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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

15 de ago. de 2012

UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL?


BOTAFOGO 2 X 0 SPORT 

Vencemos!

3 pontos muito importantes, a rodada ajudou muito, subimos para sexta colocação, e está sendo possível notar o aumento da desenvoltura do Seedorf. A tendência é que ele se destaque cada vez mais neste bando, ops, neste time.

E isto pode nos indicar uma luz no fim do túnel? Até pode, mas não parece. Ou pode ser que a luz seja algo nada bom. Acho que descobriremos em breve.



O fato é que o Botafogo continua apresentando o futebol carrossel. Não, isto não é uma alusão ao carrossel holandês de 1974, ilustrado no vídeo abaixo.



Na verdade o Botafogo saiu do futebol montanha-russa de alto e baixos emocionantes e sofridos, e vive um futebol carrossel, engraçadinho quando se vê nos primeiros segundos, e depois muito chato e sem graça, que só fica rodando, rodando, rodando e não sai do lugar.



A grande novidade do jogo de hoje foi ver a torcida vaiando o Renato. Não entro no mérito da justiça das vaias. Tentei entender se a ideia foi recuar o Seedorf para jogar de volante, voltar Elkeson para o meio e Rafael Marques no ataque, mantendo o 4-5-1, ou se o objetivo era partir para um 4-4-2, com o meio formado por Jadson, Andrezinho, Seedorf e Cidinho, e o ataque com Elkeson e Rafael Marques.

Tentei. Porque não consegui ver como o time estava jogando. Parecia que nosso atacante era o Cidinho, o único que incomodava os zagueiros.

Continuo não entendendo, continuo torcendo, continuo sofrendo. Domingo encaramos o Atlético-MG, que empatou com o vice-lanterna Atlético-GO. Considerando o histórico recente de freguesia, podemos até depenar o galo mineiro mais uma vez. Mas de fato ainda falta muito futebol para isso. Menos para o Sidão.


Abraços!






Olá meus amigos alvinegros.

Um time ainda muito confuso entrou em campo hoje com Andrezinho e Seedorf atuando juntos. Elkeson veio, como sempre, muito atrapalhado na frente e com a contusão do Fellype Dodoi (by Alexandre), vimos o Cidinho entrar mas não mostrar nada do jogador rápido e insinuante que se viu em outras oportunidades. Claro que tudo isto começou a fazer o fraquíssimo adversário tentar estocadas rumo à nossa área e aí, o medo da ressureição de mais um defunto foi surgindo no primeiro tempo. Desta vez, nem Andrezinho, o homem do último jogo, conseguia jogar bem.

Isto tudo levou o primeiro chute a gol surgir somente aos 28 minutos de jogo, e foi justamente do adversário, um bizarro time que povoa a zona do rebaixamento. Aos 33 minutos, um impedimento salvador livrou o nosso pífio sistema defensivo de levar o gol e o pior é que o replay da jogada mostrou que o lance era legal. Aos 43:50, num chute forte de um adversário, bateu aquele medo de, além de não termos jogado nada, ainda tomarmos o gol de intervalo, aquele que faz um time que joga o que joga o nosso Botafogo atualmente, voltar para a segunda etapa mais nervoso ainda.

Mas conseguimos sobreviver a estes primeiros quarenta e cinco minutos e voltamos para o segundo para tentar ver o que podia ser feito, ou seja, para tentar os 3 pontos mais fáceis que já vieram a ser disputados no nosso campo. Mas os jogadores continuavam confusos e o nosso primeiro chute a gol em toda a partida só surgiu com Cidinho, que começou a aparecer bem, aos 4 minutos desta etapa. Com isto, quase tomamos o gol novamente aos 8 minutos, numa bola em que incompreensivelmente o nosso marcador, mesmo bem posicionado, conseguiu perder na corrida para o atacante deles.

A lentidão do time tanto irritava quanto impressionava, visto termos mostrado nos bons momentos justamente um jogo veloz e de rápida chegada à área adversária. Aos 20 minutos, Rafael Marques entrou no lugar do vaiado Renato e vejam que ironia, mesmo também não jogando bem, o ‘japa’ levou uma bola pela meia direita e cruzou na área. A defesa deles rebateu errado e a bola sobrou para Elkeson, que mandou para as redes como um autêntico atacante. E não estávamos jogando absolutamente nada. O gol só saiu devido a um erro crasso da defesa adversária. Nem dava para saber o que o time faria dali por diante.

Mas como tem coisas que só acontecem ao Botafogo (desculpem meus amigos), aos 32 minutos, Seedorf roubou uma bola, se adiantou com ela e num corta luz de um jogador nosso que não podia receber o passe por estar adiantado, avançou e colocou com a categoria que todos conhecem para fazer 2x0. Ufa, ufa! Finalmente, mesmo com quase 15 minutos faltando para o final do jogo, os 3 pontos estavam garantidos. Aos 39 minutos, Seedorf deixou o campo para a entrada do seu amigo no elenco, o Gabriel, e vejam o que é a tranquilidade: mesmo jogando mal, dando passes errados a não se poder contar, o time se acalmou e fez um razoável final de partida, com Cidinho produzindo belas jogadas de gol. Ganhamos e estamos finalmente neste (pelo menos agora, jogando tão mal) almejado sexto lugar.

Vamos no domingo viajar para enfrentar o Galo (e torcer pela velha freguesia). Foi muito gratificante ver, nesta tranquilidade de final de jogo, o nosso agora valioso Andrezinho novamente fazer boas jogadas, segurar a bola como manda a sua experiência e dar a tranquilidade que os mais jovens da meia precisam.

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12 de ago. de 2012

BOTAFOGO JOGA MAL DE NOVO

BOTAFOGO 1X1 PORTUGUESA
em São Paulo

Foi ainda pior do que na última partida.

Entramos sem Seedorf e a explicação é que isto fazia parte da adaptação do atleta ao ritmo do brasileirão. Ele foi deixado no banco para entrar no segundo tempo, plano que faz parte do seu preparo para atingir o melhor condicionamento físico, não forçando a barra em jogos contra adversários teoricamente mais fracos.

Só que adversário fraco em futebol tem data de validade. Esta Portuguesa de hoje entrou em campo carregando um estigma de estar a vários jogos sem perder, ou seja, sequência para preocupar a um Botafogo, afinal, nervoso e inseguro pelo início de campeonato tão inconstante. Quem deu então o ar da sua graça foi o estreante Amaral e no lugar do Seedão, entrou o V. Junior.

A péssima notícia inicial nem foi tanto ver Seedorf no banco mas sim, o Eder Roberto Lopes apitando. Mas o time começou sem nos dar sustos e assim, fui acompanhando as tentativas de ataque sem atacantes, regada ao som do Pink Floyd na TV (no encerramento das Olimpíadas). O nosso futebol rolava em campo, confuso mas sem um adversário mais forte para nos deixar mal lá na nossa péssima defesa e ainda assim, eles foram perdendo gols em sequência e como quem não faz leva, desta vez este ditado nos favoreceu: Aos 18 minutos, em escanteio cobrado pelo Andrezinho, Elkeson cabeceou como faria um centroavante e abriu o placar. A esta altura e por todo o restante do primeiro tempo, a nota alta no nosso time era o antes reclamado Andrezinho. Como jogou o cara. Só está faltando mesmo voltar a acertar aquelas faltas para que fiquemos com dois magistrais cobradores, ele e o Seedorf.

Só que uma andorinha só, já sabemos desde nascermos que não é capaz de fazer um verão digno de praia, sol e de uma vitória tranquila em campo. Vitor Junior, o próprio Elkeson hoje goleador e todos os jogadores da nossa meia nada jogavam (claro que honrosa exceção para o “predador” – Andrezinho) e assim, dando campo ao adversário, cedemos um escanteio aos 38 minutos que resultou no empate, e eles ainda tiveram outro tiro de canto um minuto depois. Confusão tática maior não existe neste campeonato. Foram aqueles minutos finais de primeiro tempo de amargar, com o nosso time errando até cobrança de lateral. Foi muita sorte não termos tomado a virada ainda nos primeiros 45 minutos.

Lodeiro entrou no segundo tempo no lugar do V. Junior e pelo menos, mesmo sem o ritmo ideal, melhorou o toque de bola na meia, mas a confusão tática continuava. Muitos jogadores nada jogavam, aí incluído o nosso ‘goleador’ Elkeson. Que má forma é essa? Cadê aquele jovem técnico e voluntarioso da primeira metade do brasileirão passado? Aos 21 minutos foi anunciada a entrada do Seedorf, que veio a substituir o Fellype Dodói (by Alexandre), mais um daqueles que faziam o famoso zero á esquerda em campo. O jogo era tão ruim e o nosso adversário tão fraco, que fomos passar a viver de bolas altas na área para ninguém e eles, nos contraataques destas nossas jogadas bisonhas.

Era uma visão do inferno e tudo meus amigos, na conta da falta do homem gol e da bagunça tática. Amaral, confuso e até nulo no primeiro tempo, melhorou e mostrou a segurança que o jovem Jadson ainda não consegue dar na marcação, mas isto nos serviu apenas para evitar que o pobre futebol do adversário se animasse e se tornasse mais um defunto a ser levantado por nós neste campeonato (Ponte, Palmeiras, Náutico, etc..). Jadson entrou no fim, no lugar do Lucas, que sofreu da paleolítica cãibra (quase não tínhamos mais esta palavra na gramática para explicar o problema do nosso lateral). A pelada com transmissão pela TV ficou mesmo neste empate e na quarta, o Leão vem aí. Será que exorcizaremos mais um zumbi?

SALVOS NESTA PANTOMIMA: Andrezinho, Márcio Azevedo e mais ninguém. Está mesmo feia demais a coisa. Eu diria que a coisa, para nós, está “a cara da riqueza” mas é a riqueza da personagem do Zorra Total.

- Não é por nada galera, mas o Fellype Dodói (by Alexandre) é “os cornos” do meia da novela das 9 da Globo, aquele que não gosta da fruta mas se casou justamente com a Suellen (só mesmo na ficção, né?). Eu só disse que são parecidos, tipo cara de um focinho do outro.

- Elkeson já está na conta de caso perdido. Não acho mesmo que volte a se encontrar em campo, com toda a desculpa de atuar fora da sua posição. Nossa esperança de chegar à área com velocidade passa a ser então o Lodeiro, visto termos observado nesta partida que Andrezinho cai de produção por ter que ceder o seu espaço de campo para Seedorf. Mas OO não deve ter visto que tem 2 jogadores com característica de 10 em campo e nem deve saber que se adaptar Seedorf mais à esquerda, ele ainda assim irá jogar bem.

- E por fim, voltando à minha adorada Londres, será que numa festa daquela magnitude, não tinha como trazer os originais? Um sujeito cantando no lugar do Roger Waters, outro no lugar do Elton John e ainda um outro no lugar do Liam Gallagher. Seria a pindaíba inglesa a responsável por tanta economia nos cachês?

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9 de ago. de 2012

LODEIRO TREINA NO BOTAFOGO


Seria ele a solução para o futebol do time?
 

É meus amigos. A coisa não está mesmo fácil.

O time tem tentado jogar bem mas aleijado do jeito que a diretoria o deixou, toca a bola, toca a bola mas tudo acaba em gol nas nossas redes.

Na quarta-feira, neste jogo contra o Palmeiras, vimos os jogadores tocando a bola ainda melhor do que no jogo lá em Barueri mas o que fazer com ela, se ao chegarem ao ataque não encontram o cara que deveria estar lá? Será então que Lodeiro, meia de origem, poderá levar com a sua velocidade este time para as redes? Eu realmente não sei o que irá acontecer, visto até o Seedorf, por vezes, sofrer com a bagunça tática, mas que temos que pensar em alguma coisa, disto não tenho mais dúvidas.

Com a palavra, a galera.

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8 de ago. de 2012

BOTAFOGO PERDE DE NOVO - EM CASA


BOTAFOGO 1X2 PALMEIRAS
No Engenhão


Vamos dar as boas vindas a Rita de Cássia Torres. Com a sua chegada, o nosso blog alcança a marca de 55 seguidores. Seja bem vinda Rita, e comente à vontade.


Pois é meus amigos. É isto mesmo que vocês leram aí na imagem acima: "tive a coragem" de deixar a minha casa, a minha pequena filha e sair, neste frio danado, dirigindo feito um doido, só para não chegar atrasado e apoiar aquele bando que se viu em campo, querendo jogo no início sim mas logo caindo na mesmície, visto sabermos que não adianta um time que quer pegar ritmo ficar criando, se lá na frente não vai ter quem empurre a bola para dentro do gol.

E como crueldade máxima, jogávamos contra o time que tem um elenco bem razoável mas que escala hoje o melhor matador atuando aqui no país, talvez só atrás do Fred. O resultado foram os seus dois gols, um Botafogo perdido em campo e o treinador mais perdido ainda à beira do gramado. Seedorf, como sempre, mostrou a velha categoria mas até ele se perde ante tanta confusão tática e tanto jogador andando pelo gramado, sem saber o que fazer e a quem entregar a bola.

O receio de dias piores agora só aumenta. Claro que na próxima quarta, é bem provável que o doente aqui esteja lá de novo, mas este time bem razoável do Palmeiras que veio aqui, certamente, não só não perde a vaga na sulamericana como também já descobriu, para este jogo e o do returno do brasileirão, a forma exata de parar este esquema sem sal do Botafogo.

Não tenho mesmo mais nada para falar do que vi hoje lá no estádio meus caros amigos. Ah! Tenho sim: os caras mandaram embora 5 atacantes com todas as chances de serem titulares, apesar da inconstância de quase todos, e trouxeram do Japão um sujeito que não dá em bola nem quando ela vem pelo alto e ele poderia subir mais do que as zagas que enfrenta. É isto o que o Botafogo tem feito neste campeonato. Só não estamos em pior colocação na tabela devido à mediocridade dos times abaixo de nós.

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Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG