Ante a movimentação pela chegada do Aguirre,
Time vai a campo para enfrentar o Vasco
e perde por 3x2
e perde por 3x2
DIEGO AGUIRRE
De maneira temerária, o uruguaio pode começar a temporada nacional como o salvador da pátria deste nosso confuso time. Isto é um risco tremendo para a tranquilidade e a continuidade do trabalho do bom técnico Alberto Valentim.
O JOGO
Ao voltar do estádio, fui ‘passear’ pelos grupos alvinegros do facebook dos quais participo e me deparei com esta imagem, publicada por um torcedor. Nada hoje é mais significativo do que a foto aí acima, para sintetizar o mal que vivemos com o time do Valentim este (ainda) bom time mas que, infelizmente, com a mudança de filosofia de jogo, está vendo expostas chagas que normalmente não eram observadas na gestão do Jair Ventura. A legenda da imagem lá no grupo foi:
“Como era a nossa defesa em 2017, como ela é hoje”.
Para o nível do elenco que temos, ou se joga da forma que jogávamos (e como éramos felizes) ou então, qualquer adversário com um mínimo de 2 ou 3 atletas capazes de driblar com consciência ou de triangular bolas com precisão vai nos sobrepujar. É o que temos visto até quando jogamos contra pequenos. Não dá para querer propor jogo com um elenco deste nível e aí, computemos a perda do competente João Paulo como um componente a corroborar com esta realidade.
Vamos ter problemas. Ontem, o Luis Fernando ainda entrou bem, confirmou enfim que pode valor o dinheiro pago pelos seus direitos federativos mas de resto, não temos meio de campo (e não sei se o Renatinho será capaz de colocar ordem ali) e assim, nada se cria no meio de campo que possa fazer a bola chegar com qualidade no ataque. Foi o mote deste jogo, partida na qual tomamos as ações em boa parte dos mais de 98 minutos mas que, na hora de decidir, quem decidiu foram eles.
Falo tudo isto com uma dor no coração: naquele esquema de 2017, nossas chances na sulamericanas me pareciam reais.
De maneira temerária, o uruguaio pode começar a temporada nacional como o salvador da pátria deste nosso confuso time. Isto é um risco tremendo para a tranquilidade e a continuidade do trabalho do bom técnico Alberto Valentim.
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O JOGO
Ao voltar do estádio, fui ‘passear’ pelos grupos alvinegros do facebook dos quais participo e me deparei com esta imagem, publicada por um torcedor. Nada hoje é mais significativo do que a foto aí acima, para sintetizar o mal que vivemos com o time do Valentim este (ainda) bom time mas que, infelizmente, com a mudança de filosofia de jogo, está vendo expostas chagas que normalmente não eram observadas na gestão do Jair Ventura. A legenda da imagem lá no grupo foi:
“Como era a nossa defesa em 2017, como ela é hoje”.
Para o nível do elenco que temos, ou se joga da forma que jogávamos (e como éramos felizes) ou então, qualquer adversário com um mínimo de 2 ou 3 atletas capazes de driblar com consciência ou de triangular bolas com precisão vai nos sobrepujar. É o que temos visto até quando jogamos contra pequenos. Não dá para querer propor jogo com um elenco deste nível e aí, computemos a perda do competente João Paulo como um componente a corroborar com esta realidade.
Vamos ter problemas. Ontem, o Luis Fernando ainda entrou bem, confirmou enfim que pode valor o dinheiro pago pelos seus direitos federativos mas de resto, não temos meio de campo (e não sei se o Renatinho será capaz de colocar ordem ali) e assim, nada se cria no meio de campo que possa fazer a bola chegar com qualidade no ataque. Foi o mote deste jogo, partida na qual tomamos as ações em boa parte dos mais de 98 minutos mas que, na hora de decidir, quem decidiu foram eles.
Falo tudo isto com uma dor no coração: naquele esquema de 2017, nossas chances na sulamericanas me pareciam reais.
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