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14 de mai. de 2026

COPA DO BRASIL 2026 - É DECISÃO

Time enfrenta a Chapecoense com vantagem do empate,
joga muito mal e não consegue a classificação

 

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PRÉ JOGO

- Notícias

- O imbróglio do Textor, a novela continua.

A AGE (Assembleia Geral Extraordinária) da SAF, que foi marcada após uma exigência do juiz do processo de recuperação judicial, foi realizada nesta quinta-feira, às 11h. O evento ocorreu de forma online. A Eagle/Ares não terá direito a voto, depois da Justiça do Rio ter suspendido decisão do Tribunal Arbitral que devolvia os direitos políticos à holding.

Antes da reunião, Durcésio Melo se demitiu do posto de CEO temporário e foi colocado em seu lugar o sr. Eduardo Iglesias. Este era da diretoria da Saf, mas pediu demissão quando os desmandos do Textor começaram a trazer prejuízos para a administração do clube, daí, ser um nome aceito pelas partes envolvidas na "confusão" (Ares, Eagle, Saf e Associativo Durcésio, com ligações com o Textor, sofria resistências à sua permanência).

A GDA Luma, que informa-se estar muito imteressada em adquirir a Saf do clube, só observa.


- Escalação: 
 



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OPINIÃO 

 


Não sei o que será do Botafogo no segundo semestre mas, eu diria há alguns dias, que se pudesse voltar da folga da Copa do Mundo sem o Artur Cabral já seria um bom recomeço. Agora já posso afirmar que retornar sem a máscara nefasta do Danilo poderá vir a ser uma retomada da competitividadde.

Este atleta deve ser convocado para a Copa do Mundo, se o for pode ser titular e se jogar como titular, pode até fazer gols importantes, mas o vejo na mesma toada do atual mascarado-mor Viny Junior. Não produz mais nada, não arrisca mais nenhuma jogada que o seu talento seria capaz de produzir e fica como um bibelô em campo, para deleite dos "sabe nada" dos microfones que o enaltecem por uma ou outra matada de bola 'de craque'.

Quanto ao time, tomou um 2x0 "injusto mas com justiça", pela sonolência com que encarou o primeiro tempo levando os 2 gols, pela incompetência para fazer ao menos um que levasse à disputa de pênaltis na reta final e por fim, por ter tantos atletas atuando mal, alguns até de grande qualidade com a bola no pé, mas atualmente improdutivos. Pode ser o descalabro administrativo, pode ser a inexperiência do técnico, a situação dos goleiros, pode ser tudo, mas a superioridade de elenco do Botafogo ante este adversário de hoje era um abismo, abismo superado pelo nosso pequeno mas valoroso adversário por ter jogado com raça e com brio.

Que os deuses alvinegros abracem a nossa caminhada no segundo semestre, pois periga ser uma 'passeio sobre cacos de vidro'. 


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Resumindo em uma palavra: fiasco. Time começou ficando com a bola e tendo ate mais ação ofensiva, mas era frouxo nas poucas investidas do adversário. E foi isso, muitos erros, pouca pegada, alguns jogadores mascarados, com cabeça em seleção e provável negociação, outros só na vontade, e alguns com nada mesmo, dessa vez Artur Cabral não teve nem um bola no final para chutar, fazer o gol, e ficar com saldo zero na atuação, hoje foi sumidade total.

Acabou Libertadores, acabou Copa do Brasil, ainda temos Sulamericana e Brasileirão, mas a expectativa é só tentar sobreviver a esse ano. Vai ser duro.

Abraços. 

 

21 de abr. de 2026

COPA DO BRASIL 2026 - ESTREIA

Time não acha o caminho do gol, martela até o fim e sai com o placar mínimo 

1x0
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PRÉ JOGO

- Notícias

O imbróglio do Textor não para. A série bem poderia ser denominada como "as novas invencionices do Textor".

A nova fase fala em recuperação judicial, o que os analistas acham viável porém, capitaneada por outra pessoa que não o americano, a quem se reputa a fama de não pagar a ninguém. 

No meio disso tudo, veio novo transfer ban da Fifa, desta vez pelo não cumprimento do acordo de compea do Rwan Cruz. Quem merece?


- Escalação: 
 


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OPINIÃO 

 

..Copa do Brasil é fogo.

Foi um primeiro tempo naquilo que o movimento "ataque contra defesa" tem de pior. Atletas sem pontaria, atletas ao estilo "um a menos", time adversário com o famoso "ônibis estacionado na frente da área, enfim, aquela agonia.

Vitinho e Caio Roque eram aqueles "um a menos" citados, com destaque totalmente negativo por outrora número 2 da seleção. Como caiu o futebol do Vitinho!

Bom, inútil quase o tempo todo.

Pelo menos, foi inútil até os minutos finais da partida, quando após inúmeros "se livra da bola" ou passes tortos ou para trás, criou uma bela jogada num cruzamento pro Teles, que entrara no meio do segundo tempo. Este recebeu a bola, cabeceou para o chão e sacramentou o 1x0 como se fosse um autêntico número 9.

Dia 14/5 haverá o jogo da volta em Chaoecó.
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Se no campeonato brasileiro, no jogo lá, fomos arrasadores, fazendo logo 3 gols, sem trazer a certeza de que se jogou tudo isso (no final o placar foi 4 a 1), hoje o domínio foi de 90 minutos, pressão total, dobro de posse de bola. 

Mesmo quando a Chape partia para o contra ataque, e até levava perigo, dando a impressão de poder marcar em qualquer bola vadia, ainda assim o domínio era todo nosso.

Algum jogadores com muito apetite, mas nossos laterais estavam apagados, Caio Roque sem dizer a que veio, e Vitinho sem vontade, acionado mas apagado, sem gerar grandes lances, apesar da facilidade pelo lado direito.

Outros jogadores como Kadir, Matheus Martins, Junior Santos mostravam muita vontade, mas faltava qualidade. Danilo estava bem e Montoro apagado. Depois Montoro cresceu e Danilo sumiu um pouco.

Fizemos diversas substituições. Entrou Telles, Cabral, Medina, Edenilson e Correa.

Amassamos, 18 chutes a gol a 5, 4 no gol a 0. Mas o gol não saía. Teve bola na trave, bola pega quase em cima da linha, mas não entrava. Só que nos instantes finais, no começo dos acréscimos, a Chape que veio com o objetivo de não deixar ter futebol, foi punida. Vitinho foi a linha de fundo e cruzou, a bola foi no segundo pau, para na entrada em diagonal Telles cabecear para baixo e fazer o gol da partida.

1 a 0 é pouco, mas vamos para o jogo da volta com a vantagem do empate. Para o antijogo que a Chape apresentou talvez seja suficiente.

No imaginário no agregado estamos com 5 a 1... quem dera. Mas acho que dá pra fechar em um 2 a 0 bem simples.

Abraços.. 

 

1 de out. de 2025

VALE VAGA NO G4

Mais uma vez em busca do G4, time supera dificuldades e vence o jogo

2x1

 

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PRÉ JOGO

- Notícias

- Em um ano de altos e baixos (agora muitos mais baixos do que altos), surge uma boa maré para tranquilizar o clube com relação a 2026. A CBF mudou as regras da Copa do Brasil, que agora contará com todos os 20 clubes da série A. O Brasileirão também mudou e teve o seu início antecipado para janeiro. Num ano de Copa do Mundo, o clubes agradecem.


- Escalação: 




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OPINIÃO 




E jogamos como nas últimas partidas, portanto, sendo bastante repetitivo, podemos encher de clichês: vence mas não convence, sofre mas vence, perde gols e dificulta jogo que poderia ser fácil, quase complica partida que parecia ganha, etc, etc, etc.

Seguimos tendo um grupo de bons jogadores, mas não temos um time. Soma-se à bagunça a profusão de contusões, e temos um cenário catastrófico, mas mesmo assim, com pelo menos uns 2/3 do campeonato já jogado, e estamos no G4.

Vencemos um pra lá de confuso Bahia, mas que é time de alto investimento, com trabalho de longo prazo, e que está no topo da tabela.

Acho que será assim até o final do ano, e vamos torcer muito, pois será com sofrimento e mesmo assim podemos terminar em um improvável mas natural G4.

Detalhes do jogo? Atuações? Gols? Deixo para o Paret e para mídia especializada. 

Abraços.

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Enquanto aguardava o tempo para vir aqui postar sobre o jogo, eis que me deparei com esta notícia acima no Fogãonet.

Agora, além do dia do Botafogo (16 de maio) e do dia do torcedor do Botafogo (9 de agosto), todo dia 30 de novembro será comemorado o dia do Botafogo Continental, em alusão ao feito histórico de 30/11/2024 em Buenos Aires com a invasão da cidade pela torcida e a conquista da Libertadores.

Precisávamos mesmo de boas notícias. 

O jogo


É incrível como times bem construídos em matéria de atletas (bons jogadores, no caso) passam por situações tão parecidas, para o bem quando estão na ponta da tabela ou não tão para o bem quando lutam mais abaixo.

Casos aqui de Botafogo e Bahia. Parece algo combinado: é um jogo bom, com vitória para logo depois vir um certo relaxamento e sumir aquele futebol que mesmo sem brilho superou tudo e aí, vem a derrota.

O nosso adversário, numa partida contra o Palmeiras na qual o seu goleiro (assim como hoje) saiu como melhor em campo, venceu os paulistas e chegou aqui nessa vibe. Relaxou, tomou um 2x0 e só fez o seu gol num lance de absoluta sorte, pois o normal seria o trôpego mas lutador time do Botafogo ampliar ainda mais o placar.

Já o Botafogo sai de uma heróica vitória contra o Atlético-MG para, relaxado e desconcentrado, entregar o ouro para o Fluminense na rodada seguinte e, ainda antes, atropelar o bom Bragantino numa goleada retumbante para no jogo seguinte perder para o São Paulo em mais uma péssima atuação. 

Pois hoje, nessa vibe do "hoje nao, hoje sim" era o nosso dia do sim.

Foi incrível como não jogávamos absolutamente nada mas com uma aplicação na marcação em que o adversário por vezes se sentia encaixotado, fomos lavando o jogo para aquilo que queríamos, ou seja, fazer um gol em casa, acalmar os ânimos e esperar o adversário reagir para então fazermos as nossas rápidas transições.

Não funcionou muito bem já que era tudo muito mais luta do que boas jogadas de área, mas voltamos do intervalo, fizemos o segundo gol bem rápido e nem mesmo o gol deles serviu para que pudessem imprimir uma reação mais forte, até também atrapalhados pela expulsão do seu atleta que simulou um pênalti.

E assim, depois de tentar o "feito" por um sem número de vezes, CHEGAMOS FINALMENTE AO "PARADISÍACO" G4.

Eu juro que me deu vontade de ir lá nos marcadores para buscar todas as marcações do tópico 'em busca do G4', já feitas aqui nas postagens, jogo após jogo, pois de memória eu acho que ando marcando isto há uns 2 meses.

Foi isso. No final de semana, com mais uma mudança de escalação pelo 3⁰ cartão amarelo do Cuiabano e a contusão do Kaio, iremos enfrentar o Inter no sul.

Estamos no G4, galera!

 


Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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