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7 de ago. de 2024

COPA DO BRASIL - OITAVAS DE FINAL

Contra o Bahia, em Salvador,
time não resiste ao apito e perde por 1x0
 

PRÉ JOGO

- Notícias

- Tiago Almada desembarcou no Galeão no domingo e na segunda feira já treinou com o grupo.

-  Já a notícia que preocupou no final dessa tarde foi  o pedido do Damián Suárez para não embarcar com o grupo. O atleta alegou problemas pessoais, mas um site publicou matéria dando conta de que o Penharol do Uruguai pode estar na jogada tentando contratá-lo. 

- Escalação: 
 


O time titular 

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OPINIÃO 




Desfalcados de Tiquinho, tivemos o não relacionamento do Damian, em situação nebulosa e mal explicada. Com essas peças a menos o jogo parecia que seria mais difícil, e começou bem disputado, mas não demoramos a encaixar os passes e ter domínio da partida, que era um jogão. Poderia ser gol a qualquer momento mas o domínio e melhores chances eram nossos, faltando só o acerto do passe final. Por exemplo, um lindo lançamento de Almada para Savarino na direita rendeu um cruzamento quase perfeito que ia direto pro pé de Luiz Henrique encostar para o gol, mas o goleiro deles conseguiu o toque de ponta de dedos para tirar a bola da frente do nosso atacante e impossibilitar o chute a gol.

Mas já quase terminando o primeiro tempo o VAR chamou o árbitro para revisar uma subida do Gregore que desceu com o braço aberto. Nada de cotovelada, nada de empurrão, nada de tapa, um braço aberto na descida da cabeçada que resvala no rosto do jogador que disputou a bola. Falta, talvez um amarelo pelo risco assumido, mas a decisão do VAR e do árbitro foi de vermelho, e isso mudou o jogo. 

Segundo tempo de ataque contra defesa, nossas saídas em contra ataque morriam na ótima marcação deles, e quando conseguíamos rompê-la não tinham o menor pudor em parar a jogada com falta, mas isso só rendeu um amarelo para eles. Ainda assim encaixamos 3 contra ataques bons, em um Ponte marcou impedido, em outro Ponte perdeu o tempo do chute na área.

Novamente tivemos Luiz Henrique como nosso melhor jogador, mas com o jogo terminando, o cansaço, o domínio só aumentava, e já quase nos 40 minutos eles abriram o placar. Ainda tentamos um abafa com um a menos, mas sem sucesso.

Uma competição a menos, e recuperando os contundidos e entrosando o Almada, que nem decepcionou mas nem entusiasmou, podemos brigar pelo menos por uma delas.

Agora é rodar o elenco sem menosprezar o eficiente time do Juventude, e preparar para as batalhas contra o Palmeiras na Libertadores e a partida do outro final de semana contra o vice-líder do campeonato.

Faz parte... vamos em frente.

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A BANDEIRINHA ANA PAULA VIVE!

Aos 44 minutos de jogo, Gregore subiu com a marcação e na descida abriu o braço, raspando no rosto do marcador num lance em que o juiz não viu nada demais (sequer deu amarelo).

Mas o cara da sala de vídeo não podia deixar passar. E o do apito, com vergonha de voltar do monitor e manter a sua decisão de campo, expulsou o nosso atleta e ACABOU COM O JOGO.

Lógico que atuando na casa do adversário, um time forte (top 6 no Brasil na atualidade), sem vários titulares e com um a menos, o esquema de jogo pensado pelo técnico para o jogo foi pelo ralo.

E também foi para o brejo o próprio jogo.

Seguramos o ímpeto deles, tivemos alguns contra ataques, uma ou duas bolas em que se pode dizer que perdemos o gol mas aos 41 minutos eles acharam uma brecha do nosso lado esquerdo da defesa e fizeram o gol da classificação.

Vai ser necessário que, com a sua verdade, o seu dinheiro e a sua vontade de mudar, o Textor investigue a fundo a tal "tristeza do Damián", pois daqui da minha sala eu estou com umas dez pulgas atrás das orelhas. Já quanto às Anas Paulas versão 2024, o Boss já chutou a coluna do viaduto e agora só nos resta mesmo esperar.

Foi isso

30 de jul. de 2024

BOTAFOGO x BAHIA

Pelas oitavas da CB, time faz 1x0
mas vacila e cede o empate

 

 

PRÉ JOGO

- Notícias

- Matheus Martins chegou ao Rio e assinou contrato até o final de 2028.


- Escalação: 
 


O time titular 


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OPINIÃO 




Serei breve, brevíssimo. Se no chocolate de 3 a 0 para o Cruzeiro eu apontei pontos positivos, neste empate, num jogo até bastante disputado e bom de ver, eu não gostei. O time não evoluiu e me atrevo a dizer que sentiu muito a falta de Junior Santos e a capacidade de criar e atacar pelos dois lados.

Pesou também, nesta partida, a atuação abaixo tanto de Marlon Freitas quanto de Savarino. Empatamos, podíamos ter vencido, podíamos ter perdido. Decidir este jogo de 180 minutos lá na Bahia saindo com um empate vai ser muito complicado, e a sequência na Copa do Brasil pode ter ficado comprometida.

De qualquer forma, fica claro que hoje se enfrentaram dois dos quatro ou cinco melhores times do país no momento, e é isso, não haverá jogo fácil daqui para frente. Ainda sigo acreditando que em pelo menos uma competição iremos brigar por título até perto do final, resta saber qual e que posição iremos alcançar no final.

Abraços.


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Não gostei.

E como disse aos amigos aqui do blog lá no nosso grupo alvinegro, não teria gostado nem se tivéssemos feito o segundo gol.

O nosso treinador veio da Europa com fama de técnico brasileiro das antigas, aqueles do Botafogo, do Santos e do Cruzeiro, na forma de botar o time para a frente e, ou perder ou ganhar com placares de 4x2, 6x3 e por aí.

Chegou, mandou 4 atacantes a campo, perdeu no início mas logo começou a criar uma liga de time que vence muitos jogos e que não abdica do ataque.

Ocorre que há adversários e adversários, torneios e torneios e nisso, parece que o portuga ainda não ligou as suas antenas, como comprovam os resultados desta semana contra o Cruzeiro e contra o Bahia.

E pior ainda, nessa questão do jogo da Copa do Brasil.

Vencer lá em Salvador ganha sempre ares de tarefa impossível e aí vem outro receio, o de que ele também não esteja atento ao aproveitamento do time nas cobranças de pênalti, caso isto seja necessário.

Nunca podemos esquecer do fiasco do ano passado nos jogos contra o Athlético.

Hoje, até fizemos o nosso gol rápido em momento no qual sufocamos este qualificado adversário, mas ceder os espaços que cedemos não pode ser uma praxe para o elenco que o Sr. Textor está entregando ao treinador, o que resultou no empate deles que veio através da forma ultra displicente com que passamos a tratar o jogo após o nosso 1x0.

Vamos aguardar os próximos capítulos desta nossa saga e ver se o 'professor' será capaz de aprender essas simples lições.

22 de mai. de 2024

COPA DO BRASIL - O JOGO DA VOLTA

Time vai a Salvador




PRÉ JOGO

- Notícias

- Foi informado hoje que a contusão do Jefinho vai afastá-lo do time por dois meses.


- Escalação: 
 


O time titular 

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OPINIÃO 




Escalação "titular" diante dos desfalques. Para mim, no momento, o time titular é John, Damian, Halter, Bastos, Hugo, Danilo, Marlon (ou Tche Tchê), Tche Tchê (ou Eduardo, ou Romero), Junior Santos, Tiquinho, Savarino.

Também sem surpresas o Vitória iniciou partindo para cima, usando a torcida foi pressão total, marcação alta, pressão na saída de bola, e ataque incisivo. Mas o time segurou a pressão bravamente, e passados os 15 minutos iniciais o gás deles foi acabando, com 20 o domínio já era relativo, e dos 25 para frente a coisa já estava quase lá e cá, ainda com domínio deles, na vontade, e a gente cadenciando e indo melhor na técnica. Destoava no nosso time Luiz Henrique, mais uma vez disperso, e com isso não tardou a perder um gol fácil por preciosismo.

Quase no final da primeira etapa Cuiabano fez infiltração pela esquerda, recebeu excelente passe de Marlon Freitas e fez ótimo cruzamento para área, a meia altura, na confusão Luiz Henrique empurrou para dentro, meio que sem querer, meio no susto ou no reflexo.

Segunda etapa começou quase como a primeira, só que o ânimo deles bem menor, e assim que passamos a pressão dos 15 minutos armamos contra ataque e Junior Santos aumentou o placar com golaço.

Parecia que seria só administrar e talvez aumentar o placar, Artur Jorge começou substituições para poupar ou resguardar alguns que estava com amarelo, o time caiu um pouco de produção, tomou um gol bobo já com o relógio bem adiantado, depois dos 30 minutos, e daí para frente foi um Vitória tentando tirar forças de onde não tinha, e um Botafogo tentando ter cabeça e administrar, mesmo com um time já bastante modificado e sem a mesma pegada.

No final avançamos para as oitavas sem muito susto, adversário será definido por sorteio, onde poderá ser qualquer um dos demais 15 classificados (não haverá pote).

Acho que agora é recuperar os jogadores, buscar melhor forma, e tentar a sorte na busca do primeiro lugar no grupo da Libertadores. Missão difícil, mas não impossível.

Abraços.
 
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Foi mais fácil do que se pensava

Depois de sofrer uma pressão muito grande do nosso adversário até os 10 ou 12 minutos, passamos a controlar o jogo tocando a bola e segurando as ações deles sem que o nosso goleiro precisasse ser acionado em jogadas de perigo.

A partir deste momento do jogo eles até conseguiam chegar pelos lados do campo, mas não incomodaram o John e por outro lado, já sofriam com as nossas retomadas de bola e as nossas chegadas na sua área.

Até que, depois de perder um gol feito aos 31 minutos, Luis Henrique não desperdiçou o cruzamento do Cuiabano aos 46 e abriu o placar.

Era o um a zero que precisávamos para tomarmos de vez o controle da partida: e o fizemos. 

Veio o segundo tempo e, sem a esperada pressão deles, pudemos enfim ser os donos das ações em campo a ponto de termos tido como jogada de perigo contra nós apenas uma defesa difícil do John aos 7 minutos. 

Até que aos 16, para sacramentar de vez a classificação, Savarino saiu em velocidade num contra-ataque perfeito e tocou para o Junior Santos que enganou a zaga e fez o que hoje sabe melhor, o gol, o segundo.

Eles chegaram a diminuir aos 32, numa bobeira coletiva da nossa defesa, mas sem repertório e com o ímpeto já arrefecido, não nos ofereceram mais perigo até o fim.

Semana que vem é chave virada para a Libertadores.


2 de mai. de 2024

COPA DO BRASIL 2024 - ESTREIA

 Botafogo 1x0 Vitória-BA, com direito a golaço coletivo 
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 Nesse belíssimo fim de dia no Niltão 


PRÉ JOGO

- Notícias

- O Tchê Tchê ficou "dodói". Internado para tratamento de dores abdominais (informação passada à imprensa), o atleta até ontem ainda não tinha previsão de alta.

- E mal saiu a nova camisa listrada, a imagem correu o mundo e ganhou até salvas de 'obra prima'.


 

   
- Escalação: 
 

O time titular 

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O JOGO 




Vencemos, com um golaço, foi bom, mas foi ruim.

Iniciamos com um time misto que não encaixou, trocávamos passes sem objetividade e passávamos perigo nos contra ataques. Cuiabano fazendo estreia tímida e apagada, PK, Luiz Henrique e Jeffinho quase nulos.

No segundo tempo voltamos com mesmo time e pior, tomamos sufoco e Artur Jorge fez logo três substituições, entrando com Romero, Danilo e Junior Santos. A mudança surtiu tanto efeito que Jeffinho e Cuiabano começaram a aparecer bem no jogo, o que acabou rendendo o gol e quase fizemos o segundo. Ainda tivemos entrada de Savarino mostrando que tem tudo para ser titular.

Depois do desgaste de domingo Artur Jorge rodou o elenco, descansou quem se desgastou demais, e saiu com a vitória. Ótimo. 

Mas teremos jogo da volta em Salvador, esse placar de 1 a 0 não garante nada, e não teremos oportunidade de poupar ninguém nesse segundo jogo.

A caminhada será longa. Difícil dizer os próximos passos.

Abraços.
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Ante a necessidade de mesclar o elenco por conta da maratona de maio, começamos com um time bem alternativo no qual eram destaques negativos o PK, o Jefinho e hoje o "aprendiz" Mateo Ponte.

Isto 'bugou' o coletivo a ponto de entregarmos as ações da partida para o adversário nos primeiros 45 minutos.

Mas bastou chegar a hora da substituição, ali pelos 10 minutos da segunda etapa, para entrarmos de vez no jogo. Oscar Romero entrou e passou a armar as jogadas no meio com o Eduardo, Junior Santos também veio para esta segunda etapa e com suas estocadas, o Jefinho melhorou muito e o Damián passou a se impor na direita e até a apoiar o ataque.

Fizemos um gol coletivo (que golaço!) e apesar de não conseguirmos mais, tomamos conta da partida até o fim. Tivemos apenas um susto na defesa quando o atacante deles escorregou na hora de concluir, mas foi só.

Vamos em vantagem para Salvador no jogo da volta.


Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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