Time peca no ataque
e não sai do zero
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PRÉ JOGO
- Notícias
- Com o Danilo relacionado encerram-se as especulações sobre a sua ida para o Palmeiras, uma vez que dificilmente o atleta deixará de participar do jogo.
- Escalação:
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OPINIÃO
Um jogo que começou com um bom toque de bola, com Montoro e os garotos Huguinho no meio e Justino na defesa atuando de forma precisa, mas com o sofrimento de sempre por conta do arame liso dos atacantes Matheus Martins e Artur Cabral.
Uma pena, haja vista a melhora visível do futebol apresentado em relação àquele jogo confuso e errático que fizemos contra o Santos na semana passada. E não houve mudança que fizesse o time articular com qualidade na área deles.
Danilo e Santi que entraram já no terço final, nada acrescentaram (mostraram, falta de ritmo o primeiro e ruindade mesmo o segundo).
Tivemos sim a bola na trave do Montoro e algumas defesas do ótimo goleiro deles, mas a verdade é que fora a bola na trave não criamos chances para que se pudesse dizer que ele fez milagres no gol.
Falar em gol, como boa parte do jogo foi em modo "ataque contra defesa" o nosso (enfim) goleiro Warleson praticamente não trabalhou, mas chegou a fazer uma intervenção no primeiro tempo na qual mostrou que o drama do gol pode ter chegado ao fim.
Foi isso.
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Perdemos dois pontos. Esse é o resumo do resumo. Jogamos mal? Não. Mas falhamos naquilo que é o principal para vencer uma partida, que são as finalizações. Finalizamos, mas no geral mal, e as poucas boas finalizações pararam nas mãos do Manuel Lucas Neuer Arcanjo.
Tivemos posse de bola, fomos durante algum tempo arame liso, Montoro começou bem, sumiu, reapareceu, meteu bola na trave, mas não deu conta sozinho.
Tivemos posse de bola, fomos durante algum tempo arame liso, Montoro começou bem, sumiu, reapareceu, meteu bola na trave, mas não deu conta sozinho.
Danilo entrou no segundo tempo, botou água no chopp do Palmeiras, mas fora de ritmo, assim como Santi Rodriguez, pouco ajudou.
Artur Cabral é um caso à parte, comentei como ele é o avesso ao Tulio Maravilha: a bola nunca vai onde ele está. Não, isso não é acaso e nem azar, é mau posicionamento mesmo.
E nosso melhor atacante, o panamenho Kadir, jovem de 19 anos, entrou no final, fez o que sabe de melhor, que é brigar pela bola com apetite de leão faminto, mas hoje não teve sorte, assim como não tem futebol relevante.
E com isso não restou nada além do placar terminar como começou. Fomos a 26 pontos (6 pontos de distância do G4 e os mesmo 6 do Z4), no meio da tabela, copo meio cheio e meio vazio, e o futebol nessa linha do mais ou menos. O que dá para fazer contra o animado Cruzeiro?
Abraços.






Precisamos que este novo atacante acerte como quem precisa de ar para respirar, já que seria sufocante passar todo 2027 novamente nessa gangorra chata da sulamericana.
ResponderExcluirVamos aguardar.
Paret