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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

13 de ago. de 2017

BRASILEIRÃO - SEGUNDO TURNO

BOTAFOGO 1x0 GRÊMIO






O gol do jogo - Leandrinho

Nestes dias de “pressa alvinegra”, eu diria que é proibido chegar atrasado aos nossos jogos. Se na partida da última quinta-feira, contra os uruguaios, precavido, acabei saindo meia hora mais cedo do trablaho (vou pagar este tempo hoje, ficando meia hora além do meu horário) e, mesmo assim, tive que passar por multidões para estar no meu lugar lá na Leste superior uma hora antes da festa, hoje, infelizmente perdi o gol do Leandrinho.

A justificativa é compreensível: era dia dos pais, o evento principal do dia era com o ‘meu casal amado’. Fiquei com os dois até meio dia e na parte da tarde, com a menina tendo compromissos particulares, continuei a programação com o garoto. Compreensivo, como íamos para shopping, em vez de ficarmos por aqui pelo bairro, ele mesmo escolheu o Norteshopping. Assim, cumpríamos o nosso gostoso ritual de comemoração do meu dia e, na saída, ele já estaria no caminho de casa e eu não tão longe assim para chegar ao estádio.

Só que o compromisso se estendeu até 18:30. Saímos do shopping, fomos até o carro, ele pegou a sua mochila e dali, o levei ao ponto de ônibus mais próximo e, enfim, “partiu! Arena Nilton Santos”. Mas este Botafogo “the flash” tá demais. Fui ouvindo a narração e quando virava a rua das Oficinas, já atrás do setor norte, ouvi a narração no fone e o grito vindo de lá do interior do estádio. Gol do Leandrinho. O narrador insistia em falar ‘Leandro’ mas confirmei com o Henrique (ele já tinha entrado), pelo whatsapp, que era mesmo o nosso futuro camisa 10.

Contada então a minha história que, convenhamos, praticamente nada tem a ver com o que temos para discutir aqui, fechei com esta parte do gol para falar deste garoto (mais um) da nossa base. Desde as suas primeiras aparições, vi ali potencial de jogador para ser tudo o que o Camilo foi por pouco tempo e neste caso especial, o da nossa cria, o ser de forma duradoura. Ele fez gol em final de carioca, jogou muito por várias partidas do ano passado, se contundiu, perdeu o ritmo e o tempo de bola, se contundiu de novo mas vejam como voltou. Foi dele o passe para o terceiro gol naquele jogaço contra o Atlético-MG, mostrando tranquilidade, controle de bola e cabeça erguida para antever a melhor jogada.

Destas três qualidades, quando conferi o gol mais tarde, pela TV, pude perceber a sua boa habilidade na feitura do gol. Um ‘tapa’ bem rápido na bola, sem ter que pensar a jogada, a escolha do canto e a colocação da “redonda” de forma correta no gol, sem a menor chance para o goleiro.

Foi o jogo do nosso 11 reserva que, a cada dia, pega mais ritmo, mais entrosamento, não deixando a pegada do time titular fazer-lhe inveja. E o que é o Bruno Silva, meus amigos? O que é aquilo, pelo amor de Deus? O cara chega aos 45 minutos finais de uma partida, o time perde uma bola no ataque e ele corre na meia esquerda, o adversário vira a bola para o outro lado e lá vem ele, num pique de início de jogo, correndo de novo para evitar a evolução da jogada. O inacreditável Bruno Silva, realmente, não tem explicação.

Quanto ao Leo Valencia, fora a mania de querer resolver o jogo sozinho, gostei da sua participação em campo (foi dele o início da jogada no gol único da partida) e vimos que cansou no fim. Mas já mostra ter entendido qual é a deste time, correndo, igualmente, de um lado para o outro do campo a evitar que o adversário possa avançar livre para a nossa área, fechando o espaço, dificultando o passe. Acho que vai dar liga. Nota de destaque também para o Marcelo. Atuou com desenvoltura, matando quase todas as jogadas do adversário pela esquerda, mormente no final do jogo, com fôlego de velocista.

E o Gatito, 'avila lá' que defendeu mais um pênalti.


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10 de ago. de 2017

É DECISÃO

BOTAFOGO 2x0 NACIONAL-URU




Time recebe os uruguaios
pela segunda partida das
oitavas de final
e faz um jogo épico

2x0



Como no último jogo que disputamos pela CB, o nosso time entrou com tudo na partida desta noite, sem deixar o adversário respirar, partindo para cima logo no início do jogo e desta forma, abriu 2x0 ainda antes dos 10 minutos de bola rolando.

Mas, antes de falar do jogo, algumas observações se fazem necessárias. Após a Copa da África, em 2010, muito se falava sobre a nova conscientização de atletas e torcedores uruguaios, no sentido de atuarem, no campo e nas arquibancadas, apenas na desportividade, quebrando com isto a sanha de décadas da violência pela qual o futebol daquele país ficou conhecido.

Aos mais novos, bastará (creio) uma pesquisa na Internet para verem a queda que o craque Rivelino tomou no antigo túnel de acesso aos vestiários do Maracanã, uma escadaria franciscana, a fim de fugir da "porradaria" dos atletas da seleção uruguaia, inconformados com uma derrota e o consequente baile, inevitável, naqueles tempos, para quem tinha que jogar contra um time no qual alinhava o próprio Riva e mais, P. C. Caju, Jairzinho, Marinho Chagas, Leivinha e Luís Pereira (duas lendas palmeirenses), enfim, um craque diferenciado em cada posição, algo inimaginável hoje em dia, mesmo que reunissem num só time todas as grandes seleções da atualidade.

Pois, como diria o Jorge Benjor, mas que nada! A violência continua aí, conforme já se viu nas atitudes covardes contra os palmeirenses, no seu jogo contra o Penharol e agora, na selvageria vista hoje no campo e no setor sul, a área destinada aos visitantes.

Fui de "leste superior" e, nos últimos minutos, tentávamos comemorar este novo baile mas nos estarrecia, não somente a pancadaria patrocinada pelos perdedores no campo mas, mais ainda, a consequência desta violência futebolística que se via na torcida adversária. Ante um torcedor imobilizado por um segurança por ter nas mãos uma cadeira arrancada, logo um outro arremessava a outra cadeira neste segurança, chegando, ao fim e ao cabo, a um total de 250 cadeiras quebradas no estádio. Absolutamente lamentável.

Sem que se tomem sérias providências contra isto, a coisa só tende a piorar

DO JOGO

Aquele velho e bom Botafogo, aquele que já nos acostumamos a ver na Libertadores, estava de volta nesta partida. Ocupação total de espaços no campo, sem deixar o adversário respirar, partindo para cima nos primeiros minutos como se precisasse ele, o Botafogo, do resultado e assim, passamos por cima de mais um campeão de Libertadores.

Não percam as contas: com os uruguaios, já MANDAMOS DE VOLTA PARA CASA UM TOTAL DE 13 TAÇAS LIBERTADORES.

Quem vai se atrever agora, como fizeram os próprios uruguaios, a dizer que vão enfrentar o mais fraco dos adversários das chaves da disputa? Pois é, amigos alvinegros. O Botafogo voltou lá dos anos 70 e pelo que vemos, voltou para ficar. Vejam que o Jair ventura se deu ao luxo até de prescindir do Leo Valencia neste jogo, ao meu ver, simplesmente pelo fato de não precisar dele. Siiimmm: temos elenco!

E por falar em elenco, o que foram aqueles 20 minutos do Guilherme hein? Simplesmente endemoniado. E da nossa zaga então, o que dizer? Elogiar é pouco, faltam palavras para definir como jogaram o Igor e o Carli. Do Bruno Silva e mais, Matheus, Lindoso, João e, enfim, todo o elenco. Fica difícil resumir o que fizeram em palavras.

Acho que a coisa pode ser descrita assim: nas limitações que possuem, nossos atletas fizeram com que o time atuasse de forma quase perfeita durante os 95 minutos. O adversário, a rigor, não teve uma chance sequer de marcar. Este é o Botafogo que todos nós merecemos.


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9 de ago. de 2017

LIBERTADORES/2017_NOVAS INSCRIÇÕES

MARCOS PARET




No final da tarde desta sexta-feira, o clube inscreveu os três últimos atletas ainda possíveis de participarem das oitavas de final da Libertadores da América. Estão aptos a jogar, Luis Ricardo (que voltou da cirurgia e não participou da primeira fase), Brenner e Leo Valencia. Matéria do globoesporte. 

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6 de ago. de 2017

BOTAFOGO x CRUZEIRO



Em Belo Horizonte, time reserva
empata em 0x0




Podemos raciocinar assim: mas porquê, meu Deus, o Marcos Vinícius me foi perder aquele gol no finzinho do jogo? Seria uma vitória mágica, no jogo mais improvável, depois de termos deixado escapar, pelo menos, 3 vitórias certas nas rodadas anteriores.

Que nada!

Poderíamos ter vencido sim, mas também ter perdido (eles tentaram fazer de tudo na nossa área). E no tocante ao time reserva, o Botafogo está certíssimo. Nesta quinta-feira, decidimos uma grande parte da “nossa vida” neste século, século este em que já tentaram nos exterminar por 3 vezes, a saber, em 2001, em 2007 (este por forças externas) e naquele fim da breve era Seedorf.

A conclusão que me vem, quando entra em campo este nosso valoroso 11 reserva (no jogo de hoje, um 8 reserva) é que, na medida em que os campeonatos vão chegando a fases mais agudas, não há como o Jair escalar atletas úteis, como Dudu Cearense, em momentos de jogos do time pricipal. Isto provoca situações como a de Goiânia, contra o Atlético, na qual vários dos escalados para a partida mostravam uma clara falta de ritmo, de tempo de bola, errando passes ‘por atacado’.

Pois ontem esta turma não deixou a desejar. Pasmemos todos mas, até Renan Fonseca, ao entrar, no seu primeiro toque na bola, perdeu um gol quase feito também. A defesa ‘do banco’ ontem parecia defesa de time campeão, se saindo bem, ante uma grande torcida adversária, em todas as jogadas do ataque deles, ajudada pela trave, claro, mas sem sorte, dizia João Saldanha, não se atravessa nem uma rua.

Foi um belo jogo dos nossos reservas contra os titulares deles, adversário este que pode sim, muito bem, se candidatar a algo bem melhor neste campeonato. Já tinham vindo aqui na quarta-feira e goleado o Vasco, aplicando nos cruzmaltinos um chocolate impiedoso. Pois foi mais um adversário a sentir o peso do nosso time reserva, num jogo sem contestações.

Achei o empate justo, pois se tomamos duas bolas na trave e tivemos que contar com o bom Gatito Fernandez no gol, também levamos perigo ao gol deles. O pensamento (e isto não tem jeito) sequer estava em Belo Horizonte mas sim, na Arena Nilton Santos, na quinta-feira. Ali é que os homens irão se separar dos meninos, ali é que iremos querer aquele valoroso Botafogo em campo e aí, confio, teremos sim um final feliz para esta bela história de 2016/2017. Que venham os uruguaios!

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Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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