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10 de abr de 2018

DA APARECIDENSE AO TÍTULO, EM UM PÊNALTI

MARCOS PARET

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1 - A milésima postagem do blog

2 - A decisão do carioca/2018





Bom dia, meus amigos alvinegros!

Esta é a nossa postagem de número 1001 (vejam no rodapé, a última informação antes dos comentários).

DO BLOG

Sim, tendo iniciado os trabalhos neste espaço no dia 1/11/2009, naqueles terríveis dias de fuga de uma segundona para a qual queriam nos empurrar, mesmo tendo o Botafogo um elenco capaz de derrubar, em sequência, dois candidatos ao título do brasileirão já na reta final e com isto, dar a taça para um terceiro azarão, chegamos, numa coincidência dos deuses, neste dia de decisão do carioca/2018, à nossa milésima publicação.

Nossa! Eu nem imaginava que já tinha escrito tanta coisa, claro, juntamente com o amigo Carlos Henrique. E temos que falar também dos textos extras, do sumido Alexandre, do Luiz Fernando. E o texto de uma alvinegra inesperada, naqueles festivos dias de 2012, Paula, filha do nosso saudoso amigo Braso? Encantada com uma belíssima festa na nossa Arena lotada (Botafogo 4x0 Ceará), publicou um comentário tão significativo, de palavras tão fortes, que acabamos por transformar numa postagem. Hoje, ela já me garantiu que virou e permaneceu alvinegra mesmo.

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ADENDO - Não podemos deixar de citar um dos mais queridos rubronegros com quem já debatemos - o "diplomata" (de verdade) Renan Augusto.

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Então meus amigos, sobre o nosso amado espaço, só temos a comemorar. Chegamos à milésima postagem, vamos completar 10 anos em 2019 e aqui, já prometemos mudanças com o fim atrair a galera alvinegra para esquentar ainda mais o nosso debate semanal.

DO JOGO (a decisão)

Que jogo incrível! Um gol salvador no último minutos (exatos 49m07seg), gol insólito pela sua autoria (Joel Carli), surgido de uma jogada que teve o insólito em toda a sua construção, com passe lateral de Rodrigo Pimpão, lançamento do Gilson (2 atletas fraquíssimos, úteis apenas para composição de elenco) e, ao fim, com o gol do habilidoso mas improvável “artilheiro-zagueiro” (o citado Carli). E das cobranças de pênaltis então, o que falar? Digo, sobre as penalidades máximas, que se não temos o melhor elenco do país, temos um dos melhores conjuntos e agora, definitivamente, um goleiro de meter medo em quem quiser ultrapassar a nossa meta em cobrança de pênaltis. Ele é, sem sombra de dúvidas, o melhor nas bolas chutadas da marca da cal.

Mas esta decisão teve outros atores importantes. Do lado de lá, importante pelo lado negativo foi o atleta Fabrício, que sem a menor necessidade, cometeu aquela falta num dos nossos melhores atletas e levou um merecido cartão vermelho. Perdeu o adversário em número, perdemos nós na criação, já que o Luis Fernando era um dos homens que poderia levar perigo à meta deles mas na parte final, sobrou espaço para o nosso entusiasmo, para a vontade de vencer do nosso 11.

Tivemos também como protagonista o experiente Joel Carli, que aos 36 minutos da etapa final, não se sabe ainda se por decisão própria ou por algo combinado com o técnico, vendo que o adversário mal andava pelo gramado, abandonou a zaga e se tornou o nosso quarto atacante. E aí, temos a mão do, talvez, principal ator desta bela ópera futebolística: o treinador Alberto Valentim.

Talvez para corroborar com o seu sobrenome, valente como poucos técnicos o são, o “doido” voltou para a etapa final com menos um volante e mais um atacante em campo, o Rodrigo Pimpão, que entrou em substituição ao contundido Luis Fernando, não muito para fazer apenas as jogadas de saída pelas pontas mas sim, para não deixar o time muito recuado. O que tínhamos para aquele final de jogo então? Um time jogando em cima do cansaço do adversários e o acossando com 4 atacantes, a saber, Kieza, Brenner, Pimpão e o incrível Joel Carli. E não é de todo errado afirmar que, nos minutos que antecederam ao nosso gol, estávamos com “seis homens de área”, uma vez que o Leo Valência, antes da expulsão (também ele levou cartão vermelho), fazia das suas ali pela esquerda e o Igor Rabello era visto mais no campo deles do que na nossa zaga (foi um dos "atores" da jogada do gol).

Foi mesmo uma decisão para se guardar na memória, para ser lembrada, lá no futuro, como o dia em que o Botafogo venceu até a máxima de que “há coisas que só acontecem ao Botafogo”. O que mais poderia figurar no panteão do “há coisas....” se não esta imagem abaixo: Rodrigo Aguirre, já atleta do clube mas que só vai poder atuar em mais algumas semanas? Não jogou nenhuma partida ainda, mas já ostenta no peito a medalha de campeão. Mais insólito, impossível.

Pois é meus amigos. É como diz o título desta matéria: nada como uma taça numa fase final competitiva, depois de um vexame como aquele contra a Aparecidence de Goiás que, aliás e a propósito, também estava na decisão do goiano, tirando do caminho o tradicional Vila Nova e o “novo rico” de lá, o Atlético-GO.

Isto é Botafogo! – Não se compara! – Ninguém cala!

Vamos para o Chile! Quinta-feira, é dia de voltar a marcar o nosso nome no continente, assim como fizemos no nosso passado de glórias e voltamos a fazer no proveitoso 2017. Sorry, Loco Abreu (hoje, atleta do nosso adversário chileno)!


Rodrigo Aguirre - em mais algumas semanas, 
a nova promessa de gols no ataque do Fogão


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4 comentários:

  1. Excelente, show, show, show!

    E que 2018 seja o ano da ascensão. Essa Sulamericana e esse Brasileirão podem marcar o caminho para um novo Botafogo, forte como outrora.

    Abraços.

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    Respostas
    1. Em termos de elenco, Henrique, estou mais confiante este ano do que estive no ano passado.

      Vejo mais talentos. E olha isso, ainda nem sei o que esperar do Leo Valencia, o "mentira" (pernas curtas) mas ele tem mostrado que pode perder a timidez e aí, lembro que o Conca atravessou algumas temporadas no Vasco sem dar em bola e só foi desabrochar no Flu.

      Se ele desencantar e o Aguirre acertar o pé, mesmo sem o João Paulo, ficaremos com um time dos bons.

      Paret.

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  2. Bom dia caríssimos Botafoguenses.

    Em 01.11.2009 posso afirmar com certeza que nós torcedores do Botafogo recebemos um grande presente de duas personalidades que são MARCOS PARET e CARLOS HENRIQUE. Porque digo isso, porque estávamos acostumados a escrever no O Globo onde não conseguíamos falar sério pois os mulambos, justiça seja feita com exceção do rubro-negro Renan Augusto, líamos os mais diversos impropérios, muitas das vezes até ofensas.

    Hoje, passados praticamente 9 anos de existência estamos todos de parabéns pelos números alcançados, pena que ilustres alvinegros deixaram de dar sua preciosa opinião aqui, restando apenas 3 mais ilustres Botafoguenses que, essa é minha opinião, enquanto existirmos não deixaremos de vir aqui em hipótese nenhuma, pois como disse anteriormente este espaço nos propicia destilar nosso fígado seja pelas frustrações ou pelas alegrias como a que tivemos no último domingo.

    Não vou cansar disso, agradecer aos dois ai de cima pela oportunidade que nos proporcionou, mantendo até os dias de hoje este BLOG em pé, mesmo nos momentos mais difíceis porque passamos com nosso clube.

    Falar de nossa vitória domingo, eu passaria a ser repetitivo pois concordo com tudo que disseram e com o editorial, só fico um pouco chateado por ver um Campeonato Carioca, ao qual eu não concordo nos moldes em que é disputado, ser tão desrespeitado pela mídia, pelos torcedores, mas estes até têm a desculpa da crise financeira que muitos passam e principalmente pelos níveis de insegurança no Estado do Rio de Janeiro, onde a Federação do RJ tem a cara de pau de marcar jogos as quartas-feiras as 21:45 e achar que os torcedores dos clubes são super-homens, todos vagabundos que não trabalham no dia seguinte e que terão que sair do estádio a meia-noite sem saber se chegarão em casa. Mas isso não justifica a indiferença das Redes de Tv e de seus comentaristas com o futebol carioca, mesmo este futebol estando em um nível de disputa e qualidade técnica de baixo a medíocre.

    Mas novamente Parabéns aos jogadores e a Comissão Técnica que demonstraram aquela garra e vontade de vencer que vimos o ano passado sendo que no em 2017 não conquistamos nada e este ano já começamos muito bem, basta apenas melhorar um pouco o conjunto e a proteção da defesa, pois daqui para frente é só pedreira a começar quinta-feira e acho que domingo contra o Palmeiras que virá puto dentro das calças pela perda do Paulistão e cheio de vontade de vencer.

    A todos que aqui escrevem ou escreveram e nos deixaram um grande abraço, saúde e muita paz com o nosso Botafogo.

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    Respostas
    1. Bom dia, Luiz!

      Amigo, eu e o Henrique fomos os caras a "brigar" contra o código HTML (a linguagem que cria todo o visual e disponibiliza os recursos do blog). Isto é tranquilo: é uma linguagem de programação que dispensa estudo ou técnicos mais bem preparados. Só naquilo que tem de mais técnico mesmo (menus caindo sobre a tela, para ficar num exemplo), o espaço teve a felicidade de contar com a fera Henrique, profundo conhecedor de programação.

      No mais, o espaço (já te falei várias vezes), é nosso.

      Não fôssemos todos aqueles 10/11 guerreiros daqueles debates de 2009, isto aqui não teria durado nem um mês.

      Parabéns para todos nós então. Eu, Vc, Henrique, a ilustre 'new' alvinegra Paula, o nosso saudoso Braso, Alexandre, Quarentinha, Gigante do Fogo e tantos outros que só mesmo indo lá na primeira matéria para pinçar os nomes. Uma menção igualmente honrosa para o ilustríssimo alvinegro Renan Augusto, um "diplomata" (de verdade) no blog.. rsrsrsrs.

      Paret.

      Excluir

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