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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

26 de ago. de 2019

TIME RECEBE A CHAPECOENSE

Jogo às 20 h.






UM 0 A 0 COM APARÊNCIA DE NADA A NADA

Jogo começou morno e foi esfriando... Há muito pouco a se falar de um jogo onde primeiro chute a gol aconteceu aos 24 do primeiro tempo, chute de Camilo que Gatito defendeu.

A partida transcorreu com o Botafogo mantendo a tradicional posse de bola, que basicamente passava pelos pés de Carli, Gabriel e Gustavo.

O segundo tempo foi melhor, com o Botafogo encaixando uns poucos ataques e levando algum perigo nas bolas paradas, como a cabeça do Alex Santana que parou na trave, e também coma Chape encaixando alguns poucos contra ataques, que se tivessem alguma qualidade poderia ter saído o gol.

No final, um nada a nada. Os jovens que entraram no nosso time não mostraram nada demais. E alguma lucidez em passes longos só pode ser vista saindo dos pés do Gustavo. Na frente, Luís Fernando, Lucas Campos, Rhuan não mostraram nada significativo. Diego Souza e Vitor Rangel já foram além, se destacaram negativamente.

Pelo visto vamos seguir somando alguns poucos pontos e sofrendo com jogos ruins de se ver. E só podemos continuar esperando um 2020 melhor.

Abraços.

17 de ago. de 2019

TENTANDO SUBIR NA TABELA

Botafogo vai a São Paulo
enfrentar o Corinthians



E voltamos com a derrota por 2 a 0

Nada de novo, nada de diferente... ou quase isso.

Começamos o jogo com algumas mudanças de escalação, por contusão, etc. 

Escalados com Gatito, Marcinho, Marcelo, Gabriel e Gilson; Gustavo, Rickson e Cícero, Pimpão, Luís Fernando e Diego Souza. A novidade, Rickson, gerando alguma expectativa mas não muita esperança.

Como sempre, o time sentiu a falta do Carli na zaga, e como sempre começou tentando ficar com a bola, mas não conseguindo mais do que girar os passes na zaga até ser pressionado e perder em lançamento rifado.

Se eu tinha esperança de voltarmos com um ponto, de um 0 a 0 sem inspiração, rapidamente essa esperança foi-se embora. Gatito foi fazendo defesas até o Corinthians abrir o placar ao final do primeiro tempo, tendo o Botafogo praticamente não passado do meio do campo e talvez tendo feito um único ataque importante.

E estava óbvio que não teríamos como empatar no segundo tempo... que começou logo com mais um gol deles. Corinthians subindo de produção no campeonato, mais arrumado, com elenco melhor, esta é a realidade: Há uns 6 ou 7 times com quem não temos muita esperança de conseguir resultado expressivo, a menos daquele jogo onde tudo dá certo para nós e o adversário se perde em campo. E há uns 6 adversários que estão mais desorganizados e desesperados que nós, e sobre os quais estamos fazendo nosso dever de casa, e permanecendo na primeira página da tabela.

E o quase nada de diferente? Bem, tivemos a entrada, novamente, de Lucas Campos e também do menino Rhuan no segundo tempo, substituindo Pimpão e Gustavo. E mostraram vontade e alguma qualidade, fazendo boa partida. Diante da ineficiência dos dois "titulares" podem tranquilamente pegar a vaga no time, mesmo com a oscilação natural de garotos (melhor oscilar do que ficar permanentemente em baixa). Também tivemos a entrada do Marcos Vinícius, que sempre mostra qualidade, mas parece que nunca conseguirá uma sequência de jogos, no lugar de Luís Fernando.

De interessante então é constatar que oriundos da base tivemos em campo ao longo do jogo: Marcinho, Marcelo, Gustavo, Rickson, Lucas Campos, Rhuan. Nenhum craque, mas podemos gerar valor.

Agora não tem jeito, é fazer o dever de casa e vencer a Chapecoense no Nilton Santos. E seguir buscando a vaga na Sulamericana, ou uma pré-Libertadores que nos caia no colo.

Abraços!

11 de ago. de 2019

BRASILEIRÃO 2019 - 14ª RODADA

Time recebe o Athlético,
toma um susto no início mas
vira o placar.

2x1




Os primeiros vinte minutos deste jogo foram de assustar. Não que o time praticamente todo reserva do nosso adversário fosse vir aqui para ser “atravessado” como se fosse o Sol de América. Não era isso.

Mas a passividade e a inoperância do Botafogo parecia que iam nos deixar a mercê dos rubro-negros, antevendo, naquela primeira parte da etapa inicial, um vexame histórico na nossa própria casa. Eles marcaram o seu gol, não deixavam o nosso time trocar mais que três passes, não conseguíamos passar do meio de campo e mesmo com algum desentrosamento, o nosso adversário “brincava” de chegar na frente do Gatito.

Mas eu volto a insistir que, apesar dos percalços, a sorte não tem abandonado o Botafogo desde que o vagalume Camilo chegou aqui em 2016 e nos fez passar de candidado ao rebaixamento para (quase) um time a ser batido, ao menos dentro daquele alçapão da Ilha do Governador. E foi nessa toada de sorte que (nem tudo iriam ser flores para eles hoje), ajudados por uma pixotada do seu goleiro e pela presença do ainda frágil mas habilidoso Luis Fernando na área (fosse o Pimpão e não teríamos feito aquele gol), empatamos a partida e aí, com as boas substituições do Eduardo Barroca, viramos a partida no segundo tempo.

Não vou falar de arbitragem. É tempo perdido.

Voltemos ao Botafogo. Naquela derrota ante os reservas do Grêmio, vendo o time inoperante e sem penetração, o Barroca colocou o Lucas Campos no gramado. Este garoto é bom. Bom não, ótimo. Nos treinos, é chamado pelos mais antigos (até mesmo pelos mais vaidosos) de Neymar de General Severiano. É inteligente, habilidosíssimo mas é aquilo: nem todos vão sair direto do sub 20 para os profissionais como aconteceu com Pelé, P. C. Caju ou Leandro (o dos mulambos do time de 1981). Naquela derrota para os gaúchos, o garoto entrou, errou um ou dois passes e começou a ser taxado pela torcida de ruim, de inútil.

Bom meus amigos, o Lucas já passou pela mesma situação do Sassá (que é ótimo com a bola e péssimo com a cabeça) e do Igor Rabelo. E vejam, com muito mais futebol do que esses dois. Torço agora para que, diferentemente do que fizeram com o loirinho Luis Henrique em 2015, ou o Ezequiel em 2018, não comecem a escalar o garoto como solução. Ele não é solução ainda: é sim, um atleta diferenciado para momentos de jogos em que não lhe seja exigido que tenha tranquilidade de atleta experiente.

Esse garoto é, talvez, a melhor jóia que temos desde que o projeto Vitinho saiu do treino para o avião que o levaria à neve russa e ao fim da sua preparação para ser o novo Romário na seleção (o que anda atuando hoje por aí é apenas o que sobrou do projeto). Se for bem cuidado, junto a um elenco mais forte e que lhe dê mais confiança em 2020, Lucas Campos poderá vir a ser o cara a trazer a nossa assustada torcida de volta ao estádio.

O jogo? Bem, vencemos de virada, estamos em sétimo e sem chances de sermos ultrapassados nesta rodada. Vamos agora ver como o time vai se comportar no sábado, lá na arena impressorão, o estádio do mais ajudado de S. Paulo (aquele em que o clube deve 1 bilhão e não tá nem aí).

4 de ago. de 2019

BRASILEIRÃO - DE VOLTA À ROTINA

Time volta ao brasileirão
em confronto contra o Avaí em Floripa, 
aproveita bem as chances que tem
e vence o jogo.

2x0





Como eu venho dizendo aqui e nas redes sociais das quais participo (grupos alvinegros), se este elenco jogasse “à moda Everest – o Jair”, seria aí, no mínimo, vice-líder do campeonato. Apesar dos “uns a menos” Pimpão, Luis Fernando, João Paulo e Marcinho (este último até já despiorou bem .. desculpem o termo.. rsrs), com alguns dos razoavelmente qualificados que temos no elenco, dava para atuar naquela de entregar a bola ao adversário e retornar naqueles contraataques mortais de 2017.

Teríamos vencido aí, por baixo: Grêmio aqui, Goiás lá, o cheirinho na semana passada e, ainda, muito provavelmente o Cruzeiro no nosso antepenúltimo jogo e até mesmo o Palmeiras, naquela partida da confusão. Enfim, vejam que poderíamos, somente citando estes jogos, chegar aos 27/29 pontos sem muitos problemas, claro, desde que jogássemos com a seriedade daquele período já saudoso da Libertadores. O time estaria embalado, jogando redondo e na vice liderança do campeonato. É sonhar demais? Claro que não. Basta vermos o elenco santista, anos luz abaixo dos elencos dos mais ricos.

Por outro lado, eu venho também falando que, jogando como tem que jogar time grande mas com o elenco desqualificado (apenas um ou dois atletas de qualidade razoável), não dá para partir para cima destes que citei e para quem perdemos. Mas dá sim, e sem muito esforço, para despachar os outros elencos fora destes citados ricos. Não tivemos problemas contra o CSA lá em Alagoas (e vejam, o Botafogo foi o primeiro time a vencer lá dentro no brasileirão), nem ontem, nem contra o Bahia e o Fortaleza aqui e não vamos ter contra os que faltam (Chape, Ceará e o Goiás na volta do returno).

Com isto e mais os reforços que o futuro grupo investidor já se preocupa em trazer (o que nos leva a outra boa conclusão – vai mesmo haver a mudança e quem vai assumir já prepara o clube para a permanência na elite em 2020), acho que com alguma sorte poderemos até beliscar uma pré Libertadores este ano, o que faria de 2020 um glorioso ano de esperanças, algo que não seria provável ocorrer caso ficássemos apenas na sulamericana, uma vez que um projeto de investimento desses paga primeiramente as dívidas para só depois cuidar do elenco.

Bom, no sábado será a vez de recebermos o tal do Furacão, que o Sr. Petráglia insiste em chamar de time de camisa hoje (segundo ele sonha) maior que a do Botafogo e a do Santos. As Libertadores fora não tem mostrado isso mas enfim, mesmo se vierem de reservas, ainda assim trarão atletas melhores do que a maioria dos que temos para colocar em campo. Vamos aguardar.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG