Em Belo Horizonte, time reserva
empata em 0x0
Podemos raciocinar assim: mas porquê, meu Deus, o Marcos Vinícius me foi perder aquele gol no finzinho do jogo? Seria uma vitória mágica, no jogo mais improvável, depois de termos deixado escapar, pelo menos, 3 vitórias certas nas rodadas anteriores.
Que nada!
Poderíamos ter vencido sim, mas também ter perdido (eles tentaram fazer de tudo na nossa área). E no tocante ao time reserva, o Botafogo está certíssimo. Nesta quinta-feira, decidimos uma grande parte da “nossa vida” neste século, século este em que já tentaram nos exterminar por 3 vezes, a saber, em 2001, em 2007 (este por forças externas) e naquele fim da breve era Seedorf.
A conclusão que me vem, quando entra em campo este nosso valoroso 11 reserva (no jogo de hoje, um 8 reserva) é que, na medida em que os campeonatos vão chegando a fases mais agudas, não há como o Jair escalar atletas úteis, como Dudu Cearense, em momentos de jogos do time pricipal. Isto provoca situações como a de Goiânia, contra o Atlético, na qual vários dos escalados para a partida mostravam uma clara falta de ritmo, de tempo de bola, errando passes ‘por atacado’.
Pois ontem esta turma não deixou a desejar. Pasmemos todos mas, até Renan Fonseca, ao entrar, no seu primeiro toque na bola, perdeu um gol quase feito também. A defesa ‘do banco’ ontem parecia defesa de time campeão, se saindo bem, ante uma grande torcida adversária, em todas as jogadas do ataque deles, ajudada pela trave, claro, mas sem sorte, dizia João Saldanha, não se atravessa nem uma rua.
Foi um belo jogo dos nossos reservas contra os titulares deles, adversário este que pode sim, muito bem, se candidatar a algo bem melhor neste campeonato. Já tinham vindo aqui na quarta-feira e goleado o Vasco, aplicando nos cruzmaltinos um chocolate impiedoso. Pois foi mais um adversário a sentir o peso do nosso time reserva, num jogo sem contestações.
Achei o empate justo, pois se tomamos duas bolas na trave e tivemos que contar com o bom Gatito Fernandez no gol, também levamos perigo ao gol deles. O pensamento (e isto não tem jeito) sequer estava em Belo Horizonte mas sim, na Arena Nilton Santos, na quinta-feira. Ali é que os homens irão se separar dos meninos, ali é que iremos querer aquele valoroso Botafogo em campo e aí, confio, teremos sim um final feliz para esta bela história de 2016/2017. Que venham os uruguaios!
Que nada!
Poderíamos ter vencido sim, mas também ter perdido (eles tentaram fazer de tudo na nossa área). E no tocante ao time reserva, o Botafogo está certíssimo. Nesta quinta-feira, decidimos uma grande parte da “nossa vida” neste século, século este em que já tentaram nos exterminar por 3 vezes, a saber, em 2001, em 2007 (este por forças externas) e naquele fim da breve era Seedorf.
A conclusão que me vem, quando entra em campo este nosso valoroso 11 reserva (no jogo de hoje, um 8 reserva) é que, na medida em que os campeonatos vão chegando a fases mais agudas, não há como o Jair escalar atletas úteis, como Dudu Cearense, em momentos de jogos do time pricipal. Isto provoca situações como a de Goiânia, contra o Atlético, na qual vários dos escalados para a partida mostravam uma clara falta de ritmo, de tempo de bola, errando passes ‘por atacado’.
Pois ontem esta turma não deixou a desejar. Pasmemos todos mas, até Renan Fonseca, ao entrar, no seu primeiro toque na bola, perdeu um gol quase feito também. A defesa ‘do banco’ ontem parecia defesa de time campeão, se saindo bem, ante uma grande torcida adversária, em todas as jogadas do ataque deles, ajudada pela trave, claro, mas sem sorte, dizia João Saldanha, não se atravessa nem uma rua.
Foi um belo jogo dos nossos reservas contra os titulares deles, adversário este que pode sim, muito bem, se candidatar a algo bem melhor neste campeonato. Já tinham vindo aqui na quarta-feira e goleado o Vasco, aplicando nos cruzmaltinos um chocolate impiedoso. Pois foi mais um adversário a sentir o peso do nosso time reserva, num jogo sem contestações.
Achei o empate justo, pois se tomamos duas bolas na trave e tivemos que contar com o bom Gatito Fernandez no gol, também levamos perigo ao gol deles. O pensamento (e isto não tem jeito) sequer estava em Belo Horizonte mas sim, na Arena Nilton Santos, na quinta-feira. Ali é que os homens irão se separar dos meninos, ali é que iremos querer aquele valoroso Botafogo em campo e aí, confio, teremos sim um final feliz para esta bela história de 2016/2017. Que venham os uruguaios!
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