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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

31 de jul. de 2019

EM BUSCA DA VAGA

OU...À ESPERA DE UM MILAGRE


Time vai a BH em busca da vitória,
faz um bom primeiro tempo mas perde
o jogo na segunda etapa

2x0





Ontem, logo após o jogo e a notícia do fechamento da janela de transferências, um torcedor foi aos grupos do Botafogo no face e postou algo mais ou menos com essas palavras: “sabe quando você vai num churrasco e tem que levar uma bebida mas finge que esqueceu e que tá em cima da hora de fechar o comércio? E aí vc chega lá de mãos vazias? Assim agiu o sr. Anderson Barros, anunciando atacante argentino e defensor equatoriano nas últimas horas do fechamento da janela de transferências.

Como gosta de chamar o Luiz, o Anderson “cagada” Barros até tenta trabalhar em prol dos clubes que defende, independentemente de ter os seus conchavos com empresários (quem não os tem no futebol hoje em dia?). O problema é que esquemas hoje profissionalizados (tenho o do Palmeiras como exemplo) ficaram grandes demais para administradores como o sr. Barros e com isto, estamos entrando em campo com elenco aquém do que precisamos para brigar lá em cima.

Vejam que fizemos um primeiro tempo muito bom, tomando conta das ações e não deixando o adversário trocar mais que 3 passes mas lá na frente, cadê qualidade para fazer a bola chegar na área deles em condições de marcar? Não deu, meus amigos. Fosse este time treinado pelo Everest ou então pelo demitido Zé Ricardo, teríamos vencido os caras lá sem sustos, jogando fechados e esperando a “bola boa” mas para propor jogo, este elenco é ainda muito frágil.

Contudo, mantido o foco das duas últimas partidas, acredito em vitória no domingo e em recuperação no campeonato brasileiro. Acho viável pegarmos uma pré Libertadores caso algum dos times de cima vença a Copa do Brasil. Vamos ver como será a continuação do campeonato para nós. Em outro assunto, ainda em relação à saída do Erick, creiam: saímos ganhando. O garoto já estava mais atrapalhando do que outra coisa, mesmo sendo substituído pelo engraçadíssimo Pimpão.

28 de jul. de 2019

BRASILEIRÃO-2019

Time visita o Flamengo
no Maracanã, joga bem
mas cede a virada

3x2






Após o jogo, a torcida enlouqueceu nas redes sociais por conta da atuação do juiz.

O árbitro deixou de expulsar sim ao menos dois atletas adversários por faltas que mereciam cartão vermelho, o que, convenhamos, não nos garantiria a vitória.

Mesmo atuando o nosso adversário sem alguns dos principais nomes do seu rico elenco, ainda assim, a diferença técnica entre os dois times era abissal.

O Botafogo só resistia em campo devido ao ímpeto e ao bom sistema tático que hoje foi montado pelo nosso treinador, mas era visível a facilidade com que eles tocavam a bola no meio da nossa marcação.

Os três gols deles foram feitos em jogadas de talento, o primeiro individual e os dois últimos, em trocas de passes que a fragilidade técnica dos nossos marcadores não conseguia parar.

Conforme tenho dito aqui, para jogar de igual para igual, ainda não temos elenco para enfrentar times mais ricos e com atletas mais qualificados do que os nossos. Mas, por outro lado, a atuação de hoje mostrou que este elenco pode sim pontuar até bem no Campeonato Brasileiro. Vamos aguardar o jogo da próxima quarta-feira em Belo Horizonte, este sim, decisivo e para o qual iremos com a zaga que puder ser montada.

24 de jul. de 2019

SULAMERICANA-JOGO DE IDA

Em casa, time recebe o Galo pela
sulamericana, erra um lance e
perde o jogo

1x0





Ainda antes do gol do Atlético, na primeira etapa, ante lançamentos de pelada e chegadas fracassadas à área adversária, Francisco Aiello, comentarista da rádio CBN, dizia (perguntava): os jogadores em campo não conseguem produzir e a culpa acaba sendo do técnico? O que um técnico pode fazer com jogadores de terceira linha? JOGADORES DE TERCEIRA LINHA, ou seja, o que sobra para o Botafogo contratar. Aiello dizia isto, ante comentários de que o Barroca não resistiria a uma desclassificação na sulamericana.

Este é o retrato fiel, a mais perfeita tradução dos jogos do Botafogo contra Atlético Cruzeiro São Paulo, Grêmio, enfim, contra os outros 11 grandes (contra o Furacão, fora de Curitiba, ainda tem como fazer uma graça). Temos atletas de quinta, a sobra do que times medianos como Furacão ou Bahia não querem e assim, não dá mesmo para jogar de igual para igual contra times minimamente qualificados.

Um exemplo clássico do nível de atletas que temos hoje: Erick sempre foi um enganador, só que mais tranquilo – corria, ganhava sempre das defesas na velocidade e tinha calma na hora de chutar ao gol. Agora a sua corrida já não leva mais a nada e, sem talento para improvisar, torna-se inútil. Já quanto aos garotos, sem um elenco forte entre os mais experientes, é “queima total”. O Igor Cássio mostra, com a bola nos pés, que tem potencial (e até muito potencial), mas recebe a bola, não tem com quem triangular e ante 3 marcadores que lhe vêm em cima, não tem o que fazer. Mas mostra habilidade sim, só que pode ir pelo mesmo caminho do Gegê, do Ribamar, do Ezequiel e por aí vai.

Contra os outros 11 clubes então, já falei, não dá. Não tem como querer jogar de igual para igual até contra times ainda não tão competitivos (como o Atlético de hoje) mas que possuem atletas muito mais qualificados tecnicamente. Tem que entregar a bola mesmo e sair na boa, só que com uma ligação eficiente do meio para o ataque.

Então meus amigos, o nosso futuro resume-se a.... aguardar pelos Moreira Salles. Parece que receberam a auditoria e estão mesmo dispostos a assumir a partir de 2020 (notícia do Tiago Veras, da Tupi – repórter muito qualificado).

21 de jul. de 2019

BOTAFOGO VOLTA AO NILTON SANTOS

Time recebe o Santos
em busca de nova vitória,
mas não ataca e perde por 1x0





Parafraseando o Carlos Henrique: MAIS DO MESMO.

O treinador, muito bem intencionado, quer que o time mantenha a posse de bola pois, supõe-se, esta é bem produtiva nos treinos (assim que possível, vou assistir a esses treinos para "buzinar" no ouvido de quem for o entregador de camisas da vez, que o Didi já ensinara que... treino é treino, jogo.......).

Pois é isso. Contra times bons, bem armados e candidatos a tudo, isto não vai dar certo. Contra times deste porte, o remédio é a "fórmula Everest (o Jair)", de entregar a bola para quem tem competência e sair nos contraataques. Só que teríamos que ter ataque, o que não temos. Enfim, sem me alongar mais porque já virou um mantra, vamos aguardar a próxima parada, na quarta, contra o Galo. Os mineiros estão mal, o que não significa que estejam mortos e nem também que sejam fracos tecnicamente como o nosso elenco.

Igor Rabelo, aquele zagueiro a quem sempre achei um discípulo e aprendiz razoável muito bem protegido pelo Joel Carli, parece que não está nada bem no conceito da torcida de lá. Torçamos por uma vitória nossa.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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