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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

18 de jun. de 2012

A SELEFOGO

HÁ 50 ANOS, UMA CONQUISTA ALVINEGRA INIGUALÁVEL



Seleção é bicampeã mundial no mundial do Chile.
A lenda 'Selefogo' se populariza de vez.

A pátria de chuteiras se transportou inteira para o Chile, na bola e no pensamento, sonhando com a glória e a eternidade no futebol, mas o destino parecia querer nos pregar uma peça. E este desfecho trágico parecia ter o ápice com a contusão do Pelé, logo na segunda rodada do mundial. Mal sabiam os céticos e amedrontados torcedores brasileiros, que um novo Rei do futebol surgiria nos estádios chilenos, praticamente fazendo transposição das chuvas do Pacífico para o deserto de Atacama, tamanha a qualidade do seu jogo e a magia que mostrava em campo. Seu nome: GARRINCHA.

Não foi de graça ou por simpatia ao Botafogo, a manchete cravada pelo jornal The Times de Londres após a final daquela Copa, quando depois de derrotar a antiga Tchecoslováquia por 3x1, a nossa seleção sacramentou o bicampeonato mundial e o seu poderio no futebol. Disse o conceituado jornal:

“...O MAIOR JOGADOR DE FUTEBOL DO MUNDO NÃO É PELÉ: É GARRINCHA...”




Tudo aconteceu assim.

Com a contusão de Pelé no segundo jogo da primeira fase, o Brasil dependeu de outro craque para levantar pela segunda vez o troféu de campeão mundial: Mané Garrincha. Com dribles desconcertantes, irreverência, cruzamentos precisos e chutes poderosos, o "gênio das pernas tortas" encantou os chilenos e a imprensa mundial presente à Copa e foi considerado o melhor jogador do torneio.

Garrincha assumiu o comando do espetáculo de forma tão magnífica, que até gols de cabeça e de perna esquerda o craque fez. Com seus dribles lendários, o “anjo de pernas tortas” levou o Brasil nas costas na Copa de 62. A Seleção se classificou em primeiro na fase de grupos, eliminando a Inglaterra nas quartas e os donos da casa nas semifinais. Mas pode-se dizer que o Brasil só decolou mesmo a partir das quartas, quando Garrincha chamou para si a responsabilidade e dizimou o English Team: Brasil 3 a 1 Inglaterra.

No dia seguinte os jornais ingleses estampavam: “Mané Garrincha é um extra-terrestre”. O jornal The Times foi além, colocando em manchete ao final da Copa 'O rei do futebol não é Pelé: é Garrincha'. Nas semifinais, o Brasil venceu o Chile, dono da casa, por 4 a 2 no Estádio Nacional lotado. Os chilenos, com o lema “como nada temos queremos tudo”, surpreenderam e ficaram com um honroso terceiro lugar ao derrotar a Iugoslávia. O Chile havia sofrido com o maior terremoto da história até então (um dos maiores já registrados até hoje), e praticamente reconstruiu a capital para receber a Copa, daí a expressão de luta e fervor nacionalista.

A final da Copa, contra a Tchecoslováquia, foi difícil. Garrincha jogou com 38º de febre e os Tchecos abriram o placar. Mas a simples presença do Mané em campo assustava os adversários e assim, Amarildo empatou a partida e Zito virou o jogo. Vavá marcou o último gol do Brasil, ratificando a glória da era Garrincha. O nosso gênio alvinegro até havia sido expulso na semifinal, mas a força da antiga CBD (atual CBF) aliada ao clamor da opinião pública mundial presente ao evento, fizeram com que fosse escalado na final. Afinal de contas, o bom senso prevaleceu, visto o nosso rei brasileiro (alvinegro) ter sido expulso por revidar agressões em sequência e não por lance de violência gratuita.




Abaixo, uma reprodução, com adaptações, de texto da edição eletrônica da Revista Placar de junho/2012, nestes 50 anos do bi mundial. 

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Bicampeão. E a festa verde-amarelo que começou nas ruas chilenas de Santiago rapidamente se espalhou por todas as cidades do País, pelo mundo, onde houvesse um torcedor brasileiro. Há exatamente 50 anos, em 17 de junho de 1962, a Seleção conquistava seu segundo título na história das copas.

Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo e Zagallo. Este foi o esquadrão de heróis, comandado por Aymoré Moreira, que fez o planeta reverenciar mais uma vez o talento, a ginga e a malícia do futebol-arte canarinho. Pelé, o Atleta do século XX, havia sofrido uma lesão muscular, dando vaga para o competente Amarildo. Sem o Rei do Futebol, a coroa ficou para Mané Garrincha, o craque das pernas tortas, do drible desconcertante, que deixava os rivais humilhados, a estrela do Bi.

O Brasil fez sua estréia de forma correta, derrotando o México por 2x0, mas foi na segunda partida que o destino começou a conspirar a favor de Garrincha naquela Copa. Pelé se contundiu contra a Tchecoslováquia e isto, de certa forma, abalou o grupo que não conseguiu sair do empate sem gols. Garrincha então vestiu o manto da responsabilidade como se dissesse "agora é comigo. Esta Copa é minha". Relatos não confirmados dão conta de que a lenda do Botafogo havia declarado que Pelé se sentira embaçado por ele desde 1958 e que, com a ausência do 10 santista, quem iria se consagrar como melhor do mundo era ele. Dito e feito.

Um jogo para a história: Brasil 3x1 Inglaterra com show do Garrincha 
Até o cachorrinho entrou em campo, como quem diz "quero entrar também para a história" 


Amarildo entrou no lugar do Pelé (o quinto jogador do Botafogo em campo pela seleção) e o nosso time venceu os espanhóis por 2x1, jogo de vida ou morte para definir quem passava para as quartas. Veio então a fase seguinte e, com Garrincha inspiradíssimo e já à vontade com o cetro e a coroa do futebol, o passeio se fez com um definitivo 3x1 sobre a Inglaterra, o que motivou o tratamento dado ao lendário craque do Botafogo pela imprensa inglesa dali por diante (fato mostrado no início desta postagem com as manchetes dos jornais ingleses). Chegou a semifinal e novo passeio da selefogo, com um 4x2 sobre os donos da casa e a vaga na decisão do mundial. Na final, aquele Brasil 3x1 Tchecoslováquia (atual República Tcheca) só teve mesmo o papel de cumprir os desígnios do destino. O futebol do Brasil, através do Botafogo, subiu de vez ao mais alto degrau do esporte mundial.

Assim se fez a história do melhor futebol de todos os tempos.

ISTO É BOTAFOGO. ISTO, NINGUÉM CALA.


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16 de jun. de 2012

O TIME DA VIRADA É O BOTAFOGO


BOTAFOGO 2 X 1 INTERNACIONAL

Em Porto Alegre 


 Vencemos! Convencemos? Digo que sim. Mas vou ser curto, muito curto. Deixo a postagem para o Paret.


O fato é que com menos desfalques, e jogando com vontade, o time é bom. Isso, bom. Não é ótimo, não é forte, e também não é ridículo nem medíocre. Mediano.


Com alguns reforços podemos até ir mais longe, principalmente tendo elenco para suportar os desfalques. Lennon estreou bem, acho que temos reserva para lateral DIREITA. Ainda falta mais um lateral.


A zaga é problemática e deve continuar assim. Antonio Carlos não é maravilhoso, mas pode dar mais consistência. Dória pode entrar mais vezes. Mas precisa um zagueiro bom, e jogando bem pelo alto.


Tudo é possível daqui para frente. Seguimos na luta, inclusive pelos reforços prometidos e por tanto tempo esperados.


Abraços.




Vou começar reclamando, caros alvinegros. A virada foi maravilhosa, o time no segundo tempo foi algo próximo do ideal mas não podemos nos calar e é bom que gritemos na vitória. Como é que um juiz entra em campo, olha a camisa do Botafogo e aplica um cartão amarelo para um atleta do clube com 2 minutos e meio de jogo? E o pênalti escandaloso no Vitor Junior aos 21 do segundo tempo? Aonde é que vai parar esta leniência da nossa diretoria? Vitor Junior levou seu cartão aos 2 minutos e Guinhazu em falta no Lucas por trás não levou aos 22 da segunda etapa, ou seja, o critério é: se o Botafogo está em campo e joga mal, deixam correr mas se estiver jogando bem, amarram no apito.

No mais, o Botafogo só fez o que fez (foi melhor no primeiro e infinitamente superior no segundo tempo) por ter entrado com 11 em campo, visto hoje o Andrezinho não ter errado praticamente nada e assim, fez valer a sua categoria de bom jogador que é. Golaço na primeira jogada (vejam no vídeo acima) e escanteio como deve ser cobrado no segundo. Mas ainda esbravejando, este jogo me lembrou em muito aquele contra o Corinthians no Pacaembu, no ano passado, com o juiz não querendo que o nosso time fizesse gol até quando pudesse nos segurar. Mas tal como naquela noite em São Paulo, hoje também vencemos, viramos fora contra mais um adversário forte e temos que manter esta pegada aqui. Tivesse o time jogado até com menos ímpeto contra o Cruzeiro do que o que vimos hoje, estaríamos comemorando 12 pontos mas muito pelo contrário, os azuis são vice líderes e isto significa mais um defunto tirado da tumba pelo Botafogo. Que venha então a Ponte Preta. Não existe qualquer possibilidade de não se pensar em 12 pontos no final do próximo domingo.


- O craque deste jogo, inacreditavelmente, foi o Andrezinho. Errou tão pouco que nem tem como lembrarmos quando e como foi. Aquela bola entregue no gol deles, que gerou a falta, foi passada para o Gabriel por alguém da meia mas acho que foi o Vitor Junior. Foi menos um erro na conta do André hoje.

- Das enceradeiras que eu conheço. A nossa, Maicosuel, deu o contraataque de praxe para o adversário ali faltando 3 minutos para acabar a partida. A jogada acabou gerando aquela falta que quase redundou no empate. Mas a maior enceradeira do país, D´Alessandro, não podia faltar neste jogo. Fez um primeiro tempo magnífico (magnífico mesmo galera, coisa de jogador argentino fora de série... brincou com a marcação do Botafogo e por vezes, sozinho), mas na volta do intervalo resolveu “dar um brilho” no gramado. Risível este Hermano.

- Gostei do Lennon. Manda agora vir o Mc Cartney. O Ringo não, pois era um tremendo pereba.. kkkkk. O garoto é destro ou seja, lateral direito/direito (o pé esquerdo só serve para usar na embreagem), atuou no lugar do Márcio Azevedo todo torto, errou algumas das jogadas que tentou mas não se intimidou. Que continue assim.

- Não é mole não. Do outro lado, tinham Dagol, Damião, Oscar, D´Alessandro, Guinhazu. Todo mundo de seleção.

- Este dia vai ficar marcado como aquele em que vi um cara chamado Lennon dar conta do badalado e endeusado Oscar. Cadê o 10 da seleção? Anotem aí meus amigos, isto pode vir a ficar no anedotário do futebol como ficaram Borrachinha, Cocada e Dimba, para ficarmos somente nestes três.

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12 de jun. de 2012

ACORDA BOTAFOGO!

UMA INCONVENIENTE VERDADE SOBRE 
O MOMENTO ALVINEGRO

 O QUE QUEREM AFINAL ESTES DIRIGENTES?




MANIFESTO

Senhores dirigentes do Botafogo. Como diria a personagem Vani, dos Normais (está num Orkut destes aí), não tomem isto como reclamação mas sim como manifesto de descontentamento. Certo de estar aqui representando a opinião da maioria dos amigos/autores deste espaço, não quero contudo parecer estar posicionando o blog sob um holofote que, sabemos, não está apontado para ele. Tampouco achamos que 12 ou 14 participantes mais constantes deste Botafogo Eterno venham a fazer barulho suficiente para chamar a atenção das pessoas das quais queremos reclamar. Contudo senhores, a situação atual do clube/time requer soluções que não sabemos se alguém em General Severiano hoje está capacidado para perceber/tomar.


Mas nós não temos o poder de assumir o clube e mudar tudo, visto serem os senhores os responsáveis pela administração da entidade. Procurem então acordar para a realidade que ora vivemos. Se o compromisso com suas futuras carreiras os está fazendo cegos a ponto de não perceberem o nosso prejuízo, enquanto reais interessados no que ocorre com o time “aqui embaixo” aonde estamos, ouçam-nos/leiam-nos e nos atendam. E se acham, como eu acho, que a pequena luminária aqui do Botafogo Eterno não é suficiente para fazer o blog lhes mostrar a luz, saiam aí pela internet: a rede inteira clama por uma solução para o estado de coisas atual, visto todos já terem percebido (permitam-me o linguajar popular) ESTAR MUITO FEIA A COISA. Queremos soluções já, não temos muito tempo para esperar promessas anuais nunca cumpridas e nesta toada, desejamos sinceramente ver o alvinegro no lugar que ele merece, com ou sem os senhores. Preferiríamos ver com os senhores, visto estarmos ainda muito longe do final de 2014, época das próximas eleições no alvinegro.


MAS COMO NEM TUDO SÃO RECLAMAÇÕES, RECEBEMOS NESTA SEGUNDA FEIRA NO BLOG O NOSSO 54º SEGUIDOR. E TRATA-SE DE UMA GUERREIRA ALVINEGRA, CLARA LUISE. SEJA BEM VINDA, CLARA. PODE COMENTAR À VONTADE.

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10 de jun. de 2012

BRASILEIRÃO 2012 - BOTAFOGO ENTREGA MAIS UMA

BOTAFOGO (Delivery) 2X3 NÁUTICO

Em Recife



O FORMATO ORIGINAL DE COMENTÁRIOS ESTÁ DE VOLTA, GALERA.


HÁ MESMO COISAS QUE SÓ ACONTECEM AO BOTAFOGO.

Que me desculpem os amigos do blog que não gostam desta expressão, mas alguém tem outra para explicar este jogo de hoje? Depois de um primeiro tempo no qual o domínio avassalador do adversário nos deu a impressão de um placar moral de 5x2, volta o Botafogo para a segunda etapa com 11 jogadores, tirando o risível Andrezinho para a entrada do hoje fraco Elkeson e fizemos 2 gols da mesma maneira com que tomamos 3 na última partida.

E digo que tiramos no intervalo um 10 que fazia turismo em campo e colocamos outro muito fraco no seu lugar, porque a única coisa que o Elkeson fez mesmo foi correr. Seu futebol hoje é mais do que comum (vende logo, diretoria!) mas pelo menos, voltamos a ter 11 atletas em campo. Melhor, ficamos com 10 e meio pois Maicosuel só fazia armar contraataques para o adversário. Não tem jogado nada faz tempo o camisa 7 do Glorioso. Já estou quase firme na opinião de que o clube perdeu 12 milhões de reais na maior pixotada dos tempos modernos já feita em General Severiano. Aquele gol contra o Vasco na decisão da Taça Rio foi coisa do acaso mesmo, pois o que se vê deste atleta hoje é muita insegurança para fazer uma jogada, nenhum drible daqueles que fez o Botafogo gastar tanto dinheiro para tê-lo de volta e nos segundos tempos, ainda parece perder a capacidade de raciocinar.

Digo-lhes que vi hoje o time até com chances de ganhar mas isto devido à fraqueza do nosso adversário, só que sem querer ser 'Pai Marcão' mas antevendo o pior pelas circunstâncias, estou com muito medo de que pixotadas como as vistas nesta partida (este primeiro tempo como não me lembro até hoje de outro do time), sendo repetidas em Porto Alegre no sábado que vem, periga nos fazerem voltar para o Rio completamente desmoralizados.

Quero mesmo estar enganado mas só sairemos dos 6 pontos depois de uma "conversa bem séria" com este grupo na volta do jogo do sul.

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Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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