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A LENDA - clique na imagem e faça um tour pela gloriosa história do Botafogo

11 de ago. de 2019

BRASILEIRÃO 2019 - 14ª RODADA

Time recebe o Athlético,
toma um susto no início mas
vira o placar.

2x1




Os primeiros vinte minutos deste jogo foram de assustar. Não que o time praticamente todo reserva do nosso adversário fosse vir aqui para ser “atravessado” como se fosse o Sol de América. Não era isso.

Mas a passividade e a inoperância do Botafogo parecia que iam nos deixar a mercê dos rubro-negros, antevendo, naquela primeira parte da etapa inicial, um vexame histórico na nossa própria casa. Eles marcaram o seu gol, não deixavam o nosso time trocar mais que três passes, não conseguíamos passar do meio de campo e mesmo com algum desentrosamento, o nosso adversário “brincava” de chegar na frente do Gatito.

Mas eu volto a insistir que, apesar dos percalços, a sorte não tem abandonado o Botafogo desde que o vagalume Camilo chegou aqui em 2016 e nos fez passar de candidado ao rebaixamento para (quase) um time a ser batido, ao menos dentro daquele alçapão da Ilha do Governador. E foi nessa toada de sorte que (nem tudo iriam ser flores para eles hoje), ajudados por uma pixotada do seu goleiro e pela presença do ainda frágil mas habilidoso Luis Fernando na área (fosse o Pimpão e não teríamos feito aquele gol), empatamos a partida e aí, com as boas substituições do Eduardo Barroca, viramos a partida no segundo tempo.

Não vou falar de arbitragem. É tempo perdido.

Voltemos ao Botafogo. Naquela derrota ante os reservas do Grêmio, vendo o time inoperante e sem penetração, o Barroca colocou o Lucas Campos no gramado. Este garoto é bom. Bom não, ótimo. Nos treinos, é chamado pelos mais antigos (até mesmo pelos mais vaidosos) de Neymar de General Severiano. É inteligente, habilidosíssimo mas é aquilo: nem todos vão sair direto do sub 20 para os profissionais como aconteceu com Pelé, P. C. Caju ou Leandro (o dos mulambos do time de 1981). Naquela derrota para os gaúchos, o garoto entrou, errou um ou dois passes e começou a ser taxado pela torcida de ruim, de inútil.

Bom meus amigos, o Lucas já passou pela mesma situação do Sassá (que é ótimo com a bola e péssimo com a cabeça) e do Igor Rabelo. E vejam, com muito mais futebol do que esses dois. Torço agora para que, diferentemente do que fizeram com o loirinho Luis Henrique em 2015, ou o Ezequiel em 2018, não comecem a escalar o garoto como solução. Ele não é solução ainda: é sim, um atleta diferenciado para momentos de jogos em que não lhe seja exigido que tenha tranquilidade de atleta experiente.

Esse garoto é, talvez, a melhor jóia que temos desde que o projeto Vitinho saiu do treino para o avião que o levaria à neve russa e ao fim da sua preparação para ser o novo Romário na seleção (o que anda atuando hoje por aí é apenas o que sobrou do projeto). Se for bem cuidado, junto a um elenco mais forte e que lhe dê mais confiança em 2020, Lucas Campos poderá vir a ser o cara a trazer a nossa assustada torcida de volta ao estádio.

O jogo? Bem, vencemos de virada, estamos em sétimo e sem chances de sermos ultrapassados nesta rodada. Vamos agora ver como o time vai se comportar no sábado, lá na arena impressorão, o estádio do mais ajudado de S. Paulo (aquele em que o clube deve 1 bilhão e não tá nem aí).

4 de ago. de 2019

BRASILEIRÃO - DE VOLTA À ROTINA

Time volta ao brasileirão
em confronto contra o Avaí em Floripa, 
aproveita bem as chances que tem
e vence o jogo.

2x0





Como eu venho dizendo aqui e nas redes sociais das quais participo (grupos alvinegros), se este elenco jogasse “à moda Everest – o Jair”, seria aí, no mínimo, vice-líder do campeonato. Apesar dos “uns a menos” Pimpão, Luis Fernando, João Paulo e Marcinho (este último até já despiorou bem .. desculpem o termo.. rsrs), com alguns dos razoavelmente qualificados que temos no elenco, dava para atuar naquela de entregar a bola ao adversário e retornar naqueles contraataques mortais de 2017.

Teríamos vencido aí, por baixo: Grêmio aqui, Goiás lá, o cheirinho na semana passada e, ainda, muito provavelmente o Cruzeiro no nosso antepenúltimo jogo e até mesmo o Palmeiras, naquela partida da confusão. Enfim, vejam que poderíamos, somente citando estes jogos, chegar aos 27/29 pontos sem muitos problemas, claro, desde que jogássemos com a seriedade daquele período já saudoso da Libertadores. O time estaria embalado, jogando redondo e na vice liderança do campeonato. É sonhar demais? Claro que não. Basta vermos o elenco santista, anos luz abaixo dos elencos dos mais ricos.

Por outro lado, eu venho também falando que, jogando como tem que jogar time grande mas com o elenco desqualificado (apenas um ou dois atletas de qualidade razoável), não dá para partir para cima destes que citei e para quem perdemos. Mas dá sim, e sem muito esforço, para despachar os outros elencos fora destes citados ricos. Não tivemos problemas contra o CSA lá em Alagoas (e vejam, o Botafogo foi o primeiro time a vencer lá dentro no brasileirão), nem ontem, nem contra o Bahia e o Fortaleza aqui e não vamos ter contra os que faltam (Chape, Ceará e o Goiás na volta do returno).

Com isto e mais os reforços que o futuro grupo investidor já se preocupa em trazer (o que nos leva a outra boa conclusão – vai mesmo haver a mudança e quem vai assumir já prepara o clube para a permanência na elite em 2020), acho que com alguma sorte poderemos até beliscar uma pré Libertadores este ano, o que faria de 2020 um glorioso ano de esperanças, algo que não seria provável ocorrer caso ficássemos apenas na sulamericana, uma vez que um projeto de investimento desses paga primeiramente as dívidas para só depois cuidar do elenco.

Bom, no sábado será a vez de recebermos o tal do Furacão, que o Sr. Petráglia insiste em chamar de time de camisa hoje (segundo ele sonha) maior que a do Botafogo e a do Santos. As Libertadores fora não tem mostrado isso mas enfim, mesmo se vierem de reservas, ainda assim trarão atletas melhores do que a maioria dos que temos para colocar em campo. Vamos aguardar.

31 de jul. de 2019

EM BUSCA DA VAGA

OU...À ESPERA DE UM MILAGRE


Time vai a BH em busca da vitória,
faz um bom primeiro tempo mas perde
o jogo na segunda etapa

2x0





Ontem, logo após o jogo e a notícia do fechamento da janela de transferências, um torcedor foi aos grupos do Botafogo no face e postou algo mais ou menos com essas palavras: “sabe quando você vai num churrasco e tem que levar uma bebida mas finge que esqueceu e que tá em cima da hora de fechar o comércio? E aí vc chega lá de mãos vazias? Assim agiu o sr. Anderson Barros, anunciando atacante argentino e defensor equatoriano nas últimas horas do fechamento da janela de transferências.

Como gosta de chamar o Luiz, o Anderson “cagada” Barros até tenta trabalhar em prol dos clubes que defende, independentemente de ter os seus conchavos com empresários (quem não os tem no futebol hoje em dia?). O problema é que esquemas hoje profissionalizados (tenho o do Palmeiras como exemplo) ficaram grandes demais para administradores como o sr. Barros e com isto, estamos entrando em campo com elenco aquém do que precisamos para brigar lá em cima.

Vejam que fizemos um primeiro tempo muito bom, tomando conta das ações e não deixando o adversário trocar mais que 3 passes mas lá na frente, cadê qualidade para fazer a bola chegar na área deles em condições de marcar? Não deu, meus amigos. Fosse este time treinado pelo Everest ou então pelo demitido Zé Ricardo, teríamos vencido os caras lá sem sustos, jogando fechados e esperando a “bola boa” mas para propor jogo, este elenco é ainda muito frágil.

Contudo, mantido o foco das duas últimas partidas, acredito em vitória no domingo e em recuperação no campeonato brasileiro. Acho viável pegarmos uma pré Libertadores caso algum dos times de cima vença a Copa do Brasil. Vamos ver como será a continuação do campeonato para nós. Em outro assunto, ainda em relação à saída do Erick, creiam: saímos ganhando. O garoto já estava mais atrapalhando do que outra coisa, mesmo sendo substituído pelo engraçadíssimo Pimpão.

28 de jul. de 2019

BRASILEIRÃO-2019

Time visita o Flamengo
no Maracanã, joga bem
mas cede a virada

3x2






Após o jogo, a torcida enlouqueceu nas redes sociais por conta da atuação do juiz.

O árbitro deixou de expulsar sim ao menos dois atletas adversários por faltas que mereciam cartão vermelho, o que, convenhamos, não nos garantiria a vitória.

Mesmo atuando o nosso adversário sem alguns dos principais nomes do seu rico elenco, ainda assim, a diferença técnica entre os dois times era abissal.

O Botafogo só resistia em campo devido ao ímpeto e ao bom sistema tático que hoje foi montado pelo nosso treinador, mas era visível a facilidade com que eles tocavam a bola no meio da nossa marcação.

Os três gols deles foram feitos em jogadas de talento, o primeiro individual e os dois últimos, em trocas de passes que a fragilidade técnica dos nossos marcadores não conseguia parar.

Conforme tenho dito aqui, para jogar de igual para igual, ainda não temos elenco para enfrentar times mais ricos e com atletas mais qualificados do que os nossos. Mas, por outro lado, a atuação de hoje mostrou que este elenco pode sim pontuar até bem no Campeonato Brasileiro. Vamos aguardar o jogo da próxima quarta-feira em Belo Horizonte, este sim, decisivo e para o qual iremos com a zaga que puder ser montada.

Leia aqui como o Botafogo mudou o rumo da história do esporte no Brasil (e do futebol no mundo).
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Imagens Históricas - Por Luiz Fernando do BLOG