BOTAFOGO 2 X 0 SPORT
Vencemos!
3 pontos muito importantes, a rodada ajudou muito, subimos para sexta colocação, e está sendo possível notar o aumento da desenvoltura do Seedorf. A tendência é que ele se destaque cada vez mais neste bando, ops, neste time.
E isto pode nos indicar uma luz no fim do túnel? Até pode, mas não parece. Ou pode ser que a luz seja algo nada bom. Acho que descobriremos em breve.
O fato é que o Botafogo continua apresentando o futebol carrossel. Não, isto não é uma alusão ao carrossel holandês de 1974, ilustrado no vídeo abaixo.
Na verdade o Botafogo saiu do futebol montanha-russa de alto e baixos emocionantes e sofridos, e vive um futebol carrossel, engraçadinho quando se vê nos primeiros segundos, e depois muito chato e sem graça, que só fica rodando, rodando, rodando e não sai do lugar.
A grande novidade do jogo de hoje foi ver a torcida vaiando o Renato. Não entro no mérito da justiça das vaias. Tentei entender se a ideia foi recuar o Seedorf para jogar de volante, voltar Elkeson para o meio e Rafael Marques no ataque, mantendo o 4-5-1, ou se o objetivo era partir para um 4-4-2, com o meio formado por Jadson, Andrezinho, Seedorf e Cidinho, e o ataque com Elkeson e Rafael Marques.
Tentei. Porque não consegui ver como o time estava jogando. Parecia que nosso atacante era o Cidinho, o único que incomodava os zagueiros.
Continuo não entendendo, continuo torcendo, continuo sofrendo. Domingo encaramos o Atlético-MG, que empatou com o vice-lanterna Atlético-GO. Considerando o histórico recente de freguesia, podemos até depenar o galo mineiro mais uma vez. Mas de fato ainda falta muito futebol para isso. Menos para o Sidão.
Abraços!
Olá meus amigos alvinegros.
Um time ainda muito confuso entrou em campo hoje com Andrezinho e Seedorf atuando juntos. Elkeson veio, como sempre, muito atrapalhado na frente e com a contusão do Fellype Dodoi (by Alexandre), vimos o Cidinho entrar mas não mostrar nada do jogador rápido e insinuante que se viu em outras oportunidades. Claro que tudo isto começou a fazer o fraquíssimo adversário tentar estocadas rumo à nossa área e aí, o medo da ressureição de mais um defunto foi surgindo no primeiro tempo. Desta vez, nem Andrezinho, o homem do último jogo, conseguia jogar bem.
Isto tudo levou o primeiro chute a gol surgir somente aos 28 minutos de jogo, e foi justamente do adversário, um bizarro time que povoa a zona do rebaixamento. Aos 33 minutos, um impedimento salvador livrou o nosso pífio sistema defensivo de levar o gol e o pior é que o replay da jogada mostrou que o lance era legal. Aos 43:50, num chute forte de um adversário, bateu aquele medo de, além de não termos jogado nada, ainda tomarmos o gol de intervalo, aquele que faz um time que joga o que joga o nosso Botafogo atualmente, voltar para a segunda etapa mais nervoso ainda.
Mas conseguimos sobreviver a estes primeiros quarenta e cinco minutos e voltamos para o segundo para tentar ver o que podia ser feito, ou seja, para tentar os 3 pontos mais fáceis que já vieram a ser disputados no nosso campo. Mas os jogadores continuavam confusos e o nosso primeiro chute a gol em toda a partida só surgiu com Cidinho, que começou a aparecer bem, aos 4 minutos desta etapa. Com isto, quase tomamos o gol novamente aos 8 minutos, numa bola em que incompreensivelmente o nosso marcador, mesmo bem posicionado, conseguiu perder na corrida para o atacante deles.
A lentidão do time tanto irritava quanto impressionava, visto termos mostrado nos bons momentos justamente um jogo veloz e de rápida chegada à área adversária. Aos 20 minutos, Rafael Marques entrou no lugar do vaiado Renato e vejam que ironia, mesmo também não jogando bem, o ‘japa’ levou uma bola pela meia direita e cruzou na área. A defesa deles rebateu errado e a bola sobrou para Elkeson, que mandou para as redes como um autêntico atacante. E não estávamos jogando absolutamente nada. O gol só saiu devido a um erro crasso da defesa adversária. Nem dava para saber o que o time faria dali por diante.
Mas como tem coisas que só acontecem ao Botafogo (desculpem meus amigos), aos 32 minutos, Seedorf roubou uma bola, se adiantou com ela e num corta luz de um jogador nosso que não podia receber o passe por estar adiantado, avançou e colocou com a categoria que todos conhecem para fazer 2x0. Ufa, ufa! Finalmente, mesmo com quase 15 minutos faltando para o final do jogo, os 3 pontos estavam garantidos. Aos 39 minutos, Seedorf deixou o campo para a entrada do seu amigo no elenco, o Gabriel, e vejam o que é a tranquilidade: mesmo jogando mal, dando passes errados a não se poder contar, o time se acalmou e fez um razoável final de partida, com Cidinho produzindo belas jogadas de gol. Ganhamos e estamos finalmente neste (pelo menos agora, jogando tão mal) almejado sexto lugar.
Vamos no domingo viajar para enfrentar o Galo (e torcer pela velha freguesia). Foi muito gratificante ver, nesta tranquilidade de final de jogo, o nosso agora valioso Andrezinho novamente fazer boas jogadas, segurar a bola como manda a sua experiência e dar a tranquilidade que os mais jovens da meia precisam.
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