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29 de jan. de 2026

BRASILEIRÃO 2026 - ESTREIA

Time recebe o Cruzeiro, passeia no segundo tempo e impõe uma goleada impiedosa.

4x0

 


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PRÉ JOGO

- Notícias

O IMBRÓGLIO DO TEXTOR, CAPÍTULO DO TERROR

Não estamos nada bem.

Existe uma dívida, que é astronômica, complicada de ser resolvida com os ativos que temos e quem se propõe a chegar para somar quer a única garantia forte que temos em ativos: OS ATLETAS.

É um resumo de uma treta muitas vezes maior, mas temo pelo nosso segundo turno neste 2026.

Textor está brigando agora de novo na França para pegar o Lyon de volta, associado ao que existe de pior no mercado (gestora de ativos podres - GDA) e fica difícil saber onde tudo isso vai levar o nosso Botafogo.

MAIS - No meio da tarde, saiu a notícia de uma decisão da 2ª instância da Justiça do Rio de Janeiro proibindo a SAF (leia-se John Textor) de comercializar atletas sem anuência prévia do Botafogo associativo. 

"....Marcelo Almeida de Moraes Marinho, da 21ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio, deu 48 horas para John Textor se explicar, [acerca da venda de atletas à revelia dos outros poderes do clube] sob pena de nulidade dos atos ou responsabilização...."
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Do jogo.

Resta-nos torcer por um resultado satisfatório, ante um público cuja previsão dificilmente irá bater nos 18 mil presentes (queira Deus que a torcida resolva dar uma resposta a isso tudo, fazendo-se presente no estádio) e no campo, orar para todos os deuses do esporte para que a linha alta de defesa proposta pelo "profexô" não nos faça pagar mais um vexame ante este adversário enjoado.

- Escalação: 
 


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OPINIÃO 




E começamos o Brasileirão com a escalação esquisita do Anselmi, que funciona contra os pequenos do Carioca e apostávamos ser temerária contra equipes qualificadas, ofensivas e com marcação alta. E o Cruzeiro foi tudo isso e caiu de 4.

A escalação funcionou, o time começou melhor, o Cruzeiro equilibrou, o jogo ficou lá e cá mas logo no início abrimos o placar, ou melhor, abrimos a porteira, e a boiada do mineirinho quase foi toda embora, deve ter sobrado boi só pra comprar time da zona de rebaixamento do Carioca...

Montoro e Danilo brilharam, nosso volante fazendo dois gols, Santi esteve muito bem, Newton também, tanto na zaga como na volância no final com a entrada de Marçal. Matheus Martins entrou bem e deixou o dele, e até Artur marcou, quando eles já estavam nas cordas esperando a contagem.

Textor deu as caras, ficou no camarote, foi em campo fazer média, mas é o cara que aparece, fala e assume alguma coisa. O resto não tem cara, é grupo, é fundo, é Pessoa Jurídica, e por mais que sinalizem querer proteger o clube das loucuras do menino maluquinho, também não passam a mínima confiança.

Precisamos resolver logo essa questão de comando, colocar dinheiro e resolver o Transferban, e pegar os reforços que o Anselmi precisa. Aí sim, podemos ter um ano de muito sucesso.

Por enquanto vamos curtir terminar a primeira rodada na liderança. Poucos clubes tem mais rodadas na liderança do que nós, na era dos pontos corridos.

Abraços.

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Um primeiro tempo dividido, um
segundo tempo de cinema

Para corroborar o subtítulo acima, nosso primeiro chute a gol naquela primeira etapa só foi sair já aos 40 minutos. Chute efetivamente no gol mesmo, não em bolas prensadas ou espirradas.

E do lado deles, um timaço que atualmente não faz sombra àquele que nos venceu aqui em 2024 de forma contundente (logo naquele nosso 2024), descoordenado, caindo feito um pato na linha alta de marcação implantada pelo Martín Anselmi e com isso, deixando o jogo em aberto. 

Isso nos primeiros 45 minutos. 

E vamos dizer que, mesmo após o nosso rápido primeiro gol na segunda etapa (antes dos 3 minutos), eles se lançaram ao ataque e por pouco não empataram, o que poderia levar a partida de volta ao equilíbrio do primeiro tempo.

Só que com todas as crises, a impossibilidade de inscrever os novos contratados ante o transfer ban da Fifa, ante todas as brigas, o vestiário parece blindado e dele saem 2 camaradas que não somente jogam futebol: dão recital de bola: os senhores Danilo dos Santos Oliveira e Álvaro Montoro.

Monstros.

Numa jogada de risco para nós, saiu um escanteio para o adversário mas a bola espirrada caiu no pé do 'baixinho' Montoro. Ele dominou a jogada, olhou o campo e jogou a bola na frente, encontrando o Matheus Martins sozinho com o único marcador que havia ficado no meio de campo (lembre-se que era um escanteio para eles). Na corrida, o rápido MM chegou à frente do adversário e já na área, tocou de lado deslocando o imenso goleiro Cássio.

Aí começou o baile.

O terceiro e o quarto gols foram consequência da dominância e da tranquilidade alvinegras que imperaram em campo, contrapondo-se à leniência do, repito, ótimo elenco do adversário. 

Virou festa, virou baile, teve olé, teve a torcida deles abandonando o estádio após o terceiro gol, teve de tudo.

No fim, até o "suspeito" John Textor, ante vaias e protestos da torcida do setor oeste inferior, foi ao gramado cumprimentar nossos artistas da bola.

Foi lindo de ver aquele segundo tempo.

Segue o líder!

 

24 de jan. de 2026

CARIOCA 2026 - 4ª RODADA

Em jogo para manter a liderança 
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PRÉ JOGO

- Notícias

- O Imbróglio do Textor

Capítulo da semana - Terror em Londres.

No julgamento do recurso apresentado pelo boss contra decisão que condenava a Eagle a pagar 100 milhões de dólares ao credor Iconic, nada foi decidido e tudo ficou para uma data futura. Significado: o transfer ban continua, a menos que caia dinheiro do céu na mansão do dono do clube.


- Escalação: 
 



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OPINIÃO 




Não vi o jogo do Botafogo...

Liguei a TV e aí apareceu um time de azul jogando contra o Bangu. Não era bem um time, não tinha zagueiros na escalação... mas eram bons jogadores, pelo menos alguns, talvez vários. O suficiente para um brincadeira de ataque contra defesa.

Com isso eu acabei gostando do goleiro. Deles. E mesmo com as belas defesas ainda tínhamos um festival de gols perdidos, e tramas de ataque mal engendradas.

Montoro, com muita sorte, fica até o final do ano, mas tem que amadurecer e controlar o temperamento. Alguns jogadores parecem estar ganhando confiança e progredindo: Allan, Natan, Santi... mas tudo isso me parece pouco se as pretensões são maiores.

Vamos ver se aparece a possibilidade de contratações em breve, e se o aproveitamento da base de fato irá ocorrer. De resto, Carioca só serve para dar susto e acabar com insônia.

Abraços.

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Saiu a escalação e de cara, chamava atenção a escalação de um time sem zagueiros de ofício (Barboza tava no banco) e com Vitinho e o cada vez mais confuso Ponte em campo.

Enquanto isso, após protestos da torcida, antes pixando os muros do CT e à noite, do lado de fora do estádio antes da partida, saiu um vídeo da entrevista concedida por John 'Pinóquio' Textor a um grupo alvinegro (Pedro Dep Tiago Franklin entre outros) lá mesmo dos "êua", prometendo um grande aporte de dinheiro para a próxima semana para, com isso, ajustar o acordo da compra do Almada com o Atlanta United e encerrar o transfer ban.

Aguardemos.

Já sobre o jogo, sei que era o Bangu, e antes o Volta Redonda, e antes, com o sub 20+sub tudo, a Portuguesa da Ilha. 

Mas a verdade é que com técnico novo, debandada de nomes até então importantes (importantes, não imprescindíveis) e apenas dois jogos com este que será por um tempo o elenco principal, não estamos tão mal assim.

Veja-se que não estamos tão mal mesmo com todas essas premissas acima.

Lógico que iremos precisar de zagueiros, de mais um meia de ligação, mais ao menos um volante e o mais importante até para agora (para ontem), aceitar a oferta que fizeram pelo Artur Cabral, deixar ir embora e dar um jeito ali no ataque. Tá valendo até jogar com alguém fazendo as vezes de 9.

Mas ainda assim, foi interessante ver o toque de bola, a movimentação, o talento de uma meia dúzia ali fazendo o futebol fluir e tendo a esperança de que, com o transfer ban resolvido, possamos fazer um 2026, não semelhante a 2024 (ninguém é bobo) mas sim, bem superior a 2025.



 

21 de jan. de 2026

CARIOCA 2026 - 3ª RODADA

Time recebe o Volta Redonda 
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PRÉ JOGO

- Notícias

O time principal, enfim, vai entrar em campo completo.

A excelente novidade: a volta do Bastos.


- Escalação: 
 



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OPINIÃO 




Bastos no banco, golaço de Montoro, escalação com Ponte e Vitinho, Newton de zagueiro, tomamos gol de Catatau logo no começo, mas anulado por impedimento... tanta informação e o jogo deu sono de tão chato e irregular. Dormi durante parte da partida e no final também... espero que o Paret tenha algo a mais para dizer. Eu diria que só valeu pelos 3 pontos, tem muito trabalho a ser feito e não entendi nada dos objetivos do Anselmi. É o que posso dizer por agora.

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Antes mesmo da bola rolar, Savarino anunciou que iria para o Fluminense e ficou fora do banco. Do banco, é bom frisar.

Claro que não se pode contratar bagre para substituir um jogador da categoria do venezuelano, mas é importante lembrar a perda de espaço que ele teve após o desmanche do timaço de 2024, fora detalhes internos sobre um estrelismo de bastidores muito bem disfarçado em público. 

Do jogo já não há o que reclamar.

Teve aquele susto inicial, vieram os ajustes do técnico e do grupo em campo e com isso, todo o domínio imposto no restante da partida, mormente após o gol do Montoro na segunda etapa. 

Sobre a escalação com Vitinho e Ponte, não ficou claro se era a reedição de Teles e Cuiabano mas fora a pixotada do Ponte já no final do jogo, que poderia colocar a vitória em risco, funcionou sim, ao menos naquilo que o Anselmi pensou.

Uma explicação lógica para este magro mas bom resultado, é que o talento venceu o conjunto.

Foi o que o Anselmi fez.

Usou o talento contra a empolgação e o conjunto de um adversário que vinha de sequência de jogos, diferentemente de nós que jogamos pela primeira vez desde dezembro.

Se carecemos ainda de ritmo pós férias e o adversário já vinha atuando há mais tempo, do nosso lado, com uma boa preparação para fazer valer o sistema tático que o técnico pensa para o time e calcado nos talentos que temos, este bom e promissor treinador fez com que levássemos esta vitória praticamente sem sustos, fora os minutos iniciais em que o adversário veio pra cima e a citada paçocada do Ponte lá no finalzinho.

Sobre um atleta em especial, no gol e por todo o segundo tempo, pode até ser ainda muito cedo, mas já surgiu o candidato a melhor jogador atuando no Brasil em 2026: Álvaro Montoro.

Que categoria, que talento e que tranquilidade para alguém que só tem 18 anos!

Esperemos agora uma definição sobre o famigerado transfer ban e vamos para as grandes batalhas, pois semana que vem já tem estreia no brasileirão aqui, contra o Cruzeiro. 

 

18 de jan. de 2026

CARIOCA 2026 - 2ª RODADA

Em jogo na região dos lagos,
time busca a segunda vitória na competição, tem um atleta expulso e perde de virada por 2x1

 

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PRÉ JOGO

- Notícias

O imbróglio do Textor - a série

Transfer ban não resolvido, Molenbeek à beira da falência na Bélgica, julgamento na justiça inglesa nos próximos dias sobre a questão envolvendo o Textor e a investidora Iconic, que envolve a cobrança de quase 100 milhões de dólares.

É o imbróglio do Textor deixando a situação cada vez mais nebulosa.


- Escalação: 
 



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OPINIÃO 

 

-Com o primeiro gol do CAMISA 7 Kauan Toledo marcado logo aos 4 minutos de partida, ficamos na esperança de mais uma vitória "Davi x Golias" mas desta vez nao foi possível.

Aos 28 minutos da primeira etapa, o lateral direito Rogerinho levou cartão vermelho direto após falta em que acertou o joelho do adversário e isto colocou o adversário, que já vinha buscando reação, no jogo. 

Empataram ainda na primeira fase, voltaram vindo pra cima e não tardou sair a virada, numa nova de bate/rebate na área, jogada muito difícil de ser marcada pela força com que atacavam.

Daí por diante, fomos tentando ir na técnica mas a força física e a tranquilidade que um placar a favor proporciona deu a eles o que precisavam para levarem o jogo até o fim.

Estamos ainda no G4 da competição. Pelo regulamento, os 4 primeiros de cada grupo passam para uma fase de quartas de final e pela pontuação com a volta do time principal na próxima quarta feira, tudo indica que estaremos nesse mata mata.

 


Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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