É CAMPEÃO!
É CAMPEÃO!
Vitória inquestionável, que poderia ter sido mais elástica. Faltou só um pouco mais de preparo físico, ou nem isso, porque a correria, dedicação e vontade foram muito grandes, desde o primeiro minuto.
Aquilo que havíamos observado, e o Paret bem destacou, se confirmou: Loco e Maicosuel voltando à excelente forma. Com os dois tinindo fica difícil para qualquer adversário. Hoje também pudemos ver uma brilhante partida do Mattos. Márcio Cabelo Azevedo sensacional, Lucas mais de lateral, apoiando menos, mas importantíssimo no esquema. A zaga não comprometeu, e está aí: Botafogo Campeão da Taça Rio 2012.
Amigos, fiquem a vontade para comentar. Vou aguardar também a postagem do Paret com a emoção do estádio. Agora vou assistir a premiação. Depois escrevo mais.
É CAMPEÃO!
Segunda parte da postagem comemoração...
Taça levantada, vou comentando com os amigos na postagem mesmo! Hoje pode!
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| Essa é nossa! Pode ser visitada lá em Gen. Severiano pelo Projeto Manequinho de visitas guiadas. |
Amigos, o fato é que o Botafogo entrou mais ligado no jogo. Foi direto nos 220 Volts como alguém havia pedido.
E logo aos 3 minutos, contra-ataque, Maicosuel disputa com a defesa vascaína que manda direto pra lateral. O Vasco desacelerou na volta à defesa, mas a Fernanda, novo destaque do Fogão, também estava no 220V, repôs a bola com a agilidade devida, Maicosuel bateu rápido para o avanço do Cabeleira, que tocou rasteiro para Loco enfiar nas redes. Estava aberto o caminho para o título.
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| Essa a Fernanda deve ter mandado com dedicatória para o Loco |
Com 1 a 0 aos 4 minutos, nada de retranca ou esperar o jogo. Botafogo continuou dominando. Mattos brilhante. Fellype Gabriel não deixava Fagner jogar, ganhava todas na bola, era um volante perfeito, sabendo sair jogando e apoiando o ataque quando necessário.
Andrezinho soube orquestrar as jogadas pelo meio, o time sabia se compactar para defender, sabia manter a bola nos pés, sabia sair rápido para o ataque. Era evidente que o Botafogo estava mais perto do segundo gol do que o Vasco do empate. E foi isso que aconteceu nos minutos finais da primeira etapa. Elkeson, que não foi brilhante mas foi dedicado, alçou cobrança de falta na área, Fábio Cacatua Ferreira, eleito esta semana pelos amigos como melhor zagueiro do país (permitam-me a piada, mas hoje está valendo quase tudo), escorou e Loco de novo não perdoou: bola na rede, Botafogo 2 a 0.
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| Loco Abreu: carrasco dos vascaínos, comemorando mais um gol |
Fomos ao segundo tempo com ótima vantagem e controle da partida. Vasco tentou se ligar no 220V também. Equilibrou um pouco as ações, mas mostrava nervosismo. Tudo indicava que já era tarde para reverter a situação. Se agora conseguiam pressionar um pouco, também tomavam pressão. A torcida do Botafogo mantinha o time ligado, cantando sem parar.
E quando parecia que o Vasco estava definitivamente entrando no jogo, acontece uma falta de ataque, na intermediária do Botafogo. Antonio Carlos se prepara para bater e vê Maicosuel em velocidade pela esquerda. A cobrança sai no estilo Gérson, a bola atravessa a diagonal do campo, caindo perfeita para Mago se livrar do zagueiro, enganar Prass, e tocar bonito para o gol. Eram só 7 minutos, isso mesmo 7, sete,
7
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| Maicosuel comemora terceiro gol - coroação de uma atuação brilhante |
Sete minutos do segundo tempo, e a taça já estava sendo selada e empacotada, para ser postada em direção a Gen. Severiano.
Daí para frente foi assistir ao Vasco lutar, abrilhantando o título. Bateram um pouco demais. Correram, se esforçaram. As saídas de Andrezinho, Fellype Gabriel e Maicosuel fizeram o nosso time perder um pouco do brilho, um pouco da velocidade. Jadson não entrou tão bem como na primeira oportunidade. O clima de decisão e o nível do adversário pesam bastante para os 18 anos de idade. Gabriel e Herrera também entraram. O objetivo do nosso técnico, Osvaldo de Oliveira, OO, double O, era não forçar demais suas peças mais importantes, que tiveram problemas musculares ao longo da competição. Vasco também trocou, partiu pra cima, o jogo ficou lá e cá, poderíamos ter feito o quarto, mas o que saiu foi um gol de honra para eles. Terminou em 3 a 1 a partida do primeiro título do Botafogo conquistado dentro de casa. O primeiro que a TV não teve como tirar de lá.

Agora temos 4 partidas nas próximas duas semanas. Vitória na Bahia quarta-feira, Fluminense no domingo, Vitória aqui na outra quarta, e no outro domingo Fluminense de novo. Confio em quatro vitórias nossas. Estou exagerando?
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| Foto dos campeões |
Abraços!
Engenhão, 14:30, o povão-Fogão invade O NOSSO ESTÁDIO
Neste horário, vendo que o acesso ao viaduto de Pilares já estava totalmente parado, resolvi pela primeira vez em meus 5 anos de Engenhão ir para o outro lado da via férrea, deixando o carro na Adolfo Bergamini. Times em campo e já chamavam a atenção os longos cabelos da Fernanda (vou falar sobre ela mais à frente), o Caçador, nosso dirigível que sobrevoou o campo para delírio da galera e a disposição da torcida em apoiar incondicionalmente. As corneteiras que queriam vaiar Andrezinho logo eram caladas pelos gritos da multidão.
"Uh! El Loooooco... Uh! El Looocooo"
Uma gandula que vale ouro - Imagens do Lancenet.
Jogada linda em três lances, Maicosuel cobra o lateral, Azevedo cruza com precisão e Loco está lá para mandar para as redes. Primeiro gol ‘na manga’ e o Fogão começou a fazer aquilo a que se propunha neste jogo: marcar fortemente o meio de campo adversário e tentar sair nos contraataques, desta vez com Maicosuel praticamente pronto para o que virá. Que partidaça do nosso 7. O segundo gol do Loco aconteceu pela superioridade técnica do Botafogo hoje. UM CHOCOLATE SE AVIZINHAVA.
E hoje meus amigos, Fábio Ferreira fez uma partida praticamente correta do início ao fim. Que dia era esse, hein? Márcio Azevedo saindo do jogo como um dos melhores em campo, esta surpresa de um Fellype Gabriel brigador deixando de criar mais para substituir Renato à altura (e se o Renato estivesse em campo, a goleada provavelmente teria se formado) e o time em campo esperando apenas o Elkeson desencantar. Marcelo Mattos é novamente o jogador eficiente que chegou ao Fogão em 2010 e El Loco é El Loco.
“Éééé campeããããooooooo”
Os gols da partida - Imagens do Lancenet
Os gritos de campeão que normalmente só começam depois dos 40/45 minutos, já ecoavam pelo estádio logo após a parada técnica ou seja, com pouco mais de 20 minutos do segundo tempo. Isto se devia, vindo da exigente torcida alvinegra, muito pelo comportamento do time em campo. O golaço do Maicosuel nos tirou quaisquer dúvidas que ainda pairassem sobre a sua capacidade de recuperar o futebol que o fez ser chamado de Mago pela 'exigente' das arquibancadas. Que golaço senhores, que jogada, que matada no peito e que conclusão, fria, precisa, bem ali embaixo de onde fui para torcer nesta etapa do jogo.
E a partir daí, até a zoação com o outro lado já não podia ficar mais contida. Os torcedores adversários começaram a abandonar o estádio, o Fogão continuou brigando pela bola, marcando e trocando passes, gritos de olé se ouviam a todo instante e nem o gol deles foi capaz de lhes dar motivos para acreditar em nada que o Botafogo não pudesse destruir. Nossa marcação foi perfeita, as saídas de bola corretas em sua imensa maioria (aqueles passes errados andam cada vez mais raros) e os cruzmaltinos do outro lado, os que ainda tentavam ficar, eram obrigados a ouvir...
“Ei, pula ‘aê’, vai ser vice até morreeeerrrr....”
- Findo o jogo e a festa já estava formada fazia tempo. Nota ruim para Maurício Assumpção que, sempre sóbrio e correto, recebeu a Taça do representante da Ferj e a ergueu, para só depois entragá-la ao Loco Abreu. Ficou muito mal na foto.
- A Fernanda chamava sempre a atenção ali de cima das arquibancadas, pelo cabelão (é quase a metade da altura dela), e por parecer uma adolescente, até devido ao fato de estar naquela função. Sua presença e seu conhecimento do jogo na hora do lateral foram fundamentais para o complemento da jogada.
- Para vocês que viram de casa, Fábio Ferreira hoje foi mesmo tão bem assim ou nós só vimos em campo as boas jogadas que ele criou?
- A evolução do time é visível e o comportamento em campo cada vez mais irretocável. A equipe está numa maré de subida e se o próximo adversário não jogar tudo o que sabe nos dois jogos, o título é nosso.
- Valeu galera... ÉÉÉÉÉ ....... CAMPEÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOOOOOOO
- Em 1989, a Sonja. Em 2012, a Fernanda. Estas figuras femininas costumam marcar época na história recente do Botafogo.
Bastidores da conquista - Projeto 'CONTEÚDO ÚNICO' do site BFR
- O Henrique abriu a postagem com uma foto simplesmente mágica. Vai ser a imagem do título de 2012.
Amigos, pela última linha do Paret, abri com foto mágica, simplesmente a foto do site oficial comemorando o título.
Então hoje adiciono mais uma foto, igualmente mágica. A foto da Taça, fotografada por mim mesmo, lá em Gen. Severiano. Para todo mundo curtir.
Por Carlos Henrique - Do Blog.
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