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26 de abr. de 2025

BOTAFOGO 2x0 FLUMINENSE

E já se vão 8 jogos
com vitórias seguidas.

Este é mesmo freguês 

 

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PRÉ JOGO

- Notícias

- O noticiário desta semana não foi mais brando do que o da postagem anterior.

Ainda John Textor. Alguém com quem ele mantinha contato no país passou o contato dele adiante e torcedores o agrediram e ofenderam, o que provocou uma resposta e o consequentemente bloqueio dos "invasores".


- Escalação: 
 

O time titular 

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OPINIÃO 



Relacionados sem surpresa e uma escalação diferente: Artur barrado e fomos com dois atacantes de área, mas Matheus Martins fazendo o lado, e Savarino para armação. E deu certo, mas porque?

Primeiro, gostaria de dizer que por conta de uma virose, e mais a falta de ânimo passei em branco em relação a texto do jogo anterior. E havia pensando em fazer uma postagem entre jogos para compensar, mas vai um resumo agora. Primeiro ponto alguém, no mesmo dia que pensei no assunto, postou no X, antigo Twitter, que faltava sinergia.

Sim, vem faltando sinergia. Claramente até hoje tínhamos em campo times onde a soma das partes era menor que o todo. Só para comparar, considero o time de 2017 um excelente exemplo de sinergia. Quem tinha naquele elenco de realmente bom? Gatito, e João Paulo? Jair Ventura é um grande técnico? Ali o todo era claramente muito maior que a soma das partes. E porque isso ocorre? Os fatores são diversos, potencialização de forças, anulação de fragilidades por complementação, empatia, entrosamento e o principal: motivação.

Se olharmos, com a queda da motivação o time de 2017 desandou, passou a jogar o que sabia. Já esse precisou se motivar para jogar também o que sabe, ainda que estejamos ainda degrau abaixo do final do ano passado.

A marcação alta, a movimentação para marcar e para receber passes (e não aquele time estático que víamos) potencializaram a escalação, que se mostrou boa, apesar do Mastriani acabar fazendo papel meramente tático. Mas o Cuiabano se desdobrando, Igor comendo e bola e Savarino retornando a suas boas atuações mudaram o cenário.

Engolimos o Fluminense no primeiro tempo, e saímos com 1 a 0 em gol do Vitinho, mas que poderia ter sido tranquilamente 2 ou 3 a 0.

No segundo tempo Renato Paiva teve que fazer mexidas, e diria que se não foi feliz em todas, pelo menos elas não foram erradas. Tirou Cuiabano com amarelo e tendo que marcar Árias para colocar Telles. Tirou Matheus Martins, que correu muito no primeiro tempo e colocou Artur, para explorar velocidade e novo gás. 

Depois ainda tirou Mastriani para colocar Elias Manoel e Marlon para entrada de Alan. Tudo por conta de exaustão. Por sinal, nos 10 minutos finais a falta de mobilidade das duas equipes era evidente, assim como erros ocorriam por cansaço. 

Não vou queimar Artur e Elias Manoel, mas as suas entradas foram relativamente frustrantes. Para piorar, parece que Vitinho ao lado de Artur potencializa seus erros. Mas felizmente, no último minutos dos 5 de desconto, o erro foi deles, e um passe mal feito na defesa parou nos pés de Savarino, para avançar e chutar no canto do Fábio, recebendo o merecido prêmio pela brilhante partida, que há muito não fazia.

Problemas resolvidos? Não creio. Mas pelo menos ganhamos alguma tranquilidade para algumas experiências na Copa do Brasil, mesmo tendo que furar retranca, e para fazer um jogo menos pressionado contra o Bahia.

Destaco a questão física, ficou nítido que o time não aguenta jogar 90 minutos como fez hoje no primeiro tempo. Precisam evoluir esta parte física também.

Abraços.
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Vejamos nós aqui. 

Estávamos mal no carioca, perdendo até para adversários de pequeno porte, não conseguimos superar o Flamengo na super copa do Rei e muito menos o Racing na Recopa sul-americana.

Veio o Fluminense e....

Vida que segue, o time não vinha bem no brasileiro, fazia uma partida ruim outra mais ou menos e só mesmo aquela estreia contra o Palmeiras foi que parecia um aviso de que as coisas iriam ficar bem e rápido. Ledo engano 

Mas veio o Fluminense de novo e.....rsrsrs

Vou requerer à FIFA a presença do Fluminense em todas as decisões de campeonato das quais iremos participar doravante.

Brincadeiras à parte, não sei se pela vibe da freguesia ou mesmo pela qualidade dos atletas (os nossos hoje bem superiores aos deles....Igor, sem gol mas um monstro em campo), a verdade é que "encaixotamos" os caras de tal forma que se perguntassem lá no vestiário deles se havia bola naquela primeira etapa, talvez só o competente John Árias saberia responder ...com dificuldades mas responderia sim.

Um a zero foi pouco para o nosso volume de jogo naqueles 47 minutos (gol do Vitinho após jogada rápida do Mateus Martins com o Igor Jesus). Um gol feito, dois perdidos, uma cabeçada do Igor na trave e lá pelos 43 minutos, pasmem, veio a primeira jogada de área deles e mesmo assim, parada por impedimento.

Sim amigos. Eles simplesmente não chegaram na nossa área. Se o John quisesse ficar no whatsapp naqueles 47 minutos, não haveria problema algum. Parece piada, é uma piada mas ele também não soube se tinha ou não bola no campo (neste caso, positivamente claro)

Na volta do intervalo, enfim, a nobre senhora popularmente conhecida como 'a bola do jogo' foi apresentada aos caras.

Atacaram algumas vezes, várias por erros nossos em saída de bola ou em más decisões nos passes, tiveram também uma falta na qual 'devolveram' a bola que havíamos mandado na trave no primeiro tempo mas bastou um novo momento de esmero do Botafogo na marcação e ....só deu Botafogo de novo.

Perdemos um, dois, três gols mas nem assim havia o receio de, numa estocada ou em jogada de sorte, levarmos o empate.

E já nos acréscimos, num erro deles, retomamos a bola e um Savarino livre avançou até a área e mandou no canto.

Que vitória!

E também que alívio...vamos nesse embalo para a partida da próxima quarta feira contra o Capital-DF, pela Copa do Brasil. 

23 de abr. de 2025

LIBERTADORES 2025

John falha feio e time perde a segunda na competição

CLASSIFICAÇÃO EM RISCO

 

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PRÉ JOGO

- Notícias

- O noticiário desta semana ferveu ontem com uma declaração do Textor que, ao deixar o treinador prestigiado acabou por usar palavras que foram interpretadas como algo que fez supor que o grupo de atletas é que pode estar deixando de ajudar no sentido da busca pelas vitórias.

Com isso, já circula nas mídias alvinegras a informação de que o Boss pode estar ainda insatisfeito por conta da ameaça de motim dos jogadores na volta das férias em janeiro, naquela situação de atraso no pagamento de salários e prêmios.

A conferir.


- Escalação: 
 

O time titular 
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OPINIÃO 

 

DERRUBADO POR FOGO AMIGO

Jamais iremos querer uma debacle que leve a um final de ano trágico, mas se isto vier a ocorrer o epitáfio da tragédia será este aí acima.

Vejamos então o que declarações desastradas somadas a tomadas de decisão equivocadas podem produzir em campo.

A rigor, foi só um chute deles no nosso gol. Numa bola mal rebatida pela nossa defesa, o atleta adversário dominou na entrada da nossa área, porém, cercado por vários dos nossos jogadores, o que impossibilitaria (o que acabou ocorrendo) um chute mais perigoso. 

Ato contínuo, sobrou-lhe apenas o chute mascado e a bola ainda resvalou no Gregore, o que, porém, parece ter contribuído de alguma maneira para enganar o John e passar-lhe ao lado do braço direito. Um chute fraquíssimo, e ainda amortecido ao bater no Gregore.

E foi o gol que definiu o placar da partida. Perdemos bisonhamente por 1x0. Aquele tipo de 1x0 contra com o qual não sonhamos nem nos piores pesadelos deste sombrio 2025.

É a fase!

Mas é uma fase criada, não surgida ao acaso. Criada por "estarmos em janeiro" enfrentando times que já estão entrando em maio, também por se definir (e isto tardiamente) por um técnico que notoriamente não era o pretendido e por fim, conforme já coloquei lá em cima no quadro "notícias", por mais uma galhofada errada do Textor que, para defender o seu treinador, acabou por assim dizer pondo a culpa pela má fase nos atletas. Não há ambiente que resista a isto, seja no esporte, no mundo corporativo, no religioso, enfim, em qualquer setor da sociedade.

Vamos orar para todos os deuses do futebol para que a nossa completa desorganização tática (que anda levando à debacle técnica) não nos seja prejudicial na próxima semana, no primeiro jogo da fase 3 da Copa do Brasil. É jogo para vencer e espantar todas as crises.



 

20 de abr. de 2025

BOTAFOGO 0x1 ATLÉTICO-MG

Em Belo Horizonte, um erro 
nos levou à derrota

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PRÉ JOGO

- Notícias

- O noticiário desta semana..........


- Escalação: 
 


O time titular 

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OPINIÃO 




Tudo como dantes no quartel de Abrantes. Sem novidades dos relacionados (só o corte de Barboza em cima da hora) e sem novidade da escalação, nas substituições, na postura e na qualidade do jogo.

Sem evolução, time estático, presa fácil, com marcação frouxa e muita dificuldade de sair jogando. Nesse exato momento eu duvido que isso irá se ajeitar naturalmente, só se o Renato Paiva trouxer uns 4 jogadores da confiança dele e de qualidade que transformem o jogo, ou se ele ganhar o vestiário e transformar o elenco em um time. Não acredito em nenhumas duas hipóteses.

Para mim já está claro que não há comando e motivação, que a coisa não irá deslanchar, e que o rumo, mais cedo ou mais tarde, terá que ser corrigido. Grave. Esse é o problema de iniciar um trabalho com tanto atraso, se torna impossível de dar tempo para ele amadurecer, ou pega no tranco ou tem que trocar.

E para mim a Copa do Brasil de 2026 já começa a correr sério risco.

Abraços.

PS: Único jogador que honrou hoje foi o John, e me atrevo a dizer que foi o melhor da partida, sobrepondo os do Galo também.

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Pois é. Como está lá em cima no topo da postagem, até erramos mais algumas vezes, mas o adversário também. Como o nosso erro foi na frente do gol, deu 1x0 pra eles no fim.

E é a seguinte a nossa situação atual. É uma situação que nunca agrada, não se pode dizer que é uma fase que "é boa pra isso ou aquilo", mas um dado revelador para o boss é que não é preciso gastar oceanos de dinheiro para ser campeão de tudo todos os anos, mas NAO SE PODE FAZER O QUE FOI FEITO ESTE ANO COM UM CAMPEÃO DA LIBERTADORES e que ainda "carimbou" a taça na volta de Buenos Aires com o título brasileiro.

Não se pode deixar à própria sorte um time campeão, de qualquer campeonato, imagine-se um time super campeão. Acaba dando nesta situação até agora incontornável.

Bom, sobre o jogo nós fomos mal, não criamos, tivemos uma ou outra chance na individualidade mas mesmo assim, não fosse a má vontade do apito e teríamos saído com um possível empate que não seria muito ruim, ante as circunstâncias do nosso momento no ano.

Os juízes, definitivamente, parecem estar rígidos demais com o time em campo e com uma fase complicada de jogo como a atual, há o receio de passarmos um ano sofrido.

De tudo isto, penso (e creio que todos também pensam) que o Textor precisa descentralizar, delegar, criar equipes para cada clube/país. Não vai dar, como ocorreu nesses dias se luta do Lyon lá na competição européia, para um dirigente estar presente lá em Manchester e estar ao mesmo tempo ligado nos problemas daqui. É preciso, e com muita urgência, criar equipes com líderes capazes de tocar os projetos país a país, pois centralizado do jeito que está as casas podem cair feito peças de dominó.

É isso.

 

16 de abr. de 2025

BOTAFOGO 1x1 SÃO PAULO

Num jogo disputado, fomos inferiores ao adversário
durante a maior parte do tempo

 

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PRÉ JOGO

- Notícias

- E o Luis Henrique continua aprontando das suas lá na Rússia: fez um golaço na vitória do seu time na partida desta semana.


- Escalação: 
 

O time titular 

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OPINIÃO 




Posso resumir com não vi e não gostei. Para começar, horário péssimo, e atividades de trabalho, mesmo em home office, me fizeram deixar a TV ligada no mudo enquanto trabalhava, e só começar a assistir já nos minutos finais do primeiro tempo. Jogo dia de semana 18:30? Depois reclamam de estádio vazio...

Sobre o jogo, no pouco que consegui acompanhar (outras atividades acabaram me tomando algum tempo durante a segunda etapa) eu vejo alguns bons jogadores tentando resolver algo que é uma bagunça. Parece que o time nunca jogou junto e foi reunido na véspera e nem pode treinar. O que está acontecendo? Falta de comando? Falta de entendimento do trabalho do Renato Paiva? Trabalho confuso dele?

Somamos um ponto, mas ainda não jogamos bem, o que compromete qualquer expectativa de resultado em qualquer confusão. Melhor atuação até agora foi contra o Palmeiras, sinalizando que estamos andando para trás. Abre o olho Textor e Thairo.

Abraços.

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Não estamos bem. Definitivamente não.

E este jogo de hoje foi a prova definitiva de que estamos num limiar entre 2022 e 2023 em matéria de futebol, pedindo a Deus, de forma inflamada e contrita, que nisto não tenhamos aquele terço final de 2023.

Pois vejamos. Estreamos lá contra o Palmeiras e talvez pelo histórico recente, o adversário nos respeitou e fizemos um jogo ao estilo "me engana que eu gosto". E enganou a muita gente, mas era o Palmeiras, lá nos seus domíniios e depois teríamos a sequência "Juventude, Bragantino e este São Paulo insosso", sequência boa para fazermos de 7 a 9 pontos. Fizemos apenas 4.

Muito criticado por escalações em jogos anteriores, Renato Paiva, mesmo muito vaiado e chamado insistentemente de burro por tirar o Gregore para a entrada do Pk, para desgosto dos reclamosos, acertou em cheio pois se abrimos mão de um marcador implacável, ganhamos com o Patrick a mobilidade que faltava no meio e que nos ajudou a chegar ao empate e quase à vitória de virada.

Mas isto, de forma alguma, apaga a draga que foi este planejamento torto de uma temporada que na cabeça do boss só iria começar em abril. E sim, poderia começar em abril mas claro, com um técnico que já estivesse aí, conhecendo e acompanhando a mais tempo este mediano elenco.

Vamos neste final de semana para Belo Horizonte pegar também um time em momento complicado, mas não se tem a menor dúvida de que lhes daremos os espaços que precisam para fazerem seus gols, de que não teremos construção no meio para fazer a bola chegar mais redonda ao Igor lá na frente (e que pena do Igor, um jogadoraço que não tem com quem dialogar), enfim, parafraseando aquele locutor mas mudando um termo, "vai ser sofrimento até o fim".

Que os deuses alvinegros mostrem uma solução, pois está muito difícil acreditar este ano.


 


Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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