirão. O nosso time, apenas o décimo. Olho vivo Fogão!
- Paulo Henrique Ganso. Se tem um atleta hoje diferenciado no futebol brasileiro, ESTE CARA É ELE. Uma pena não o vermos em campo em 2014 com a amarelinha. Pode fazer falta.
- Acho que no próximo domingo, finalmente, voltamos para o G4. É conveniente porém que o “Doutor” Oswaldo de Oliveira não só leia o que saiu na imprensa sobre o que disse o técnico do Coritiba mas que, principalmente, ENTENDA TUDO. Disse o "profexô" lá que o jogo contra o Botafogo é final de Copa do Mundo.

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