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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

11 de mai. de 2013

A COMEMORAÇÃO DO TÍTULO

O jogo da decisão_Botafogo 1x0 Fluminense



Podem dizer o que quiserem, podem alegar o que for mas vencemos um Flamengo embalado, um Vasco que embalava (houvera virado uma partida contra o Fluminense um jogo antes) e o próprio Fluminense, um dos três melhores times do país.

Então este carioca teve força. os pequenos continuam pequenos mas não foram eles que conseguiram passar por cima dos outros grandes, por vezes com lances de humilhação explícita? Então comemoremos, vibremos e curtamos este título pois todos se postaram no nosso caminho, todos quiseram as taças MAS AS TRÊS TAÇAS FORAM NOSSAS.

Os heróis de 2013 - do início de 2013.


E a festa foi de toda a torcida, de todo o elenco, divulgada mundo a fora, forçosamente mostrada aqui na mídia viciada e viciante. Não lembro de outra comemoração ali naquele terraço em General Severiano mas todos subiram lá. Foi bonito ver o Seedorf segurando a taça ali em cima, os jovens pendurados na armação de concreto como se estivessem correndo atrás de pipa e o astro falando à multidão na Lauro Sodré.



Nosso casarão histórico engalanado em noite muito especial - não foi um campeonato carioca qualquer.



Seedorf - o astro internacional que deu brilho e mostrou o valor do campeonato.



Agora uma volta a um assunto polêmico.

Foram 19 laudos contra um. A Prefeitura do Rio de Janeiro se ateve a apenas um laudo, do qual ninguém teve vista, do qual não se soube detalhes, para ir contra 19 constatações de que o estádio é seguro E A SELEÇÃO DA ITÁLIA AINDA VAI TREINAR LÁ NA COPA DAS CONFEDERAÇÕES.

Ora senhores, para piorar a situação da politicagem que agora temos certeza, foi a responsável pela interdição do estádio, os ventos chegaram a uma velocidade próxima dos 100 km/h na segunda-feira, 6 de maio, e nada se viu de anormal ali. Mas uma coisa nisto tudo intriga: porquê o nosso clube está aceitando passivamente toda esta jogada pesada como se não fôssemos nada, como se não representássemos uma nação futebolística, como se não tivéssemos história?

Hoje, acessei o Lancenet e me deparei com mais uma atitude passiva dos nossos dirigentes na matéria acessada neste link. Por favor senhores, falem com a torcida, mostrem atitude.

O que é que está havendo lá dentro de General Severiano? São muitas perguntas e, até agora, nenhuma resposta. Vamos então, como sempre, à preciosíssima opinião dos amigos do blog.


- Andrezinho está aí. Temos aqui opiniões contrárias à utilidade dele para o grupo mas o que dizem é que o Inter o quer de volta de qualquer jeito. E como Renato também é outro que posa como moeda de troca, porquê não aproveitar o momento e não permutar por um atleta útil ao elenco?

- Nesta matéria, o palmeirense Mauro Beting fez uma bela homenagem aos 100 anos de General Severiano. Vale a pena uma lida atenta.

- Seedorf chorou na festa do título. Maior demonstração de importância do torneio e de força deste time não poderia haver. Mais uns 2 ou 3 reforços e estaremos prontos para buscar o patamar aonde já está o Atlético-MG, disparado, o melhor time das Américas (campeão da Libertadores ou não).

E finalmente, aqui nos destaques, a invasão do povão-Fogão ao estádio no dia da decisão. Éramos mais de 70% dentro do estádio.

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5 de mai. de 2013

BOTAFOGO É CAMPEÃO CARIOCA DE 2013




BOTAFOGO 1x0 FLUMINENSE

Botafogo - campeão carioca de 2013

Fogoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo!



Uma breve explanação antes de falar do título. Sobre a mudança do nome do Engenhão, enquanto era homenageado pela rádio Globo agora na comemorações dos títulos (taça Rio e estadual), Maurício Assumpção não pensou duas vezes: “...se puder mudar para Nilton Santos tudo bem. Afinal, temos ídolos em série, coisa que clubes aí não têm ou que têm emprestado...”.

Pano rápido.
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O Botafogo é o campeão carioca de 2013, com ou sem estádio fechado, com ou sem Maracanã. Deixem o Maraca para testes mesmo, pois o nosso time já está testado há muito tempo.

O adversário de hoje, o campeão brasileiro do ano passado, veio completinho para a partida mas não tomamos conhecimento deste fato. Não adianta aqui falar de lances do jogo, de um jogo no qual o adversário procurou, com a sua boa qualidade técnica, nos criar problemas na parte inicial e em alguns minutos da parte final do jogo pois, o que se viu, foi o esquema do Oswaldo sendo executado à risca em campo.

Abafamos as jogadas deles, marcamos com precisão e quando foi possível, fizemos o que precisávamos: gols. Um deles foi anulado até sem que o juiz tivesse muito o que fazer, pois a jogada foi complicada para o bandeirinha mas o outro foi na raça, no sangue, do jeito que o time teria que entrar em campo hoje.

O povão-Fogão invadiu o estádio (mais de 70% do público presente), o time, conforme dito acima, respondeu em campo e mandamos 9 vitórias seguidas no campeonato. O time inteiro está de parabéns e para destacar um jogador, porquê não falarmos justamente daquele que foi tão criticado e tão bombardeado durante todo o campeonato? Então senhores, deixemos hoje o nosso artilheiro como o homem do jogo, o nome da decisão e vamos homenageá-lo com esta imagem, de olhar guerreiro e gladiador, rebatizando-o com esta interessante corruptela (com licença poética, ok galera?)........

RAFAÉLIUS TIBÉRIUS MARKUS



Agora vamos aguardar o felizardo torcedor Henrique. Nosso blogueiro-garrincha foi ao jogo e, até o final da noite, vai nos falar de emoções e de futebol visto da arquibancada.


 Amigos,

Tenho a honra de chegar de Volta Redonda onde assisti, ao vivo, o Botafogo sagrar-se mais uma vez campeão estadual. Por sinal, muito curisoso este campeonato, agora que estava começando, acabou.

Estádio minutos antes do jogo começar
Para constatar a diferença das torcidas


Mas não vou aqui contar a história do jogo. Qualquer um que tenha visto pela TV, ouvido pelo rádio, ou lido uma resenha jornalística na Internet saberá mais detalhes do que eu. O que eu vi foi o Fogão fazer 4 gols, e pode qualquer um dizer que somente um foi válido mesmo. Isto não interessa, o que interessa é que o Botafogo mostrou seu poder de Fogo (com trocadilho) e balançou a rede tricolor 4 vezes, enquanto eles não conseguiram nenhuma.
 
Mas, mais uma vez, como todo título alvinegro, posso dizer que este foi mais uma saga. E esta saga é que irei contar aqui.
 
Uma semana atrás

Há uma semana eu estava em Búzios, enquanto o Botafogo decidia a semifinal com o arrumadinho time do Resende. Na postagem do jogo cheguei a enviar alguns comentários pelo celular. Consegui, depois de percorrer a rua das Pedras, encontrar no Chez Michou TVs que transmitiam o nosso jogo, e não a pelada do Maraca.

Depois de encerrado o chocolate, de 5 a 0, caminhando por ali, encontrei o Açougue Real, que mais é um bar, um bar alvinegro, com direito a Manequinho e tudo, conforme a foto tirada. Teria sido um ótimo local para ter visto o jogo.



Pois bem, nesta hora meu filho sugeriu outro passeio, irmos a um pesque-e-pague perto de Penedo, que já tínhamos ido. Eu propus na hora: que tal irmos no domingo e depois voltarmos por Volta Redonda? Fechamos na hora. Começou a saga.

Na quarta-feira, dia primeiro, feriado, fomos a General Severiano, confirmar as mensagens que eu havia recebido no celular: retirada de ingressos para sócios-torcedores. Como só eu sou sócio, e a fila não andava, desistimos e deixamos para ver como conseguir os ingressos na quinta.

Catei notícias, nada de venda pela Internet, nada de venda perto de casa. Perdemos o dia, e os ingressos esgotaram. Plano foi por água abaixo. Mas na sexta a noite vi nova notícia, de carga extra sendo vendida em General Severiano e as 7:20 estava lá para comprar, conforme postei aqui. Ingressos comprados, só ficou a preocupação com o amigo que nos acompanharia, maior de 65 anos, com direito a gratuidade, que fechou de ir conosco. Mas estava tudo certo!

Às 7 horas partíamos de casa, ainda com tempo de ser salvo pelo meu anjo da guarda, minha esposa ligou para visar que eu havia esquecido os ingressos, isto com o carro já há alguns quarteirões de distância. Voltamos, peguei as preciosidades, e partimos. Às 9:40 estávamos no pesque-pague. Boa pescaria (nada de peixe), bom almoço (deliciosas trutas no Rei das Trutas) e logo estávamos em Volta Redonda para ver o título!

3 anos atrás

E que título! Taça dupla, campeão da Taça Rio e campeão do estadual, no mesmo jogo. Repetimos o mesmo feito de 3 anos, em 2010, aquele do gol de cavadinha do Loco Abreu. Incontestável, se somarmos os 3 gols anulados desta decisão. Soma-se a isso o fato de ter vencido o Vasco duas vezes, o Flu e o Fla uma vez. Não se dão por satisfeitos?



16 anos atrás

Para quem ainda se atreve a questionar este título, então vale constatar que o último título de turno no estadual com aproveitamento de 100% foi do próprio Botafogo no "distante" 1997. São 16 anos até repetir tal marca, e que mesmo que apontem a fragilidade do campeonato estadual, mostra sem sombra de dúvidas a superiodade que construímos ao longo do torneio.

Creio que esta seria a chave de ouro para constatar o que foi o dia de hoje, mas não. Ainda há a cereja do bolo, o Crème de La Créme.




Tentando capturar o momento mágico de um gol
Registrei Cavallieri caçando borboletas

56 anos atrás
 
Amigos, para coroar o meu dia, além da expressão de felicidade de meus filhos e a emoção que passaram, foi a conversa no carro. O nosso amigo, antes amigo de meu pai, mas hoje amigo de todo nós, veio contando suas histórias, e lembrou do seu falecido irmão. E me surpreendeu falando que vindo da Bahia, chegara ao Rio em 1956, e que se tornou botafoguense por conta deste irmão, que vivia em General Severiano, a nossa casa. E lá ele treinou atletismo, e viu jogando Nilton Santos, Didi, Garrincha... bem assim, do lado dele, de pertinho.
 
E mais, lembrava ele da primeira final que viu, no velho Maraca, em 1957, para assistir o Botafogo vencer o Fluminense por 6 a 2. E que das lembranças de menino se recordava do gol de bicicleta de Paulo Valentim.

Diante disso só pude perguntar, chegando em Volta Redonda, se hoje seria outro 6 a 2. A resposta foi simples: "Hoje não, vamos ganhar, mas 6 a 2 não, vai ser jogo difícil."

Valeu Zé Maria, foi uma dia muito especial que tivemos, que você nos proporcionou. Daqueles inesquecíveis! Como diria Garrincha: só faltou combinar com os peixes.

 
Zoom e falta de luz fizeram a câmera perder o foco
Mas nossas retinas não perderam a festa

Da-lhe Fogão!

Somos Campeões! 

4 de mai. de 2013

FINAL DA TAÇA RIO - EU VOU

General Severiano hoje de manhã
Amigos,


Nem vou escrever muito. Ontem vi notícia de que haveria uma carga extra de ingressos sendo vendida em General Severiano, deixei meu filho em um curso e fui pra lá. Cheguei às 7:20 da manhã e já tinha uns 15 alvinegros fanáticos na fila (da fila tirei com celular a foto que ilustra a postagem).


As 9 e meia estava com nossos ingressos, amanhã partiremos para Volta Redonda. Espero retornar junto com esta aí debaixo, e mais a outra, a do estadual.



Estamos merecendo.

Abraços!

2 de mai. de 2013

BOTAFOGO EMPATA COM O CRB




BOTAFOGO 0x0 CRB

Jogamos com time misto e empatamos.

Boa noite amigos alvinegros. Fomos a campo hoje pensando na decisão do próximo domingo (o jogo contra o Flu pela T. Rio) e assim, levamos o time com Jefferson, Edilson, A. Carlos, André Bahia e Lima, Renato, Lucas Zen, Andrezinho e Gegê, Bruno Mendes e Vitinho. Não seria possível imaginar este time buscando um resultado positivo e foi o que afinal aconteceu.

Eles vinham com Schwenk, a grata surpresa de trazerem o nosso antigo Volante Ademir Vicente comandando o time do banco e o sempre bizarro e engraçadíssimo Walter Minhoca. Que figura senhores. Aos 33 anos, engana ali no ataque mas nada que assuste uma zaga experiente. E logo aos 55 segundos, Vitinho recebeu bom passe, ajeitou para a esquerda e mandou no canto. Aqui, vendo pela TV meio de longe, cheguei a pensar que havia saído o nosso primeiro gol. Vimos também o time deles partir para a nossa área em velocidade mas nestas tentativas, a nossa zaga experiente garantia a tranquilidade do Renan.

Só a má forma do Zen e do Renato causavam preocupação pois, apesar de ser o adversário um pequeno, era jogo fora de casa e a competitividade ditava o tom da partida, o que sempre prejudica a quem não vem jogando e está sem ritmo, no caso específico, estes nossos reservas. Nesta situação, podíamos incluir o Andrezinho, que praticamente não era visto em campo, Renato, outro que quase nada produzia e até mesmo o Lucas Zen, muito aquém do bom volante de 2011. Mas o nosso time passou a controlar o ímpeto do adversário, tocando a bola para esfriar e compactando na defesa para evitar os passes rápidos e assim, fomos levando a partida em banho maria por toda a primeira etapa.

Jogo que segue, Lima, em bela jogada com Andrezinho, perdeu o gol aos 19 minutos, por querer surpreender o goleiro chutando sem ângulo, quando Bruno Mendes entrava pelo meio em melhores condições e Gegê, alguns minutos mais tarde, também criou uma boa chance pela meia direita mas chutou para fora. Chegamos a sofrer perigo como aos 28 quando, numa jogada rápida, o atleta deles chegou à frente do Jefferson pela esquerda mas no toque, Antonio Carlos salvou tirando a bola do caminho do gol.

Aos 30 minutos desta etapa, íamos muito mal no jogo, sem rebote e sem uma saída de bola minimamente decente mas quem perdeu gol feito mesmo foi Andrezinho, aos 36 minutos, chegando atrasado para escorar uma bola cruzada da direita. Chegamos ao fim desta primeira etapa então com um 0x0 que nos era bem favorável, ante a nossa falta de futebol para assustar o adversário.

Na segunda etapa nosso time tentou começar atacando mas, sem objetividade, pela falta de um número 9 mais agudo, não conseguimos nada lá na frente e não raro, tomávamos sufôco. Aos 8 minutos e meio, Jefferson operou o primeiro milagre em bola chutada pelo atacante que chegou em cima dele, livrando-nos de tomar o primeiro gol. Nosso time estava visivelmente entregue à pressão do adversário e tínhamos em Bruno Mendes uma nota triste, um atleta a menos em campo.

Aos 10 minutos, tivemos uma boa jogada do Vitinho que, redundando em falta, deu em bola no travessão do Andrezinho, mas o time não aproveitava estes momentos para embalar. Aos 20 minutos, Bruno Mendes saiu para a entrada do Sassá pois a esta altura éramos quase que totalmente dominados pelo adversário. Era quase impossível “enxergar” o Renato em campo e quanto a Andrezinho, bem sabemos que sem ritmo de jogo, nada produz. Um jogador que surpreendia nisto tudo aí era o Edilson, não tão efetivo assim na defesa mas, quase sempre, acertando passes que poderiam fazer a jogada progredir caso tivéssemos meio de campo neste segundo tempo. Uma pena a bola do Sassá aos 31 resultar em impedimento, eis que seria um belo gol e em momento importante da partida, mas a nossa proposta era mesmo cozinhar o jogo. Aos 33, Oswaldo colocou Henrique e Jadson, respectivamente nos lugares do Andrezinho e do Renato, ou seja, a nossa meiuca que nada criava saiu para dar lugar a atletas que poderiam, descansados, criar algo de bom mas nada se viu de novo. Aos 37, num belo giro, Vitinho chutou com perigo uma bola cruzada mas não conseguimos o gol e assim, a partida foi se resumindo a um adversário querendo ir à frente com vontade e, às vezes, rapidez e o nosso time cozinhando e tocando, à espera do melhor lance, mas este lance acabou não chegando. O zero a zero até acabou sendo um resultado aceitável, pela má forma de vários dos reservas em campo e pela dificuldade em se tentar o gol sem se ter um atacante de respeito. Agora é a decisão do carioca.



Na TV, mas só no segundo tempo...  só que na verdade não vi futebol.

Jogo ruim demais, muito pouco a falar, e pouco já sabendo que serei repetitivo, mesmo sem ler o que Paret escreveu.

Felizmente o que vi é que este time do CRB é mais frágil, corre menos e tem menos disciplina tática que a equipe do Sobradinho.

Mas este nosso time reserva estava um horror. Muito lento, dando espaço, sem entrosamento. Era esperado, com Andrezinho, Renato, Zen e Antonio Carlos sem ritmo de jogo, voltando de contusão. Por outro lado Gegê e Vitinho sentiram a responsabilidade, mesmo que este último tenha tentado assumir a responsabilidade e puxar o time.

Por outro lado, a atuação do Lima até surpreendeu. Não, ele não jogou bem, mas se mostrou um pouco melhor defensivamente. Já na outra lateral vemos que com Lucas, Edilson e Gilberto não teremos maiores problemas ao longo do ano.

Bruno Mendes continua nulo e ineficaz, Henrique entrando no fim e sem mostrar nada que anime a vê-lo por mais tempo em campo, embora ache que mereça pelo menos uma chance de jogar mais de 45 minutos. Sassá mostrou vontade, mas em tum time bagunçado pouco rendeu.

O resultado parece ter sido o esperado pelo Oswaldo de Oliveira. Mesmo sendo jogo fora acho que foi um pensamento medíocre que levou a uma atuação medíocre.

Teria sido muito melhor para Gegê, Renato, Andrezinho, Vitinho, Bruno Mendes, Henrique, ou Edilson term entrado em um time misto, mais entrosado, com jogadores com mais ritmo. Atuar ao lado de Seedorf, Lodeiro, Gabriel.

De qualquer forma, dos males o menor. Um empate em zero a zero perfeitamente reversível aqui no Rio de Janeiro. Sim, reversível, pois foi um placar melhor para eles.

Vamos aguardar a mexida no elenco, pois saídas ocorrerão e reforços são necessários, e voltar o foco para a Taça Rio. Encerrar este estadual com o título no domingo ajudará bastante. O jogo de agora a noite, do Fluminense, poderá ajudar. Volto à TV.

Abraços.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG